Saturday, February 06, 2010

26.... diz que sim....

Thursday, February 04, 2010

#estaminé2

As colagens e fotografias da praxe (se calhar foi um abuso, mas o espaço por 1 ano é-me destinado e reservado)
Secretária já com o computador e com alguma da muita tralha que no período de 3 dias já para aqui trouxe...

#estaminé (1 Fevereiro 2010)

A vista que eu tenho...
A secretária ainda MUITO vazia...
O material de escritório à espera do computador.

Tuesday, February 02, 2010

Rosa Lobato Faria (1932-2010)

#MarioCrespo2

O Fim da Linha Mário Crespo Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada. Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado ontem (1/2/2010) na imprensa.

O Palhaço

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem. O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada. Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver. O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar. E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples. Ou nós, ou o palhaço.
Mário Crespo

Sunday, January 31, 2010

#NovoRumo

Há dias passei pelas Torres da Galp... Eles ficaram a perder.

Friday, January 22, 2010

#PPC

Como diz muito boa gente, aliás, como refere o género feminino que tem os olhinhos bem abertos, o Pedro Passos Coelho (com quem já estive pessoalmente- roam-se de inveja,- alguma vezes) é um charme de homem. Pena é agora estar armado aos cucos como se fosse ganhar as eleições partidárias. Cuidado, que há por lá muito barão e baronesa que se quer ver livre de ti, oh jeitoso!

Thursday, January 21, 2010

Por isto é que o 24 Horas vai vendendo

Realmente o Vítor Gonçalves deve ter entrado em pânico (de outra forma teria esperado numa umbreira da porta do quarto ou debaixo de uma mesa, por exemplo), para ter feito tal coisa. O pior é que da queda resultaram uma fractura no pé e um traumatismo cranio-encefálico. Rapaz, deste ainda mais trabalho aos desgraçados que já não sabem para onde se virar com tanta confusão.

Zezé Camarinha, outdoors nas estações e Wall Street Institute

Da melhor publicidade feita recentemente. Para além de que são hilariantes as expressões do homem em inglês. Acredito que com a promoção do Wall Street Institute de 15 dias gratuitos, muito boa gente vá aproveitar a deixa para ir aprender ou melhorar e muito o seu inglês. O meu teste inicial será no sábado.
Quem conhece e está a par da minha vida ao longo das últimas semanas deve pensar que, ao contrário do que digo, para aqui escrever, é porque tenho muito tempo livre. Na realidade desenganem-se. Geralmente, quando aqui escrevo, estou a fazer 1001 coisas at the same time, com múltiplas páginas abertas e, não raramente, documentos de word, powerpoints das aulas e livros em pdf.
Contudo aproveito o momento agora de trabalho na "mega-empresa-nacional" para escrever o seguinte: CHIÇA! o Eládio Clímaco é bem mais alto do que eu imaginava (passei por ele há pouco tempo, na Av. da República).

Wednesday, January 20, 2010

Se ainda não o disse, digo-o agora. Sou contra o novo acordo ortográfico. Não percebo a ideia, nem a lógica de começarmos a escrever da mesma forma que os PALOP ou que os Brasileiros e eles idem aspas. Se a língua é a mesma, há apenas e só que respeitar as diferenças na forma da escrita, de resto, não vou implicar com ninguém porque escreveu "ator" em vez de "actor" ou "fato" em vez de "facto" mesmo que na realidade quisesse dizer "palitó", tal como espero que nunca ninguém me diga que ali há erro ou que não percebem a palavra. Desculpem, mas ninguém me vai obrigar ao fim de 20 anos a escrever de uma forma diferente daquela que, com custo, aprendi a manusear tão bem. De qualquer das formas, acho que deveríamos estar mais preocupados em fazer entender os nossos adolescentes de que o K e o X não fazem parte de palavras como "kê"="quê", "xim"="sim", e estes são os exemplos mais básicos. Já cheguei ao ponto de ler uma sms no tlm de um primo meu e achar que aquilo estava em código.