Cláudia Paiva Silva

Monday, September 02, 2013

E depois temos isto...
September 02, 20130 Comments
E pronto, o drama show termina... uma pena que perca tanto tempo com coisas que, sendo importantes, não são assim tão drásticas. 

Porque o Sol nasce realmente TODOS os dias... só temos de estar dispostos a aceitá-lo... 



E o bem que me soube este fim de semana...  
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Sobre os incendiários...
September 02, 2013 2 Comments
Antes que me esqueça... a todos aqueles, desde os que provêm das teorias da conspiração, aos loucos que não devem mesmo ter mais nada para fazer, mas que andam por aí a pegar fogo ao País, pena de prisão perpétua não chegava... principalmente quando são responsáveis pelo homicídio de várias pessoas. De Homens e Mulheres. 
Pena de morte e com muita porrada em cima antes do derradeiro momento. Aí sim, aí já eu iria gostar de ver. Ah e tal, somos contra a violência, o camandro. Nestes casos o irracional TEM de falar mais alto e geralmente o faz, felizmente... 
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Tuesday, August 27, 2013

August 27, 20130 Comments
.. e quando pensamos que temos finalmente alguma estabilidade na nossa vida. Quando acreditamos que chegamos a um patamar de tranquilidade, pois que Murphy chega e arrasa com tudo qual tornado devastador. E, mais uma vez, bato com toda a violência contra o separador central, e agora não me resta mais nada do que lutar pela sobrevivência. Era como se a história minha vida de repente tivesse entrado num estado de "self-repeat mode" e eu estivesse dentro da máquina de lavar com rotações baixinhas, baixinhas, para ficar totalmente enjoada. É que dizerem-me que o tempo tudo cura e sara, é muito bonito (eu sei, já lá estive, e costumo dizê-lo igualmente a várias pessoas), mas sabemos que nunca (nunca!) é assim que realmente funciona. Sim, estou triste... estou profundamente triste. E só espero não voltar a passar por uma situação antiga que eu sabia que não iria resistir muito tempo... 
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August 27, 20130 Comments
"Enviar-te 35 mensagens durante o dia a dizer que te ama e a perguntar onde estás não é uma prova de amor. É uma prova de que ele é um controlador e que, se tu deixas que ele o faça e não pões um travão a tempo, a coisa só vai ter tendência para piorar ainda mais.
Fazer-te perguntas sobre dinheiro não é indício de estar atento aos tempos difíceis em que vivemos, e reflexo de uma educação de poupança. Falar muitas vezes disso indica, isso sim, que um dia ele vai querer controlar o teu dinheiro. Aliás, se dependesse dele, era ele que geria já a tua mesada. Quanto gastas. Quando gastas. Em que gastas. Quando deres por ti, estarás a pedir-lhe autorização para comprar coisas para ti.
Pedir a password do teu e-mail ou da tua conta de Facebook não é sinal de que vocês nada têm a esconder um do outro. Não é sinal de que, entre vocês, tudo é um livro aberto. Mesmo que ele insista em dar-te a password dele. Isso é um sinal de desconfiança permanente. E um passo grande para o fim da tua privacidade. Sabes o que é privacidade,
certo? É uma zona tua, onde mais ninguém entra. A não ser que tu queiras.
Os comentários sobre a roupa que usas
ou o novo corte de cabelo não revelam um ciuminho saudável. Revelam que é ciumento. Ponto. Pouco lhe importa se tu gostas daquele top, daqueles calções ou daquelas calças apertadas. Entre os argumentos usados, talvez ele diga que já não precisas de te vestir assim, porque isso atrai a atenção de outros rapazes e tu já tens namorado. Se não fores capaz de lhe dizer, na altura, que te vestes assim porque te apetece, não para lhe agradar, pensa que este é o mesmo princípio que leva muitas sociedades a obrigar as mulheres a usar burka... Não é exagero. Controlar o que tu vestes é exatamente a mesma coisa.
Perguntar-te a toda a hora quem é que te telefonou ou ver o teu telemóvel, à procura das chamadas feitas e atendidas e das mensagens enviadas e recebidas não é um reflexo de pequeno ciúme. É um sinal de grande insegurança. Faças tu o que fizeres, dês tu as provas de amor que deres (na tua idade, o amor ainda tem muito para rolar, mas tu perceberás isso com o tempo), ele sentirá sempre que é pouco. E vai querer mais, e mais. E tu terás cada vez menos e menos.
Apertar-te o braço com mais força num dia em que se chatearam e lhe passou qualquer coisa má pela cabeça não é um caso isolado e uma coisa que devas minimizar porque ele estava nervoso. Aconteceu daquela vez e é muito, muito, muito provável que volte a acontecer. Um dia ele estará mais nervoso. E a marca no teu braço será maior. E mesmo que ele «nunca tenha encostado um dedo» em ti, a violência psicológica pode ser tão ou mais grave do que a física.
Gostar de ti mas não gostar de estar com os teus amigos não é amor. É controlo. E é errado. O isolamento social é terrível.Continuar a telefonar-te insistentemente depois de tu teres dito que queres acabar a relação, ou encher-te o telemóvel com mensagens a pregar o amor eterno, não significa que ele esteja a sofrer muito. Significa, sim, uma frustração em lidar com a rejeição. E se pensares em voltar para ele, pensa que da próxima vez que isso acontecer ele vai telefonar-te mais vezes. E enviar-te mais mensagens.
Guardares estas coisas para ti não é um sintoma da tua timidez. Não quer dizer que sejas reservada. É uma estratégia de defesa tua. E um pouco de vergonha, à mistura, não é? E que tal partilhares isso? Ficarias espantada com a quantidade de amigas tuas que passam por situações semelhantes.
Talvez a sua filha não leia isto. Mas que tal mostrar-lhe a revista, para ela pensar um pouco?"

Paulo Farinha ao DN - 27 Agosto 2013
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Monday, August 26, 2013

August 26, 20130 Comments
Eu e a R. chegamos hoje à bela conclusão - mais ela do que eu, diga-se desde já. 

Hannah Montana = Hannah Puttana, depois daquelas imagens literalmente chocantes da garota nos VMA's 2013 de ontem à noite. 

Transitar de jovem adolescente para mulher mais crescida, tudo bem, mas com menos aspecto de prostituta barata e mais tino naquela cabeça... 

PS - Sim, poderia falar dos bombeiros, mas tudo a seu tempo, que ainda quero ver quantas mais pessoas poderão morrer até ao final "das festas" de Verão... 
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Monday, August 12, 2013

August 12, 20130 Comments
Medo, Racional, Irracional, Medo, Racional, Irracional, Cérebro, Coração, Cérebro, Coração.... Inspira, expira... linda menina! 
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Wednesday, August 07, 2013

Tuesday, July 09, 2013

Monday, July 08, 2013

July 08, 2013 2 Comments
O assustador que é quando vês que a maioria dos teus amigos, além de emigrarem ou casarem, começam a ter filhos? Gente que conhecemos na escola primária (muitas vezes até desde o jardim de infância), e que já têm filhos, ou então, pior ainda, malta dessa, mas das turmas abaixo da tua... aqueles que quando estavas na 3ª classe, ainda andavam na 1ª??? Parece que não, mas a própria sociedade coloca esse peso nos nossos ombros, e depois, claro, reagimos com 4 pedras na mão quando te perguntam: E tu Claudia? Quando pensas ser mãe? E perante a resposta de: Nem companheiro para isso, me dizem: Sempre podes adoptar... 
Será que nunca pensaram que o meu estilo e forma de vidas não é bem aquilo que seria de esperar?? 

PS - Sim, existe a remota possibilidade de um dia eu poder ter filhos. Mas é de tal forma remota que nem sequer entra para qualquer modelo como factor principal ou secundário... 
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Tuesday, June 18, 2013

June 18, 20130 Comments
E quando sentes aquela sensação de que afinal, as coisas não eram DE TODO o que esperavas, e sim que te estiveste a enganar este tempo com a pessoa errada? 

Nota mental: nunca mais faças o que fizeste. Foi um erro em todos os sentidos. 
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... se os "ses" mudassem toda a nossa vida...
June 18, 20130 Comments
Seria realmente possível que se tivéssemos tomado determinada atitude, decisão, se tivéssemos enfrentado o   touro pelos cornos, a nossa vida, hoje, neste preciso momento, seria diferente? Ontem em conversa com a R., uma amiga minha de LONGA data (estamos a fazer 10 anos baby!), ela alertou-me para que eu tomasse coragem e fizesse o que ela não fez - dar o passo em frente, sem hesitações e medos. Contou-me que em tempos idos se tinha aproximado de uma pessoa, que, obviamente, também gostava dela, mas por uma questão de medo, ou de consciência, nunca teve coragem de enfrentar os nós do estômago e nunca lhe confessou essa paixão. Passados uns anos foi ao casamento dele, enquanto espectadora e percebeu que parte da vida lhe tinha passado frente aos olhos. Interroga-se também se, caso tivesse dito ou feito o que o coração lhe dizia, se estaria hoje como está e com quem está. Eu desconfio que não, mas também sei que não há coincidências. Podemos pensar que a vida e o Universo nos possibilitam imensas oportunidades do nada, que as coisas acontecem só porque sim. Sabemos, pela física universal que não é tanta essa a verdade. As partículas do espaço exterior estão conectadas, tal como nós estamos todos agarrados a moléculas que nos permitem a sobrevivência. Nada acontece por acaso e, existem espaços de tempo, intervalos ou "timings", para tudo. Existe um tempo para dizermos que gostamos de outra pessoa - mesmo correndo o risco de levarmos com um Não -, de marcarmos a nossa posição numa reunião, numa conversa, num grupo de amigos - quantas vezes não passamos pela sensação de querer ter dito algo, mas, entretanto, a altura certa parece ter passado? Há que haver um contexto (mesmo que esotérico ou não palpável) para que as coisas sejam ditas e feitas. E haverão sempre os SES, o verbo no condicional, que nos leva no futuro a olhar para o passado, que é a coisa mais errada que se pode fazer, com excepção para aprendermos lições: "Lembras-te do que aconteceu da outra vez??". Não sei se existirá essa coisa do "se eu tivesse dito isto, hoje as coisas seriam diferentes.." Claro que seriam, podiam até nem ser o que estaríamos na altura à espera, mas claro que os actos levam a consequências. Acção - Reacção. Na vida existe um equilíbrio natural, uma ordem natural das coisas, e a ideia é que a nossa balança esteja sempre bem "balançada". Podemos passar uma vida inteira a considerar hipóteses, mas não será apenas e só uma perda de tempo? O que passou, passou, e o que não passou, talvez pudesse ter passado, ou não. Por vezes, eu, que sou impulsiva, faço as coisas sem pensar - um pouco para evitar o "e se...." que mais tarde poderá surgir. Será que sou mais feliz com isso? Bom, uma coisa é certa. Tenho a resposta imediata na altura. Não existem ponderações posteriores, nem assaltos constantes de dúvida. A não ser que as situações mudem e as pessoas também. O que é uma chatice e leva-me à estaca zero. Mas, muito sinceramente, tanto eu, como a R. estamos a entrar naquela altura das nossas vidas em que já não temos 16 anos. O que não quer dizer que tenhamos de estar embrenhadas em situações que nos aborreçam - nada disso. Mas se calhar, por uma questão de bom-senso, temos de pensar que os relacionamentos dão trabalho, que a VIDA dá trabalho, e que é preciso trabalhar nisso, resolver os problemas, tentar dar a volta às situações, de outra forma passamos a vida a saltar pocinhas e ficar com o ponto de interrogação na cara, do " e se eu tivesse feito isto...". Não fizemos. Não dissemos. Paciência. Há que seguir em frente, que atrás vem gente. 
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