Friday, August 13, 2010

Estou a atingir o meu limite. Escrevo já recados a mim própria com mensagens de ordem; bandeiras em riste para não me deixar abater, para ir trabalhando, para me concentrar noutras coisas e, na maioria das vezes, concentro-me, esqueço, trabalho, penso noutros problemas (sérios, mais importantes), até limpezas à casa já começo a fazer a meio da semana só para não pensar em ti. Creio que não me faz qualquer efeito porque uma vez passadas essas horas, volta a minha cabeça e o meu todo a concentrarem-se na tua pessoa. Como estás, onde andas, o que estarás eventualmente a fazer e com quem. Um dia vou-te ouvir dizer que encontraste finalmente uma rapariga decente, daquelas que não te vão tratar abaixo de cão, que não vão mandar em ti nem tentar controlar a tua liberdade, que é licenciada e bastante inteligente, que sabe falar de imensos assuntos e que tem um gosto bastante especial para a música, de tal forma que tudo o que tu ouves, ela (já antes de te ter conhecido) também conhecia e ouvia. E, casando ou não, vão ser imensamente felizes e eu, ficarei imensamente feliz com isso também. (O que é mais estranho é que eu achava que essa rapariga seria eu...)

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