Friday, September 16, 2011

Tezenis ao rubro

Que ontem foi dia de loucura na Tezenis do Campo Pequeno (até se esgotar o stock - piada!!! eles tinham lá todos os stocks e mais alguns e se eu soubesse o que sei hoje a tempo, convidava amigas e familiares a juntarem-se à festa). Só faltou mesmo servirem uns aperitivos à entrada da loja. Panfletos laranja espalhados por todo o lado onde se lia: soutiens a 5 euros/bras @ 5 euros! Só durante o dia de ontem, claro. Mas seja como for, têm consciência do que é comprar langerie a 5 euros, sem ser nos ciganos ou chineses? E falo de artigos de 20 euros também... a 5! Desculpem, mas quem é que a louca que não aproveita??? Obviamente que aquilo foi uma confusão para procurar, mas as empregadas conseguiam manter tudo dentro da normalidade, repondo aos cabides o material que era retirado, sem dar aquele aspecto de Zara ao fim da jornada. Pior foram as filas para os provadores (juro que não percebo porque razão as mulheres têm de experimentar TODOS os produtos, se é tudo do mesmo tamanho e modelo, embora com desenhos e estampados e rendas diferentes - eu é vestir uma vez e, ou serve, ou não servem. Se servir, servem todos, se não servir, não serve nenhum, escuso de perder tempo e fazer outros também o perderem). e para pagar. Mas valeu a pena!

Que todos falem do CR7 tudo bem/ Notícias BOMBA da LUZ!

tudo bem... uma pessoa tem de estar habituada a ouvir alarvidades de vez em quando, proferidas por pessoas tão humildes, mas cultas, como este jogador de futebol, especificamente. Dito isto apenas acho lamentável darem-lhe tanta importância (ainda se ele jogasse alguma coisa pela NOSSA selecção... mas como Espanha é que lhe paga o cachet multimilionário ao mês, enfim);
Agora giro giro foi a notícia publicada hoje, na qual estava declarado que o aumento da Electricidade para o próximo ano de 2012, mediante uma "ideia luminosa" da reguladora dos serviços energéticos, seria de 30%, fora o IVA que o Governo lhe queria aplicar. Afinal veio-se a saber, tarde e a más horas, o que só indica, mais uma vez, que em Portugal só se começa a trabalhar pelas 10.00/11.00 am, que é tudo aldrabice dos "senhores jornaleiros", que ninguém quer aumentar nada para um valor tão elevado nem de forma tão brusca. Seja como for, para o ano estamos em 2012, correcto? Então todas estas medidas fazem sentido. O Mundo colapsa para o Caos financeiro, certo? A Economia Mundial está completamente pelas ruas da amargura, os países estão em bancarrota, até mesmo Israel já não tem dinheiro (e isto sim, para mim foi o mais gravoso e preocupante, uma vez que o julgamento judeu para os negócios e banca é de longe reconhecido e se eles perderam o controlo, estamos mesmo lixados!) e os States é o que se sabe. Então, estou mesmo crente que do próximo ano já não passamos.
Mas não pensem que estou derrotista, nada disso, muito pelo contrário. Vou curtir até mais não... aproveitar a vidinha que ainda me resta com aquilo que mais gosto de fazer (e vá, melhor que tudo, ainda terei direito a saborear mais um Verão!!)

Thursday, September 15, 2011

Regressada à urbe e regressada ao trabalho...

É tempo de questionar: ver ou não ver o novo trabalho de Woody Allen, isto porque, já li críticas de que é uma obra-prima, como já li que é mais do mesmo, ou seja, o mesmo tipo de histórias de (des)amor, com o mesmo tipo de personagens, com o mesmo tipo de música, variando somente no cenário, uma vez que se troca Nova Iorque por Paris e Diane Keaton por Rachel McAdams e Marion Cotillard. E se calhar, o próprio Woody por um Owen Wilson que (dizem) ser "simpático". Eu estou curiosa, sem dúvida, mas também não me apetece dar dinheiro em vão. A lembrar que a última vez que pisei uma sala de cinema foi para ver O Estranho Caso de Benjamim Button, pelo que, gosto de coisas levezinhas. E isto antes de me quedar pelo FarOeste Lusitano, once more, daqui a uns dias.

Sunday, September 11, 2011

9/11

Porque é impossível não esquecer o que aconteceu há 10 anos numa cidade que supostamente não nos dizia nada, porque é impossível nos alhearmos a algo que mudou para sempre a forma de vermos a Vida, a Política, a Guerra, que mudou o nosso quotidiano, que nos deixou desconfiados em relação ao que estava ao nosso lado, que nos deixou com medo de sair à rua ou irmos aos grandes centros das grandes cidades. Eu lembro-me da notícia durante os noticiários do almoço, sei que ainda não tinha recomeçado as aulas pós-férias, lembro-me de, durante a tarde, ter ido ver um filme em casa de uma amiga, com mais algumas pessoas... lembro-me do filme como se o tivesse visto ontem, mas também me recordo de, ao longo daquelas poucas horas, ter pensado em imensas coisas, em querer saber o que se passava lá fora. E também me lembro da revolta que senti quando ouvia os meus colegas a dizerem que aquilo não nos interessava, não tínhamos nada a ver com isso, que era algo entre os americanos e os terroristas... e que nós, jovens, éramos miúdos demais para nos preocuparmos com isso. Como era possível não querer saber ou ficar indiferente quando, ao longo dos meses seguintes, todos os dias as imagens novas nos entravam pela casa dentro? Como podíamos ficar indiferentes ao ver pessoas, humanos, gente como nós, a saltar para o vazio, em vez de esperarem pela morte em carne viva, envoltos em labaredas e sufocados pelo fumo preto que nunca iria acabar? Eu não sou de ficar indiferente, eu não consigo esquecer. É impossível...
E todas os conflitos políticos que daí surgiram, sou-lhes totalmente contra. Destruíram países em vez de os terem redimido, países que nunca mais irão conseguir voltar a ter paz. E o terrorismo, esse, não irá acabar tão depressa, basta pensar que o mesmo não depende só de facções religiosas ou morais, parte de apenas um indivíduo com ideias vincadas, retorcidas, tanto a favor como contra algo.