Saturday, September 25, 2010

Que não digam: "as estações já nem se sentem.."

Porque o Outono chegou em força e parece-me que o Inverno vai ser uma coisa de "bater os dentes".

Wednesday, September 22, 2010

A sério...

O pessoal anda todo chocado ou ofendido ou surpreso com o que Margarida Rebelo Pinto escreveu no seu cantinho no DN (acho eu que é no DN). A crónica desta semana tinha a ver com as "gordinhas" e "magras e giras" da nossa vida, concluindo o seu raciocínio dizendo que as "gordinhas" deveriam era emagrecer para não "ofuscarem" a presença das "magrinhas" na vida dos homens. De certa forma a exposição baseava-se no facto (verdadeiro) de que as "gordinhas" e portanto não-giras, eram as amigalhonas dos rapazes, as que vestiam de forma mais descontraída, que saíam com eles que até, eram as confidentes deles, sem por isso irem para cama com os mesmos, enquanto que as "magras" e giras, boazonas, se tentassem ter o mesmo comportamento eram vistas como umas oferecidas, umas galdérias, que só queriam ir para a cama com eles. Meus caros e minhas caras. I've been there, on both sides must say. Eu já fui a gordinha, feiinha, amigalhona dos rapazes, a quem eles contavam tudo e com os quais eu podia falar de tudo, sem querer nada de mais com eles, até ao dia, em que me tornei mais feminina e apareci maquilhada num dos nossos imensos jantares. A reacção de um deles foi dizer-me que eu parecia uma prostituta que ia para o engate. A partir de então, os jantares mirraram em número, mas o certo é que agora eu já não sou a amigalhona da galhofa e sim a amiga, mulher que se junta ao grupo, portanto as conversas já mudaram também de tom e, como será óbvio, já nenhum deles se atreve a dizer seja o que for sobre a minha aparência mais cuidada. É óbvio que quando de marias-rapaz nos tornamos mais "meninas" o efeito sobre os amigos é fatal "Mas que raio quer ela? Está a provocar? Está à procura de alguma coisa?". Portanto peço para não se espantarem com a conversa, porque nem está assim tão errada quanto isso, pode é estar, e isso é óbvio, super exagerada, mas nem por isso é falsa. (E sim, muitas das gordinhas que eu conheço, são as que melhor se "safaram" quando comparo com as magras-giríssimas).

Tuesday, September 21, 2010

Ontem "alguém" me deu a conhecer isto.. ou a relembrar.

E eu adorei... ADOREI! (E vou à Carbono ver se encontro Discos (Vynil), sim..DISCOS!)
Senhoras e senhores: Lene Lovich!

Friday, September 17, 2010

Livralhada! (antiga que foi recuperada das prateleiras)

Depois do "Comboio..." vem o "Fala-me de África" (os outros estão em stand-by que não tenho tido muito tempo e/ou paciência para ler), que deu origem à série (que tento acompanhar à risca) Regresso a Sizalinda, da RTP.
E aqui entre nós, depois de vários momentos em transe devido a algumas passagens do livro que acabei de ler, faz-me bem mudar de continente e de história.

Tuesday, September 14, 2010

Não se gosta da Lady Gaga porque...

Ela é excêntrica
Ela é famosa
Ela é rica
Ela tem uma voz do caraças
Ela é bonita (quando não se desgraça com as maquilhagens estranhas)
Talvez não seja não gostar dela, talvez seja, simplesmente, dor de cotovelo. Talvez....

Nadal contra Djokovic (Final US OPEN)

Não achei piada... Principalmente porque não vi o jogo devido à diferença horários entre os Estados Unidos e Portugal (e ao facto do jogo ter sido interrompido devido à chuva durante quase 2 horas). Nadal ganhou, mas viu-se à rasca.. 4 sets, contra um imparável Djokovic que, não duvido nada, daqui a um ano, estará a marcar ainda mais pontos no mundo do ténis. Não gosto do sérvio, mas também não gosto do espanhol, mas gosto menos ainda do suíço (Federer que perdeu assim.. pufff... numa meia-final digna de finalíssima). Do mal ao menos, mas acho que o Djokovic merecia BEM MAIS.

Porque é que os israelitas têm que complicar sempre tudo????

"O ministro israelita do Interior, o ultra-ortodoxo Eli Yishai, não se mostrou nada inclinado a ouvir o apelo da mulher do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para que não deporte 400 crianças, filhas de trabalhadores imigrantes." in Económico
Sinceramente, se querem expulsar imigrantes, então que o façam no seu todo; expulsar crianças estrangeiras faz-me lembrar o mesmo que os nazis fizeram aos judeus durante o Holocausto. Mas pronto, é a minha ideia e, meus caros, qualquer comparação com o que se passa na França é puro estado de espírito. Não há comparação. Não se pode comparar trabalhadores (e desempregados, muitos) ilegais e respectivas famílias a serem repatriados e, em Israel, expulsarem-se crianças que já nasceram naquela terra, muitas delas filhas de pais que já possuem a dupla cidadania, mas cujas crianças, por qualquer razão burocrático ainda não a têm. Ao menos que o próprio governo de Israel já se comece a mexer dizendo alto e a bom som que aquele país está virado do avesso devido aos ultra-conservadores.

Monday, September 13, 2010

E depois tenho aqueles dias de tristeza profunda, sabendo de antemão que as escolhas que fiz foram as mais acertadas e as mais sensatas, mesmo que me possam deixar um vazio. Mas como o podem fazer se nem estavam para acontecer em 1º lugar?

Thursday, September 09, 2010

Sabem a sensação que têm durante os vossos Domingos e Segundas-Feiras?? Pois é, juntem-nas e ganham as minhas Quintas-Feiras. Quinta-Feira tornou-se, desde Maio, no dia horribillis da minha semana, onde tudo está para acontecer, em suspenso, em amena cavaqueira e alegria e, de repente, tudo desaparece por este ou por aquele motivo, antecedendo mais um final de semana normal, mundano, pequenino. Ainda o dia de hoje mal começou e já sei como vai terminar .... QUERO A MINHA CAMINHA!

Tuesday, September 07, 2010

Carta aberta a S. Pedro

Caro amigo, guardião das chaves e portas do Céu, quero apenas te pedir uma coisa simples: quando fizeres o gentil favor de nos brindares com chuva, fá-lo de forma bem visível e perceptível. Ou seja, não deixes as ruas (passeios, alcatrão, pavimento no geral) em estado miserável de uma pessoa escorregar e cair, ou não conseguir controlar o automovel e provocar assim um acidente. Sê homenzinho e então faz cair sobre nós uma forte chuvada para limpar todos estes polens e pós que ainda serpenteiam pela atmosfera e não andes a cagar os carros com mais lixo do que aquele que eles já têm.
Pronto, era só isso... subscrevo-me, esta tua grande amiga, sempre ao teu dispôr, C.

ERRATA

No post abaixo publicado, em relação às políticas praticadas pelo Governo de Sarkozy, onde se lê "imigrantes do "Magreb"" deve ler-se: "imigrantes da Hungria".

Notícia de última hora!!!

Afinal chegou-se à conclusão, após 9 anos de estudo intensivo do Caso Casa Pia, que as verdadeiras vítimas foram, não as então crianças, mas sim os próprios adultos que, não sabendo ao que iam, foram obrigados a terem relações de foro íntimo com os jovens casapianos tanto em Elvas, como na Av. Forças Armadas (é das Forças Armadas, não é??).
Ahhh e o Ballet Rose é MITO, NUNCA aconteceu...

Desculpem, mas a maioria de Portugal continental é vegan, macrobiotico ou vegetariano não é?

Assim de repente eu acho que 90% dos portugueses são vegetarianos, a julgar pelo número cada vez mais crescente de movimentos anti-tourada que se verificam e manifestam diariamente no território. Portanto, tourada não! mas bifinho de vaca para o almoço com batatinha frita e ovo a cavalo sim...? Uhnnnn... presumo que estas legítimas pessoas saibam que após a tourada o animal ou é ainda volta para o pasto, porque se for bom cobridor dá jeito para uma nova vacada, ou vai direitinho para o matadouro? E do matadouro vai para onde? Ahhh, sim, para os talhos e dos talhos para onde?? Imensas cozinhas, entre as quais, a minha. Desculpem, ou me dizem que são vegetarianos e que só comem bifinhos de soja com cogumelos biológicos, ou então, se não gostam, também ninguém as obriga a verem as touradas. É tão simples quanto isso.

E quem nunca pecou....

Já o disse no Facebook perante uma plateia muito maior, e não fui massacrada por isso, portanto, acredito que ser massacrada por aqui também não aconteça. Eu concordo com a política de imigração de Sarkozy. Se temos um grupo de pessoas que não possui a nacionalidade francesa, que não contribui para o desenvolvimento do país, ou para o seu crescimento económico, que não trabalha (nem quer trabalhar), que não estuda, enfim, que sejam apenas e só, parasitas da sociedade, temos que o suportar? Temos que o deixar estabelecer-se em barracas ou tendas ou acampamentos "tradicionais"? E por favor, não comparem com os "biddon-villes" portugueses porque a situação era completamente diferente. Os emigrantes nacionais que foram para a França, foram trabalhar sim, foram COM as piores condições, foram NAS piores condições e na pior altura histórica, mas é vê-los agora, a maioria não querer sequer regressar para o rectângulo, com boas reformas, com filhos criados e bem empregados, com cursos superiores de fazer inveja a qualquer jovem português, com os netos a terem melhores condições de vida do que alguma vez as futuras gerações nacionais terão. Portanto, se na maioria dos países europeus, as políticas de imigração fossem taxativas, decididas com homens corajosos que não têm medo de represálias, acreditem que as coisas corriam melhor. E não nos podemos esquecer que Sarkozy é, também ele, filho de emigrantes do "Magreb".

Sunday, September 05, 2010

Mas antes de começar a ironizar outra vez...

... e antes de terminar oficialmente a minha silly season, alegra-me saber que outras pessoas encontraram finalmente a sua felicidade, depois de muito tempo de sofrimento, ou de desencontros. (Devia ser sempre assim.)

Ahhhh!!!

Que me parece que a ironia irá retornar em GRANDE à minha vida!

Thursday, September 02, 2010

Mito ou realidade...

Conheci uma rapariga que trabalhava numa empresa. O seu cargo, embora fosse estagiária, exigia alguma responsabilidade e, embora não estivesse segundo um regime de exclusividade absoluta, a sua posição implicava uma certa seriedade. Um belo dia ela decidiu concorreu a um casting de televisão, como figurante para uns anúncios, onde um deles implicava trabalhar com o rosto e cabelo, porque realmente eram ambos uma coisa fora do comum. Não tardou que os colegas soubessem e a apoiassem, até mesmo os chefes e directores de departamento. Ingénua, ela foi ao estúdio, perdeu 1 dia de trabalho, mas o resultado foi compensador. Ficou giríssimo e ela, mais gira ainda. O tal comercial televisivo começou a circular e, todos os colegas a felicitavam pelo assunto, até que começou a morrer por perda de interesse. Yesterday's news are old news. Até ao dia...
Um dos administradores chamou-a à-parte para uma conversa supostamente cordial e simpática. Revelou-se, no entanto, perturbadora: a imagem da rapariga, que poucos (somente os colegas) conheciam, não estava em consonância com a empresa em si e com os objectivos para os quais ela tinha sido destacada. Ser modelo não estava no seu CV e, concerteza não era por isso que ela tinha entrado no estágio, mas sim pelo seu trabalho anterior. Foi imediatamente despedida, sem apelo nem agravo, por falta de ética profissional. A sua imagem prejudicava uma empresa séria, que se queria competitiva e líder do mercado. A sua presença assídua nos intevalos publicitários apenas chamariam a atenção para algo que não era suposto estar associado ao trabalho.
Em resumo: mais vale estar sossegada do que nos metermos em sarilhos, por muito boa que seja a intenção das outras pessoas.