Monday, August 29, 2011

claudia: 5 points!

OK, após anos sem saber o que eram férias chego à conclusão de que não sei tê-las, vivênciá-las, sem ser, claro, ao sabor de 48 horas de Sábado e Domingo, porque de resto, está quieto. Com montes de cenas por resolver ainda durante o mês de Agosto, se possível, com um mês de Setembro atribulado, não há tempo para tratar da renovação do passe, cartão de cidadão, pagamentos de IRS e outros que tais, sem ser durante... as férias. Porque basicamente é para isso que estes dias me irão servir: adiar tudo porque não convém faltar ao trabalho, não fazer exames médicos, não ir a consultas, não nada, resvala para a insanidade mental de aproveitar as 2 míseras semanas, que passam a correr, para resolver esses mesmos detalhes. Que custam dinheiro. Que poderia servir para as férias. Mas não! Tenho de resolver mesmo estas coisas, porque meus caros, a partir de dia 2, tornar-me-ei numa cidadã fora-da-Lei! E tenho que agendar o pedido de cartão de cidadão o mais depressa possível, senão, em vez de um mês, só daqui a 2 meses é que me o dão e isso, por vários motivos, não pode ser.

Ehehehe

Quanto mais a vou vendo, mais vou gostando dela.. Lady Gaga e alter-ego masculino. Muito bom!

Thursday, August 25, 2011

Sábado, dia 20 de Agosto, todas as previsões apontavam para chuvas fortes, trovoadas, calor intenso. O que se passou noutras regiões e localidades não tenho total conhecimento, mas sei que onde eu estava, o calor era intenso, abafado, as nuvens rodopiavam à vontade de um vento Sul que raramente traz algo de bom à maioria das pessoas. Até que acalmou e os tons do pôr-do-Sol se mostraram imensos.
A meter, não o meu blog, mas sim os comentários nos meus blogs mais favoritos em dia (porque favoritos são todos, de outra forma não estavam ali ao lado na lista).
Ah e falta-me 1 dia para as ditas! Can't hardly wait!

Monday, August 22, 2011

Livros de férias (como se eu lesse 7 livros em 17 dias)

O início do novo ano lectivo...

Por muitos anos que passem, e acreditem que são quase 10 (!!!), não consigo esquecer alguns pormenores daquilo que se passava durante o início de cada ano lectivo quando ainda andava no preparatório e secundário. Um desses detalhes reside e muito pelo material escolar e pelo dinheiro que lá em casa se gastava comigo nessas alturas. Seria certamente substancial quando eu era mais miúda mas foi-se, felizmente, reduzindo de forma evidente, à medida que entrava na adolescência pura e dura. Primeiro: eu tinha a consciência de quanto é que os livros escolares custavam, e naquela altura, o minha antiga secundária só tinha e admitia alunos exemplares, de boas notas e sem backgrounds obscuros, pelo que isso da troca de livros era mentira (não havia naquela época essa necessidade, até porque os livros que usávamos eram directamente utilizados, sublinhados, escritos com apontamentos, coisas que sabíamos ser-nos úteis para mais tarde, para outros anos, para o futuro). Por outro lado, nunca nenhum de nós (eu e colegas) víamos qual a necessidade de aparecermos com mochilas novas (até porque a partir não sei de que ano deixei de utilizar mochila), material escolar novo (se bem que de ano a ano precisássemos de cadernos novos, porque obviamente, os outros ficavam CHEIOS- nós estudávamos realmente e não passeávamos apenas os ditos), roupa nova até. Claro que a vaidade existia, mas nunca foi coisa que nos levasse às loucuras que hoje são cometidas e claro, o facto dos livros rondarem os 100 euros, não ajudava. Então era AO LONGO DO ANO, que as coisas iam aparecendo. (Quando eu era mais pequena não dispensava era o raio das canetas de feltro, afinal elas ficavam literalmente secas... Molin, que saudades).
Hoje leio que os pais gastam, por filho, a casa início de ano lectivo a maquia de 400 euros aproximadamente... e não com livros. Esse dinheiro goes straight ahead para material escolar e roupa, o que me leva a dizer duas coisas (e não, não me podem dizer que é pelos miúdos crescerem, porque isso acontece EM TODO O ANO CIVIL, e não apenas nas férias, ou naquele pequeno período que antecede o início das aulas): que os meninos não gostam e não sabem reaproveitar o material escolar, acima de tudo mochilas, lápis, lapiseiras (bem mais barato do que lápis), canetas, borrachas, afias e os demais, que os papás ainda insistem em que os filhos devem ser os mais bem vestidos, os mais vistosos entre os colegas, de forma a que todos possam comparar os novos ténis da marca X ou Y. Ninguém está a pedir que os miúdos vão para a escola rotos, claro, mas espera-se, em temos de crise, alguma moderação que deveria existir, tanto pela parte dos filhos (que estão à espera das coisas novas porque assim foram educados) como dos pais, neste caso educadores para a vida em sociedade, não permitindo que os seus descendentes sejam extremamente consumistas, como a maioria agora tende a ser. Há que ensinar os filhos que as coisas já não são como eram, que é preciso ter paciência, e presumo que seja exactamente isso, a paciência, que falta a todos. Assim volto a dizer que mais do que uma troca de opiniões, é preciso uma troca e mudança de valores, daquilo que realmente é o essencial ao que é o superfulo.

Friday, August 19, 2011

Verão (ainda) a trabalhar..

Nos empregos assim sucede, portanto é normal termos de contornar as situações de reuniões em última hora que atrasam as férias de todos os funcionários. Assim, enquanto um colega meu goza, merecidamente mais uma semana de férias, que lhe tinha sido "roubada", eu fico por cá até ele regressar. Calmamente, como no ano passado, em relação ao número de ocupantes do escritório, mais atribulado com o crescente input de responsabilidade que eu, felizmente, vou ganhando. Ora são perfis sísmicos, ora são interpretações, ora são logs estratigráficos (ide ver ao Wikipedia o que são), ora são cálculos, ora lê-se alguma bibliografia e tenta-se escrever algo de útil, ora fica-se a olhar para os sites de moda e acessórios, ora fazem-se uns comentários (cada vez menos, cada vez menos) no Facebook, ou, voltamos a gerir o blog, após uns dias de ausência.
Poderia aqui escrever sobre o que sucedeu em Inglaterra, mas não consigo ainda bem articular as palavras como deve ser, uma vez que, por estes dias, e em rescaldo dos acontecimentos, a minha opinião primária sobre o assunto foi-se transformando, e acabo por ter várias versões e visões para o caso. Uma delas é sem dúvida o estado de consumismo a que o globo chegou. Não vale a pena negar, nem ter ideias de esquerda comunista e anti-capitalista porque quem nunca comprou, ainda que nas feiras, a mala Louis Vuitton, que atire a primeira pedra. E aí começa o problema. A disparidade de preços, o fosse entre classe ricas, milionárias, até, e as classes, claramente, cada vez mais pobres. Não acho nada de especial então naqueles que não possuem os bens, também os desejarem e os quererem ter... Faz parte da condição humana e não somos obrigados a permanecer, como Cristo, na pobreza e simplicidade, só porque é boa moral. Mas, nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Por outro lado, existe toda uma sociedade que para além de querer ser consumista, foi "educada" para não trabalhar, vivendo às custas de subsídios que alegremente foram distribuídos pelos diversos governos e que agora, vão desaparecendo só porque estamos perante uma crise económica séria, grave a nível mundial. Não concordo de todo com essa questão dos subsídio-dependentes, que existem aos montes e que deveriam ser postos a trabalhar (mas o subsídio afinal era maior do que o ordenado).. pelo que coloco a pergunta: e agora? Homens e mulheres que nunca precisaram de ter um ofício, de trabalhar na vida, passando o tempo entre casa, café e praia (no Verão), enquanto outros vão trabalhando 30 anos para receberem reformas insignificantes e o restante dinheiro dos descontos ir parar ao bolso dos que nada querem fazer (e caramba, todos nós conhecemos exemplos!). É claro que depois há conflitos sociais, há montras partidas, pilhagens e mortes. E depois temos aqueles que querem realmente ter as oportunidades de trabalho e de estudos e não podem porque não têm forma de subsistência para isso. Daí ter escrito antes que não saberia sequer por onde pegar no assunto, porque li relatos de quem roubou COMIDA! para dar aos filhos e outros que roubaram LCD'S para venderem e verem se assim conseguiam ter dinheiro para o mais básico a que todos temos direito: Educação! E assim, entre aqueles que roubavam para destruir e os que roubavam por necessidade, acabo por ter grandes e sérias dúvidas sobre o certo e o errado nesta história. Mas sem dúvida que as classes políticas contribuem para isso em larga escala, e a sociedade molda-se em função do que a política nos oferece.

Friday, August 12, 2011

Cada vez mais tenho a certeza absoluta que se todos os portugueses tivessem a oportunidade de aprender sobre determinado tema, de forma gratuita e paciente, a maioria iria dizer que não precisava, que já sabia tudo e ainda gozaria com a situação. No final continuariam a dizer as mesmas alarvidades de sempre. Os outros, a minoria, iria pôr a nhurrice de parte e iria aprender a sério, fazendo perguntas, respondendo com outras tantas questões. De repente acho que nos fóruns de mensagens do Sapo e outros, só existe a maioria.

Wednesday, August 10, 2011

Verão e Festivais de Agosto

Longe vai o tempo em que as festas de Verão se resumiam aos regressos estivais a casa dos nossos emigrantes, repovoando por escassas 2 a 3 semanas as aldeolas do interior. Agora, que os tempos são outros, de novas tecnologias e de consumismo, o que se quer é ir acampar para uma qualquer praia do litoral nacional e verem-se uns (des)concertos. Do Festival SW, não tenho quaisquer tipo de queixas - é festival que nunca me atraiu; para além de ficar no cu de Judas (sim, em Maio passei pelos terrenos que ficam in the middle of nenhures), os cartazes sempre deixaram a desejar. Este ano porém, chamou-me a atenção, mas pelos piores motivos, claro. 40000 pessoas acampadas, muitos assaltos, violência gratuita, culminando com as violações. A venda de droga sempre existiu e é um mal menor (só compra quem quer), portanto deixem os traficantes traficar! Agora não consigo admitir as violações. Parece que uma das jovens foi brutalmente atacada junto ao namorado que não morreu porque, enfim, acho que não calhou, por 40 animais. Sim, animais... não tenho outro nome a dar a indivíduos do género masculino que se comportam desta maneira. Se não são animais, então são o quê? E a organização a queixar-se de falta de legislação. Legislação para quê mesmo, afinal? Para a polícia de intervenção aplicar e recorrer à violência de forma a terminar com os desacatos e minutos depois, os putos, aparecerem na televisão a dizerem que não estavam a fazer nada e que foram agredidos por brutamontes? (É que depois, nestas coisas, vai tudo à frente, não interessa a idade, a cor, o sexo nem a religião). E para os paizinhos surgirem também atirando as culpas, mais uma vez, às autoridades públicas? Não não... meus caros, isto, agora, durante uns tempos, tinha bom remédio. Acaba-se com a brincadeira do SW durante uns aninhos, senão um dia destes, teremos um acampamento tribal e situações piores às deste ano. Não me lixem é o juízo, porque se há coisa que me horroriza são estes comportamentos.

Friday, August 05, 2011

Faltam 17 dias.... faltam 17 dias....
A partir de agora é contagem decrescente. (E mesmo assim, estou em dúvida que depois sejam seguidas!)
OK, admito: nunca vi qualquer episódio do Peso Pesado (tal como nunca vi nenhum do Perdidos na Tribo - ou bem que estou online ou então estou a queimar neurónios a ver coisas "nhurras" na TV); contudo, devo esclarecer que hoje não resisti a ver as fotos do "antes e depois" dos concorrentes do programa do canal nº 3, via SAPO! E fiquei mesmo espantada. Afinal eles perderam mesmo peso e isso é bastante mais notório no grupo masculino do que no feminino. É oficial, as mulheres não foram criadas para serem magras, e a prova está num programa destes. Todos os concorrentes, presumo, terão feito os mesmos exercícios físicos, e terão comido o mesmo tipo de alimentação, portanto, vistas as coisas e os resultados finais, é mais que óbvio, fixaram-se nos homens e não nas mulheres, que sim, estão realmente magras, mas... não tanto como eles, nem pouco mais ou menos. Eu tive de voltar à foto do "antes" de alguns deles para me certificar que eram as mesmas pessoas. Em relação às mulheres, pois... nós fomos, quer queiramos, quer não, com a ideia da procriação, logo, queremos (???) ser redondinhas, com ancas e mamas, e carne onde os homens nos possam (???) agarrar. Ou não!
Uma coisa é certa, gordura não é formosura, muito menos se for em excesso, definitivamente NÃO!