Sunday, August 02, 2009

Afinal o Chato não morreu...

Bem que se fizeram apostas em como seria o Nuno Lopes (hoje desvendado enquanto filho de Carlos Lopes e Fátimas Lopes- a designer de moda) que iria fazer desaparecer o "Chato". Pois, até seria uma coisa normal de se pensar, mas se fôssemos todos um bocadito mais espertos teríamos chegado à conclusão que para tal, só se o Nuno cometesse suicídio, o que não ficaria bem, via televisão. Sendo assim, resta-lhe aguentar com o mito do "Chato" que o irá perseguir para o resto da vida, tal como o "Tcharaaammnnnn" o fez. Com sorte daqui a 3 meses já ninguém se lembra, como em tudo o que é bom e que se faz na nossa televisão pública, ainda que seja em dose diminuta. E assim, hoje terminaram os Contemporâneos, depois de umas últimas semanas a serem constatemente importunados por gente que, não só não possui qualquer pingo de humor, como não consegue ver o lado divertido de situações realmente más e tristes. Porque para os portugueses só o que é pimba e larilas (atenção, escrevi larilas e não homossexual ou gay, porque para mim são termos completamente distintos e vocês sabem bem) e triste é que é bom, e desde que roce o limiar da pouca vergonha e da brejeirice ou da estupidez. Piadas inteligentemente escritas e elaboradas não são criteriadas na mesma fasquia, pelo que se iniciou uma caça às bruxas com o "episódio" Carlos Castro, esse senhor que eu pessoalmente não aprecio. Fez muito pela comunidade gay? Com certeza que fez, mas também tem uma língua afiada e venenosa demais e só me espanta como ainda não morreu com o próprio fel que destila. Voltando aos nossos amigos cómicos... Resta realmente a saudade de grandes rábulas, do "Homem-Nu", do vídeo de Natal, enfim... uma panóplia de situações que eventualmente serão editadas em DVD como acontece com as grandes séries televisivas. A não perder!

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