Friday, April 29, 2011

EU GOSTEI DO VESTIDO DE NOIVA!
ERA SIMPLES SIM AND SO WHAT????

Continuo sem perceber o seguinte

  • Qual é o problema do casamento real ter sido transmitido pela televisão? É que quase todos os casamentos do mesmo estilo o foram e nunca houve tanta polémica como com este.
  • Que se passa com as pessoas que parece não terem mais nada para fazer do que maldizer o dito? Andam nisto desde a semana passada e parece que hoje então estão no auge da maledicência.
  • Está a cair uma grande saraivada em Lisboa com trovões e relâmpagos e tudo o resto a que se tem direito. Ai que bom!

Em dia de casamento real, coisas que realmente importam:

  • O violador de Telheiras vai ser posto em liberdade daqui a uma semana. O Ministério Público "não vê" qualquer razão para prolongar a prisão preventiva. Pois, eu também não percebo porque razão um garanhão que faz sexo forçado com 50 mulheres, tem de ser preso ou pelo menos fazer um tratamento psiquiátrico, o coitadinho;
  • O Professor Karamba está mais magro, de acordo com a imagem que consegui captar no jornal Destak ou Metro da pessoa que ia sentada ao meu lado esta manhã, no comboio;
  • A Leonor Baldaque, também conhecida por "substituta de Leonor Silveira nos filme de Manoel de Oliveira", neta de Agustina Bessa-Luís, revelou em entrevista à Caras (as coisas que uma pessoa desvenda quando lê revistas com a Princesa Diana na capa), que nunca se "sentiu confortável" com a língua portuguesa, pelo que quando chegou à França aos 22 anos, sentiu que finalmente tinha encontrado o seu lugar no mundo. Ai filha, se eu fosse a ti, ficava por lá e não voltava a pôr cá os pés... quando uma pessoa tem dificuldades de inserção social devido à língua materna, é no mínimo, estúpido.

Tuesday, April 26, 2011

Perguntas que precisavam de uma resposta...

Mas que não a têm. Se o FMI e os outros (a troika, como o pessoal intelectual lhes resolveu chamar) já cá estão, porque razão a dívida externa portuguesa tem juros cada vez mais elevados? Não era suposto baixarem? Pelo menos foi isso que os comentadores nacionais E internacionais ladravam a torto e a direito: "se eles entrarem o juro diminui automaticamente"... Ora, não me parece. Se isto não for mesmo para encher os bolsos à banca internacional então não sei. E até dizia nomes da quem está por detrás dessas grandes instituições bancárias, mas o melhor é estar calada.

Não, não consigo...

Por muito que queira ou tente não consigo de forma alguma transformar o meu blog num "sítio" da internet engraçado e desconcertante ao ponto dos leitores virtuais cá voltarem. Não dá... ProntoS!

Monday, April 25, 2011

Mini-férias ou como Portugal consegue surpreender o FMI com feriados, tolerâncias e festas.

Sexta-feira santa precedida de uma quinta-feira de tolerância. Domingo de Páscoa e segunda com o 25 de Abril. Ou Dia de Cornos. Como eu digo: que eles existem, existem. O que é que não se vêem. E já agora, de revolucionários todos temos um pouco. Mais à esquerda ou direita, este país há-de entrar nos eixos. Ai, tem de ser!

Friday, April 22, 2011

Oh tempo... volta p'ra trás....

Como é que é possível dois dias terem passado em menos de 24 horas? Ontem, quinta-feira, a minha empresa deu tolerância aos funcionários, portanto fiquei na ronha. Hoje foi sexta-feira santa, feriado (ainda que só quase-nacional). Se isto tivesse sido um fim-de-semana em formato sábado e domingo, juro que tinha passado mais devagar. Ou o meu ritmo de trabalho é muito lento... embora produtivo, ou então não percebo como é que acordando cedo hoje, o dia passou a correr!? Ontem lembro-me de ter utilizado o aspirador, a esfregona e o balde e o pano do pó. Lembro-me de me ter deitado à tarde e ter feito o jantar à noite. Hoje, estive a arrumar a minha secretária (e isso leva o seu tempo), passei a ferro, arrumei roupa (e isso leva o seu tempo), fiz o almoço e o jantar... e assim se foi. Que cena...

Dia da Terra a caminho da Páscoa

Wednesday, April 20, 2011

No Facebook também se aprendem coisas giras...

Ah e tal que nunca mais falaste nos "gaijos"

Pois... dizer o quê quando já não se tem nada a acrescentar? Que venham os próximos daqui a uns meses, que isto agora está a pedir férias. (Nem pachorra tenho para paixonetas platónicas).
Atacada pela praga da mudança de temperatura. Claro que aqueles dias de Verão (e noites, meus amigos... NOITES) eram uma miragem. Quer dizer, miragem miragem não foram porque eu bem os senti, mas é óbvio que não iriam durar muito tempo quando ainda só estávamos na primeira quinzena de Abril. Não nos iludamos: os efeitos do aquecimento global não se fazem sentir assim de forma tão evidente. Assim que, desde sábado, lembrei-me de me constipar, muito graças também aos inúmeros aparelhos de ar-condicionado que durante todo o ano, mas com especial ênfase durante os meses de maior calor, se encontram ligados a 15ºC. Um febrão e tal depois, cá estou, cheia de sono no meu local de trabalho a escrever no blog para não adormecer. Sim, eu tenho trabalho, e faço-o de forma muito competente, mas lamento não vos poder ir informando sobre o mesmo. Confidencialidade a quanto obrigas. De forma que só posso mencionar os momentos que antecedem umas mini-férias (devido às tolerâncias e feriados) durante os quais eu sonho.... bem, não é bem em dormir, mas poderá ser fazer coisas úteis, como arrumar roupa em casa, pegar no aspirador, esse tipo de coisas que despertam os sentidos.

Causa-Efeito. Nem sempre o bater de asas de um insecto qualquer no fim do mundo provoca a tempestade no Atlântico Norte.

Acho que é uma grande vitória pessoal quando chegamos à conclusão que as coisas que nos acontecem na vida nem sempre têm de ter uma razão ilógica para acontecerem, principalmente quando somos nós que tomamos as decisões. Nesse momento tudo aquilo que seria uma grande coincidência e passaria a fazer parte dos acontecimentos enfiados no saco de "Destino" passam a estar na prateleira da "Causa-Efeito". Tudo começa a ser lógico e racional porque sabemos de antemão quem é que mexeu os cordelinhos para que tudo funcionasse conforme o expectável. Claro que isto aplicado à experiência poderá nem sempre correr bem, principalmente quando em teoria sabemos quais as possíveis consequências, mas nunca temos realmente a certeza que elas venham a ocorrer da forma mais desejada. Mas há casos de sucesso. Por exemplo, eu não estava à espera que uma situação por mim desencadeada de forma consciente fosse terminar numa outra situação normal. Aliás, tinha tudo para correr de forma errada, ou pelo menos para eu ser, no fim do dia, completamente arrasada por quem de direito devido à intromissão e devassa que o meu comportamento previamente delineado promoveu. Não... não aconteceu nada. Acção-Reacção, sem demais problemas, muito ao estilo do "desarrumas-apanhas" ou "comes doces-engordas". E o mais incrível nisto tudo é que independentemente de eu esperar comportamento padrão (de acordo com a minha inabalável teoria posta em prática) típico, também não me preocupei muito com o possível resultado da equação final. Se estivesse certa, porreiro, se estivesse errada, melhor ainda. O resultado sem dúvida que ultrapassou as expectativas. E eu, calmíssima. Isso e, se por acaso alguém vir a Primavera... digam-lhe que ela é uma galdéria porque em vez de estar enrolada com os antipáticos dos gajos do FMI e afins, deveria era estar a contribuir para o bom tempo de Portugal.

Friday, April 15, 2011

Dazkarieh @ Cinema S. Jorge

Não existem palavras suficientes para descrever um concerto desta banda, até há poucos dias, totalmente desconhecida para mim. Acho que se me atrevesse diria que o meu sentimento, a minha percepção em relação ao grupo e à sua performance em palco me fizeram recordar a razão pela qual, há já longos anos atrás, comecei a cantar, a gostar de cantar, a interessar-me sobretudo por música tradicional portuguesa juntamente ao folk nacional (e celta-ibérico). Já não me lembrava da sensação que era sentir a batida ritmada e frenética que se conseguia atingir e obter com um adufe ou bombo... com uma simples pandeireta até. O som "ao vivo" de gaitas de foles, o cavaquinho, a combinação perfeita de instrumentos tão tradicionais que levam, com os Dazkarieh, uma roupagem completamente nova, traduzida pelo frenesim de arranjos rock-metal! Joana Negrão, a vocalista, consegue empregar a sua voz aos mais variados registos, salientando nas melodias as diferentes tonalidades que cada canção precisa. Não existem repetições, nem cansaços de audição. As canções por si são únicas e não existem pontos em comum a não ser a língua portuguesa, bem marcada para que não nos esqueçamos que ela é única, que só nós a temos. E ainda contamos com as "lenga-lengas" e judiarias cantadas e contadas nas aldeias do interior profundo pelas avós e tias, com mezinhas para o tratamento de dores e afastar os demónios e espíritos do corpo. Assistir a um concerto dos Dazkarieh é basicamente voltar a imaginar um cenário típico de caixas de xisto ou granito, onde as gentes não leêm e os dias contam-se pelo rodar do Sol.
Devo ter sido a única que no Cinema S. Jorge não os conhecia. Uma sala cheia para receber uma banda já com 10 anos de presença e reconhecimento internacional. Sem dúvida que dancei e saltei mais do que outros, mas valeu a pena. São uma força da natureza. Incrível!
Pois... 69 Kg; era o que a balança hoje indicava. Há duas/ três semanas estava com 65 (o que já não era muito agradável, mas dava para aguentar o barco). Mas 69 Kg? Se não surgisse no indicador da balança até acharia o número interessante, mas lá está... como peso corporal não é agradável. Não é não... em resumo, aos almoços estamos a sopas, saladas e uma pequena sandes. Aos jantares temos peixes e verduras, nos intervalos fruta, iogurtes líquidos e uma bolachas que se dizem integrais. Veremos os próximos capítulos.
Não... não ando desaparecida. Apenas ocupada e com pouca vontade de escrever. É bom sinal, é sinal de que HÁ TRABALHO!

Monday, April 11, 2011

Márcia - Cabra Cega (ao vivo)

Agora é a vez delas... novamente a vez delas, após anos de hiato. Adriana e Márcia. Discos novos, em português, letras bonitas, melodias harmoniosas, detalhadas, trabalhadas. E elas são jovens caramba! Tão jovens. E tão senhoras de si. Gosto. Bastante.

Dazkarieh - Tempo Chão

4ª feira, dia 13 Abril, há disto e muito mais no Cinema São Jorge.
Nunca um homem foi tão "acarinhado" pelos seus colegas... era só ver os sorrisos cínicos, as palavras de apoio (com figas por detrás das costas), as mentiras proferidas. Até eu fiquei com lágrimas nos olhos. Foi mesmo um fim-de-semana muito emocionante.
Fico chocada em perceber, após este fim de semana de comício-convívio-festarola do PS em Matosinhos, que a maioria do eleitorado nacional irá voltar a votar neles nas próximas eleições. Bom, verdade seja, pior do que está não fica. E como isto não irá melhorar, então que fiquem eles responsáveis pelas consequências (más, péssimas, horríveis que levaram Portugal ao caos financeiro e económico) que promoveram. Para não andarmos aqui a jogar ao "batata quente" ou ao "passa a outro e não ao mesmo".