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Comemoração do Dia da Terra 2018

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Para quem não sabe, sou geóloga de formação e profissão. Contudo, trabalho na área (agora politicamente incorrecta e ingrata) da pesquisa de petróleo e gás, parecendo contudo que nunca usámos até hoje, derivados indirectos dos combustíveis fósseis, nem tão pouco necessitamos ainda deles no nosso dia a dia. Caros e caras, a nossa pegada na terra não se prende apenas e só no recurso a estes produtos que demoram milhões de anos a serem gerados, mas sim com os nossos comportamentos diários. Esses sim, poderão eventualmente fazer toda a diferença. Mas posto este desabafo de parte, até porque nunca entrei aqui em detalhes desta natureza, nem pretendo fazer qualquer manifesto político ou de opinião sobre o assunto - aprendi a estar literalmente calada -, deixo a minha contribuição para o #EarthDay2018 e #ImAGeoscientist. Enjoy!


Datadas de 2014, estas fotografias foram registadas junto à Pedreira de Ana Ferreira, no Porto Santo. Trata-se de uma estrutura geológica particular denominada disjunç…
Será realmente importante começar a haver mais debates públicos sobre o tema de recolha de dados dos utilizadores da Internet e das redes sociais em Portugal. O Nónio será mais uma ferramenta que irá possibilitar a uma serie de empresas obterem informação CONSENTIDA, já que será necessário fazer login para aceder aos conteúdos dessas páginas, na sua maioria orgãos de comunicação social (logo por acaso e logo por azar). O objetivo? Segundo o director comercial do Público, Mário Jorge Maia: "O Nónio é uma plataforma de recolha, tratamento e qualificação das audiências”, descreve Luís Nazaré, referindo que esses dados ficarão registados num acervo disponível a todos os membros da PMP (Plataforma de Media Privados, grupo COFINA), o que lhes permitirá “qualificar a informação e valorizar as audiências”, nomeadamente através da segmentação de perfis. Assim, o inventário publicitário passa a ser mais valioso." Portanto, basicamente, a ideia é sermos bombardeados apenas e só com pub…
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À medida que pensava escrever estas palavras, descia a Avenida a caminho do Rossio e parei para tirar fotos aos locais de sempre. Vendo a praça cheia de imigrantes, e o Largo de São Domingos com as suas africanas de vestes coloridas e africanos certamente muçulmanos, custa-me pensar que na idade média, a intolerância religiosa imperasse sobre o mesmo local. Quando olhos para as centenas de turistas que todos os dias aterram ou desembarcam em Lisboa, nos grupos "follow me", interrogo-me se saberão eles qual a nossa História e qual a História da cidade. Contarão os guias que na semana santa de 1506, entres os dias 19 e 24 de Abril, milhares de pessoas foram perseguidas, torturadas e mortas em fogueiras a céu aberto? E depois pergunto-me a mim mesma: quantos portugueses também saberão deste evento? Possivelmente poucos e possivelmente desses poucos, quase nenhuns pensarão igualmente nisso. A vida é tão mais, não é? Contudo, num período em que se volta a observar e a sentir o pr…

Mentiras sempre as houve. Agora existem apenas mais.

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Do Prólogo do livro EVERYBODY LIES de Seth Stephens-Davidowitz: "Big Data from internet searches and other online responses are not a cerebroscope, but Seth Stephens-Davidowitz shows that they offer an unprecendented peek into people's psyches. At the privacy of their keyboards, people confess the strangest things, sometimes (as in dating sites or searches for professional advice) because they have real-life consequences, at other times precisely because they don't have consequences: people can unburden themselves of some wish or fear without a real person reaction in dismay or worse. Either way, the people are not just pressing a button or turning a knob, but keying in any of trillions os sequences of characters to spell out their thoughts in all their explosive, combinatorial vastness. Better still, they ley down these digital traces in a form that is easy to aggregate and analyse. They come from all walks in life. Theu can take part in unobtrusive expermients which vary…

Capas bonitas de revistas portuguesas

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A última da GQ Portugal é simplesmente linda. A edição com a Joana Ribeiro, cujo tema principal pende com a questão de gestão dos recursos hídricos, apresenta duas capas, para coleccionador. A não perder.

Esses bichos que são as redes sociais e dados pessoais

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Sobre o caso do Facebook e sobre as questões colocadas pelo senado norte-americano ao fundador da rede social mais utilizada no mundo, deixo aqui as minhas pequenas considerações, que não são mais do que uma opinião pessoal, feita por alguém que não percebe nada de informática, mas crê perceber como funciona o mundo da internet, para que servem os anúncios e a publicidade, e compreende que ao aceitar instalar aplicações e ao fazer logins e registos em algumas páginas, está realmente a conceder a visualização dos seus (meus) dados a inúmeras empresas que funcionam com recolha estatística.  Primeiro que tudo... com este escândalo veio logo a clara noção de que as pessoas, na sua maioria, portanto, utilizadores regulares da Internet e das redes sociais, não sabem de todo como estas operam e funcionam. Não coloco em questão a eloquência com que as questões são colocadas, nem tão pouco farei juízos de valor sobre a capacidade de cada um dos senadores no que concerne à validade ou sentido cr…

Influencer ou being Influenced?

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É cada vez mais impensável hoje não vermos um mundo feito por e com base em redes sociais. A velocidade vertiginosa com que nos é bombardeada informação é cada vez mais rápida, e, sendo que nem sempre temos tempo para ler ao certo o que nos aparece pela frente, torna-se igualmente mais difícil fazer a filtragem necessária em separar o que é realmente útil do que é completamente irrelevante. Mais ainda, não nos bastava termos a vida exposta, sem querer ao início, agora porque quase se torna "obrigatório" mostrar o que vestimos, comemos, fazemos, lemos, e ainda termos de aprender os novos conceitos de blogger, youtuber, instagrammer, influencer Quanto ao primeiro, há já mais duma década que existe. Uns duma forma mais ou menos publicitada, outros mais restritos ao espaço doméstico de familiares e amigos que liam alguns textos redigidos à laia de artigos de opinião, diários de vida, entre outros. Já os três últimos são claramente resultantes do efeito bola de neve que as redes…

Sobre o "Melhor do Mundo"

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(Créditos Bang Bang Agency)

As vantagens de (às vezes) ser-se invisível.

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