Cláudia Paiva Silva

Wednesday, September 25, 2013

Aos interessados
September 25, 20130 Comments
... deixei de ter página no Facebook. 
É um pouco aborrecido devido essencialmente ao Messenger, mas, para mim, é imperioso estar agora uns tempos longe de redes sociais. Há já uns meses que ameacei fazê-lo, mas outros motivos se impuseram. Agora que já estão resolvidos digo com toda a boa vontade: quem precisar de falar comigo, tem o meu número de telemóvel e os meus endereços de mail. Até o pode fazer por aqui só para "limpar o pó". Mas não me levem a mal. Preciso mesmo de estar um bocadito sossegada daquelas lides... 
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September 25, 20130 Comments
Eu não queria dizer nada para não ser desmancha prazeres. Já esta manhã ainda estive (e cheguei a) para publicar o mesmo parágrafo no FB mas acabei por achar melhor não (ou seja, apaguei). Mas aqui, que é um canto estranhamente mais pequeno, não me sinto constrangida. Então passa-se o seguinte: aquela pirâmide submarina, dos Açores ou nos Açores, é muito possivelmente um cone vulcânico.. mas é apenas e só a chamada suposição. Quem sou eu, e que conhecimentos técnicos possuo, para poder afirmar tal coisa... ??? 
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Tuesday, September 24, 2013

September 24, 20130 Comments
Nascer do Sol na Argélia = Checked. Não que fosse um objetivo de vida a cumprir antes dos 30, mas pronto. Já está feito. Agora estou a recuperar de um jet lag estranho entre um hora a mais em Madrid e Barcelona (escalas de avião) e a mesma hora (portuguesa) em Argel - que fica mais longe do que Espanha, mas o que é que isso interessa? Disso e da dor horrorosa no pescoço por adormecer com uma posição de costas completamente errática durante os voos. 
Que achei da capital? Bom, depois de 4 Passport Control, vistorias de scanner e raios-X até mesmo no hotel, achei que... não achei nada. Foi chegar, ver e vencer (aka trabalhar) que a vida não está para passeios turísticos. Mas acho que a Argélia deve ser bem mais interessante do que a sua capital. Just a wild guess.

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Thursday, September 19, 2013

Help-desk
September 19, 20130 Comments
O que é o iOS5? E o iOS6? E o que tem isso a ver com os Smartphones? Eu deixei de usar o meu de forma displicente; mas esta coisa das actualizações implica que quando o voltar a ligar tenho de instalar uma nova coisa no "Android"? É isso?
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September 19, 20130 Comments
O instinto feminino, quando levado à séria, nunca engana. E quem diria que eu conseguia soluçar por alívio e felicidade?
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Wednesday, September 18, 2013

September 18, 20130 Comments
Tenho a certeza de que tudo te irá correr bem hoje... ou pelo menos, assim espero. Certezas ninguém as tem. Mas já basta de estares sempre com uma nuvem negra em cima de ti. Além disso, és o meu menino crescido e, nisso sim, tenho cada vez mais certezas que mesmo com silêncios, nunca te irei largar. Até porque não faria sentido algo ser tão complicado se não valesse realmente a pena. 
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September 18, 20130 Comments
Continuo a insistir que isto de haver segredos entre as comadres e os compadres não é boa política. Hoje, mais uma vez, constato que as pessoas adoram ter vidas duplas. E adoram terminar por vezes conversas com um "o melhor é não dizeres isto a ninguém". Há situações e situações e momentos para tudo. Aos que acham que eu sou um badalo, atentem que eu não sou. Mas sim, padeço do mal de, quando há duas fronteiras, quando no meio de uma guerra, há dois lados - eu, geralmente se não tiver nada a ver com isso-, dou-me exactamente "para esses dois lados". Torno-me bissexual se quiserem assim pensar. Nunca, mas nunca conto nada de segredos a outro alguém. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é: se é uma coisa assim tão pessoal ou restrita a nível profissional, não a contem de todo. É melhor. Porque se algum dia eu quiser mencionar esse assunto, arrisco-me a ouvir um "não sei do que falas". E eu ainda não estou senil ao ponto de não saber o que foi ou não foi mencionado. Terceira coisa, se vierem com essas conversas, aviso que tudo o que é escrito via net, stays na net para sempre. Ou seja, há sempre uma forma de recuperar conversas "olvidadas".
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Tuesday, September 17, 2013

Vira o disco e.... toca o mesmo.
September 17, 20130 Comments
Ok... lá vamos nós iniciar uma fase de pseudo-silêncio. Que isto de passar (quase) pela mesma situação (nada agradável) duas vezes em menos de um mês é de atirar qualquer pessoa para uma cama de hospital psiquiátrico. E aqui entre nós, estou um bocadinho farta de estar sempre a culpabilizar-me pelos erros da Humanidade em particular, quando a Humanidade também tem que limpar muito bem a casa onde mora. Eu sou doida, chalada mesmo das ideias, mas aturar outros chalados, começa a ser uma dose excessiva. A gerência assim agradece uns minutinhos de silêncio. 
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September 17, 20130 Comments
Tal como há aqueles que abominam as praxes académicas (seja de que forma ocorrerem - mais brandas, mais estúpidas, mais originais e positivas), eu defendo a sua continuidade. E é tão simples quanto isto: eu fui praxada, não me lembro de ter sido humilhada e mais ainda, nunca humilhei ninguém nos anos seguintes. A única coisa que terei feito, e com dois berros que devem ter soado como bofetadas sem mão a um moço, poderá ter sido o facto de no meu 2º ou 3º ano de licenciatura, chegar-se perto de mim (vestido a rigor) e perguntar: és caloira de que curso? Epá, deveria estar com os azeites nesse dia porque disse-lhe algo como: respeita os veteranos que por acaso só te ficaria bem. Tens algum representante da comissão de praxe? É que se tornas a empunhar seja o que for a malta que não tem nada a ver com isto, levas uma rebocada em cima e vais parar ao Conselho Executivo.. Vá... só nesse dia utilizei a minha "autoridade" concedida por "anos" e "anos" de estudo. 
Dito isto, acho que quem também critica o traje académico deveria simplesmente estar calado. Para quem não sabe (e pelos vistos são muitas as criaturas de esquerda que não sabem de onde veio esta tradição - Coimbra e Porto, já agora), o traje negro, académico, muitas vezes coçado de tanto se usar, era tipicamente vestido por todos aqueles que com muito esforço (no tempo do "outro" senhor) chegavam ao ensino superior. Era praticamente o único fato decente que muitos tinham. Camisas brancas e calça preta. Sapatos de sola rota. Portanto, não venham dizer que é uma coisa "fascista". Andam sempre a arrotar essa palavra como se (muitos de vocês) tivessem realmente vivido e sentido na pele fosse lá o que fosse que naquela época sucedeu. Ainda vos digo mais, a grande maioria só nasceu quase 10 anos depois de '74, a pequena minoria, nasceu 10 anos antes de '74. Logo, nunca nenhum de nós viveu propriamente dito aquela época da História Nacional, pois não? 
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Monday, September 16, 2013

E já lá vão 10 anos...
September 16, 20130 Comments
10 anos em que entrei pela primeira vez numa instituição de ensino a nível superior, na FCUL (Faculdade Ciências Universidade Lisboa), e 3 anos em que me matriculei no IST (Instituto Superior Técnico), antes estabelecimento "rivais", agora fazendo parte de um mesmo núcleo de educação. Podia dizer que foram os melhores anos da minha vida estudantil. Mas, muito possivelmente estaria a mentir. Devido a uma série de obstáculos, de problemas vários, de falta de auto-incentivo, de falta de extra-incentivo, as coisas não correram da forma nem mais "natural", nem mais pacífica e, foram muitos os momentos (MUITOS mesmo) em que estive para desistir. Largar tudo e meter-me a trabalhar em qualquer outra coisa. Não via qual a utilidade na minha licenciatura, principalmente quando só conhecia casos de desemprego à minha volta. Ou então de desapontamento. E depois encontrei um caminho. Apostei em algo que gostei à primeira vista, mesmo que não soubesse bem o que queria com aquilo (aplicação à pesquisa de Recursos Naturais - Petróleo e Gás). Nunca esperei que as bases que ganhei ao longo de 6 duros anos, me viessem a ser tão rentáveis. Que essas mesmas bases fossem, a meu ver, as bases de toda a minha profissão (claro que desde que comecei a trabalhar, evoluí imensamente enquanto profissional e tenho o reconhecimento e os frutos do meu trabalho - mesmo que todos os meses sejam brutalmente roubada pelo Estado - esse mesmo Estado que acha que os jovens como eu, com as minhas valias e mais ainda, deveriam emigrar), e as quais nunca me irão largar. Quantas vezes irei estar em contacto com ex-professores, agora amigos e colegas de profissão para trabalhos em conjunto? O que acontece na realidade, é que, embora não tenham sido perfeitos, nem os mais importantes, esses 6 anos de licenciatura e mais uns 5 meses de mestrado, foram, sem dúvida, um misto de emoções e sensações a todos os níveis. Se bem que o meu crescimento mesmo, visível, tenha ocorrido desde então a esta parte. Era como se estivesse sob a asa protectora do progenitor e de repente, fosse obrigada a voar para fora do ninho. E foi um voo longo e incrível. Aliás, tem sido. E não planeei ao detalhe tudo o que me foi acontecendo. Mas ainda bem que aconteceu. Tudo serve de ensinamento na nossa Vida. 
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Friday, September 13, 2013

Quem é a VOSSA Pessoa??
September 13, 20130 Comments
O conceito de A pessoa, foi-me inicialmente apresentado pela série Anatomia de Grey, onde, em pouco tempo, a Cristina se tornou nA pessoa da Meredith e a Meredith nA pessoa da Cristina. Agora, ao falar com um Amigo, (que também há disso... Amigos com A, amigos com a), voltei a salientar a importância que tem termos uma Pessoa perto de nós em alturas mais complicadas (e mais felizes, em ponto igual) nas nossas vidas. Muito parecido com o tema de ontem, em que nos lembramos mais dos momentos maus do que dos bons, estas Pessoas e estes Amigos só nos aparecem quando estamos realmente no chão, em fase de carência absoluta e, temos tendência de nos esquecermos da sua presença, quando estamos "lá em cima". É feio, muito feito. Porque são eles que nos levantam do chão quando precisamos, e são aqueles que não nos mentem. É um facto! A minha questão é contudo, outra. (Que eu acredito que todos que me leiam - 3 pessoas, saibam do que falo quando menciono A pessoa...) Porque razão A pessoa só está associada a momentos trágicos ou mais complicados?? Deveria sim estar também nos bons momentos. Nos pôres-do-sol, nos nasceres-do-sol, nas patuscadas de domingo, nos mergulhos de sábado, nas tardes de DVD's na sala aos Invernos, nos karaokes de torcer o nariz e de fazer dores de cabeça aos vizinhos. NESSES momentos também. Mas para quem, como eu, sempre se habituou a fazer tudo sozinha, não é nem se deve estranhar que algumas dessas coisas sejam também para serem realizadas a solo. Mesmo quando não se quer. Simplesmente é algo que ... é intrínseco à nossa forma de ser e de estar na e com a Vida. E custa a respeitar isso?? Ó, claro que custa. O espaço e o tempo dos outros, os seus momentos de solidão, de silêncio. Contudo, não deixam de ser as nossas Pessoas. A Nossa Pessoa... 
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