Tuesday, June 29, 2010

Now, let's talk about what matters the most

Há já muito que não me cansava tanto num fim-de-semana (no qual apenas saí sábado à tarde para ir comprar pãozinho). Nem sequer fiz limpezas XPTO à mansão, embora admita que possa ter atacado mais a cozinha e a casa de banho, e já se sabe que uma cozinha demora o seu tempo. Mas, quer dizer, em comparação com outros fins-de-semana de limpezas e compras pontuais ao supermercado(s), acordando cedo até, este foi alucinantemente mau. Obviamente que ontem, segunda feira, andei cansadíssima e atirei-me para a cama às 22.30 (já é a 2ª vez num espaço de 4 meses em que o faço, o que é pouquíssimo normal). Será isto um sinal de fragilidade física para aguentar um dia a dia de trabalho, stress, normalidades e tarefas domésticas? E se eu quisesse voltar a estudar? Fazer mestrado e trabalhar ao mesmo tempo? Será que resistiria? Não é já uma questão de preguicite crónica, porque sei que sofro disso, mas geralmente assume forma quando estou mesmo sem quase nada para fazer, ou em princípios da Primavera e Outono. Isto é mesmo exaustão, ao ponto de por vezes, embora esteja super cansada, chegar a deitar-me e não conseguir dormir... Então mas eu não serei capaz, como todas as outras pessoas, de lidar com todas as situações que me ocorram pela frente e sentir-me na sexta fresca como uma alface, pronta para curtir a night? Caramba, tenho apenas!!! 26 anos, não me parece razoável ou saudável que isto se passe agora de forma quase sistemática. Sendo assim, como irei aguentar a pedalada do Optimus Alive, dia 8 de Julho? Calha numa quinta-feira (que é por norma, agora, o dia em que me sinto mais em baixo de forma), e sexta não há nem feriados, nem tolerâncias.

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