April 30, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Thursday, April 30, 2009
Sunday, April 26, 2009
April 26, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Um Mariachi usa uma máscara enquanto toca violino na Plaza Garibaldi, na Cidade do México. Um novo tipo de gripe já causou a morte a 68 pessoas no México e a Organização Mundial de Saúde teme que possa estar a começar uma epidemia global. A gripe suína já chegou aos Estados Unidos. Foto: Jorge Dan/Reuters in Publico. As autoridades portuguesas aconselham as desistências de viagens para países infectados oficialmente: México e Estados Unidos, onde foi declarado o estado de emergência médica em alerta total (vermelho). No México já faleceram 90 pessoas, até agora e 20 estão contaminadas nos EUA. Para variar um bocadinho, cá no burgo Tuga ninguém parece muito preocupado. Ah, mais uma constipação, menos uma contipação, mais gripe, menos gripe, não sabemos bem onde isto vai parar para evitarmos falar naquilo que realmente interessa que é da Crise Nacional e Mundial. Pois é, realmente isto da Gripe dos Porcos é apenas para inglês ver, até porque foi inventada pelo Governo Português de forma a que o povinho fique de olhos vendados durante uns tempos, enquanto elez fazem as coisas e tal. Acho que sim, que devemos continuar a pensar como aquela anormal que há uns anos, quando no tsunami na Ásia fez o obséquio de ter apanhado o primeiro avião para a Malásia ou Tailândia ou o raio, declarando que assim tinha muito mais piada "ao vivo e a cores". Acho que muitos de nós, portugueses que não dão crédito a estas coisinhas, devia apanhar o primeiro avião para o México e para os estados infectados nos EUA. Podia ser que também gostassem de assistir ao vivo e a cores o que por lá se passa. =)
Saturday, April 25, 2009
April 25, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 1
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A verdade da mentira não é apenas um filme com a Jamie Lee Curtis e Arnold Schwarzenegger. A verdade da mentira é o caso da Maddie Macaan e título se não estou em erro, do livro do ex-PJ Gonçalo Amaral. Acho que nunca falei verdadeiramente sobre o caso da menina desaparecida na Praia da Luz, no Algarve, há dois anos. E continuo sem grande vontade de falar, porque já foi muito debatido e banalizado. A única coisa que agradecia era que começassem a dar algum crédito à primeira investigação policial feita pelos portugueses, em vez de começarem a julgar o país pela falta de meios, de capacidades, de pessoas decentes para o a efectuarem. E depois que alguém me dissesse qual o poder que a família Macaan tem para ter sido recebida em flash pelo Santo Padre Católico, por terem o apoio directo do PM britânico, e agora, que passam dois anos, pela Oprah que por sua vez armada em cabra, recusou receber Gonçalo Amaral que explicaria a sua versão policia à la CSI dos factos criminais. Se querem a minha opinião, e esta vai contra a da editora do jornal gratuito Global, foram os pais, ou um deles, ou algum dos seus amigos, ou mesmo um acidente que foi escondido, os culpados. Caraças! Podiam admitir, seria muito mais agradável, seria melhor. Mas não, nós, como país perfeito que se gosta de vergar perante os outros, perante aqueles que nos dão esmolas e têm todo o direito, porque mesmo com uma crise mundial, conseguem ter mais dinheiro que alguma vez nós tivemos ou teremos, temos que ouvir, comer e calar, e ai que piemos sequer. Em resumo, deixei de ter paciência para isto. Para estes pais que estão sempre a procurar uma filha que eles sabem bem, melhor que ninguém até, que nunca irão encontrar, para um fundo monetário, o qual foi ficando cada vez mais rico porque muita gente importante lhe deu lucro, para o desprezo total que isto gerou para Portugal para as autoridades portuguesas e para a população da Praia da Luz que não tiveram culpa que uns pais tivessem deixado sozinhos três filhos, que os tivessem drogado, como aliás era costume, só para estarem sossegados num jantar entre amigos, com muitas garrafas de vinho a rolar. Só isto me enoja e me enraivece. Pelo menos nisto, e digo pelo menos porque tudo o resto é composto de uma cegueira tremenda, os portugueses começam a estar de acordo: a história da menina desaparecida foi e continua a estar muito mal contada.
April 25, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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“Não posso estar em maior acordo com o discurso do Presidente da República”. Esta declaração, proferida pelo PM é de um puro descaramento e escárnio. No dia 25 de Abril, quando se comemoram 35 anos da “implantação da Democracia” em Portugal, (admito que esta data pouco ou nada signifique nas Ilhas, porque sempre viveram num país aparte, e na minha opinião, mal ou bem safaram-se lindamente), o PM, o mesmo que todos os dias ameaça processar cidadãos por injúrias, calúnias e difamações, bem como tenha começado a instigar bodes expiatórios e a verificar com muito mais atenção quem está a favor ou contra ele, deveria pensar em ter um bocadinho mais de respeito pelos portugueses. Se durante esta manhã, o Governo deixou bem claro que estava completamente contra os discursos dos partidos da oposição, porque eram muito politizados e não voltados para o tema que desde há 35 anos é sempre o mesmo, os quais referiam que num estado democrático o PS está a proceder excepcionalmente mal, à tarde não houve qualquer problema de que o Sr. Sócrates respondesse online, live in colour, a umas tantas questões previamente escolhidas de pessoas igualmente previamente escolhidas. Uhnnn… isto é ser-se democrático, correcto? Escolher-se perguntas e ensaiarem-se respostas. Por algum motivo nós, ao contrário dos Estados Unidos, por exemplo, não temos conferências de imprensa diárias ou semanais. Seria impossível! Seria algo como todos os repórteres serem imediatamente presos ou processados, com raras excepções, como a Maria Flor Pedroso (RTP- TV do Estado), Eduarda Maio (RTP-TV do Estado e autora do livro “O Menino de Ouro do PS”), Raquel Alexandra (SIC- mas muito amiga dos ministros e secretários de estado e presidentes de câmara) e Anabela Chaves (SIC- fervorosa adepta do PS, basta ver as suas intervenções quando é colocada para fazer o trabalho nos congressos do PSD e afins). Mas calma, há quem goste deste regime e pense mesmo que isto é que é governar bem nem que para tal vá mandando calar aqueles que estão contra ou então dizer com todas as letras que se não somos socialistas somos de direita ou fascistas ou comunistas. Há uma outra coisa que eu ouvi a semana passada e que passados estes dias juro que terei ouvido mal: quando saído do hemiciclo, o senhor Primeiro-ministro garantiu a pés juntos que ao contrário do que seria esperável, não iria ser “bonzinho” só porque nos aproximávamos das eleições, e como tal, não iria perdoar dívidas aos contribuintes que não declararam (mesmo que tendo rendimentos abaixo do mínimo) os seus impostos. “Todos têm e devem conhecer a Lei”. Não obstante, a verdade é que em dois dias os familiares das vítimas do acidente de Entre os Rios viram o governo a ocupar-se das despesas judiciais procedentes daquela desgraça da qual não tiveram culpa, os reformados e pensionistas com reformas inferiores a 400 euros a terem medicamentos genéricos gratuitos e eventualmente outras medidas “drásticas” que não, desculpem mas não, têm nada a ver com atitudes eleitorais. Mas não é só o Governo directamente que tem estas ideias extremas de fim de mandato que me fazem perguntar onde afinal tinham andado escondidas as verbas para tanta acção social. As juntas de freguesia e câmaras municipais igualam o nível: por exemplo, a de Queluz (local onde moro) lembrou-se de iniciar umas obras estilo “Extreme Makeover”. O burgo vai ter nova cara, novas árvores, novos espaços de lazer e espaços verdes para o povo se entreter, ou não. Os locais escolhidos não poderiam ser do melhor: Pendão e Queluz-Monte Abraão na Avenida Miguel Bombarda. Quem por cá mora, ou quem por lá passa certamente irá perceber o meu descrédito total. Aquela zona não tem recuperação nenhuma, a não ser começando por quem lá habita. E depois alguém me há-de explicar de que vale fazer arruamentos e fechar as pracetas aos milhentos automóveis de marca (e garanto que os donos não são portugueses), se os prédios daquela mesma avenida estão velhos e em risco de queda. Já bem basta ninguém se ter responsabilizado pela estrada que liga Belas a Queluz, onde há dois anos se repetiu um grave acidente devido às cheias, que continua na mesma, quanto mais estarem a dar nozes a quem não tem dentes. Podem fazer as obras que quiserem com dinheiro que eu continuo sem saber de onde vem, e escusam de me dizer que fica empatado na Câmara de Sintra. Ora bolas, é sempre ao fim de 4 anos então que se lembram de fazer tudo e mais alguma coisa. Aliás, desde há 35 anos que assim é. Antes do golpe de estado dos soldados que reivindicavam melhores salários, as coisas aconteciam mal ou bem. Portugal era um país orgulhosamente só, mas não tinha criminalidade, era pobre, mas não havia um fosso social tão grande como hoje e de certeza que não existiam famílias de classe média ou classe média alta a passarem necessidades. Claro, também não havia direito à liberdade de expressão, mas se formos reparar bem, essa mesma liberdade de expressão está a ser posta em causa nos dias que correm não? Não serei a primeira nem a ultima de certeza a afirmar que é preciso ter-se imenso cuidado com aquilo que se diz e com aquilo que se escreve. Olhem, por vezes gostava de ser como as crianças que não vêem maldade em nada a não ser quando a mesma é-lhes praticada directamente, que são ingénuas e ao mesmo tempo tão verdadeiras que podem chegar a ser cruéis; ontem alguém contou a imagem que a filha, certamente bastante pequena, tem do 25 de Abril: “Foi uma senhora que deu cravos aos soldados que puseram os cravos nas armas e também às pessoas que passavam na rua.” Saber-se só isto seria mais que suficiente.
Friday, April 24, 2009
April 24, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Head under water
And you tell me to breathe easy for a while
The breathing gets harder, even I know that
Made room for me but it's too soon to see
If I'm happy in your hands
I'm unusually hard to hold on to
Blank stares at blank pages
No easy way to say this
You mean well, but you make this hard on me
I'm not gonna write you a love song
'cause you asked for it
'cause you need one, you see
I'm not gonna write you a love song
'cause you tell me it's
Make or break in this
If you're on your way
I'm not gonna write you to stay
If all you have is leaving I'm gonna need a better
Reason to write you a love song today
I learned the hard way
That they all say things you want to hear
And my heavy heart sinks deep down under you and
Your twisted words,
Your help just hurts
You are not what I thought you were
Hello to high and dry
Convinced me to please you
Made me think that I need this too
I'm trying to let you hear me as I am
I'm not gonna write you a love song
'cause you asked for it
'cause you need one, you see
I'm not gonna write you a love song
'cause you tell me it's
Make or break in this
If you're on your way
I'm not gonna write you to stay
If all you have is leaving I'm gonna need a better
Reason to write you a love song today
Promise me that you'll leave the light on
To help me see with daylight, my guide, gone
'cause I believe there's a way you can love me
Because I say
I won't write you a love song
'cause you asked for it'cause you need one, you see
I'm not gonna write you a love song
'cause you tell me it's make or break in this
Is that why you wanted a love song
'cause you asked for it
'cause you need one, you see
I'm not gonna write you a love song
'cause you tell me it's make or break in this
If you're on your way
I'm not gonna write you to stay
If your heart is nowhere in it
I don't want it for a minute
Babe, I'll walk the seven seas when I believe that
There's a reason to
Write you a love song today
Sara Beirelles-Love Song
April 24, 2009
BY Cláudia Paiva Silva
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April 24, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 1
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Ontem, quinta-feira, dia 23 Abril, foi comemorado o Dia Mundial do Livro. Não tenho muito a acrescentar a este facto. É na realidade um dia como todos os outros e que apenas salienta o facto de ser "o" do Livro. Dedicado aos livros, sejam bons, maus, de prosa, de poesia, de contos ou ensaios, científicos ou humorísticos, o que quer que seja. Sempre cresci com livros, rodeada de livros, fixada em livros e comecei a ler porque quis, não porque alguém me tivesse obrigado a tal, até porque acho isso uma pimpineira fenomenal: se as pessoas não gostam de ler, não devem ser contrariadas. Em resumo, para mim este dia não é mais como o Dia da Mulher, ou o Dia da Mãe, ou o Dia do Pai, ou o Dia da Terra. São completamente desnecessários, porque há coisas tão óbvias nas nossas vidas que não deveriam ser celebradas. Todos os dias acontecem, todos os dias eu gosto da minha mãe, ou leio partes de um livro, ou respeito a Terra que piso e que me dá ainda a forma de viver. O resto são tretas...
Thursday, April 23, 2009
April 23, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Wednesday, April 22, 2009
April 22, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Acima de tudo destaca-se da entrevista ao PM a total incapacidade dos jornalistas para atacarem com todas as armas possíveis e imaginárias um senhor que nos irá, infelizmente, governar nos proximos 4 anos, com ou sem a maioria absoluta. Depois do espectáculo triste que foi o Antena Aberta esta tarde na RTPN, onde o moderador não premiou pela insenção, a entrevista à noite serviu apenas como pré-campanha eleitoral e um regresso ao maravilhoso mundo do PCP, cassete pirata que toca sempre a mesma cantilena. Não houve qualquer luz misericordiosa de forma a que nós víssemos algo de útil. Pelo contrário: TGV, Aeroporto, TGV, Aeroporto, novas energias, etc etc etc. Nós não temos emprego senhor pseudo-engenheiro, nós acabamos os cursos e vamos para o desemprego, nós estamos empregados e vamos para o desemprego, nós estamos nas fábricas e elas encerram, nós, um dia destes, queremos comer e temos que começar a roubar. E quando começar uma grande luta social, porque ela vai existir, não há cá senhor PM Pinto de Sousa que nos valha, porque, na realidade, nunca valeu para nada. E atacar um orgão de comunicação social só porque não o bajula a torto e a direito, como a RTP tem feito constantemente, só lhe fica mal. Sei que o Alberto Carvalho não podia abrir muito a boca: aliás, mal se ouviu. É que ser director de informação do canal do Estado tem que se lhe diga, e a senhora vice-directora ou lá o que é, também não lhe fica atrás, embora tenha mostrado que tinha alguns (poucos) tomates. Pautou pelo baixo nível. Mas como sei que há imensa gente que adora o homem, venham lá eles defender o "Menino D'Ouro"
Tuesday, April 21, 2009
April 21, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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It doesn't really matter now you're gone
You never were around that much to speak of
Didn't think that I could live without you, baby
It couldn't be that hard to live alone
But I'm all, all alone again
Thinking you will never say that you'll be home again
And it's gonna be a long night
And it's gonna be cold without your arms
And I'm gonna get stage fright, caught in the headlights
It's gonna be a long night
And I know I'm gonna lose this fight
Once upon a time we fell in love
And I thought that I would be the only one
But now I'm on, I'm on my own again
Thinking you will never show you won't be home again
And it's gonna be a long night
And it's gonna be cold without your arms
And I'm gonna get stage fright, caught in the headlights
It's gonna be a long night
And I know I'm gonna lose this fight
Lost in your arms baby
Lost in your arms...
Now I'm all on my own again
Thinking you will never show you will be home again
And it's gonna be a long night
And it's gonna be cold without your arms
And I'm gonna get stage fright, caught in the headlights
It's gonna be a long night
And I know I'm gonna lose this fight
I'm gonna get stage fright, caught in the headlights
It's gonna be a long night
And I know I'm gonna lose this fight
I'm lost in your arms baby
Lost in your arms...
(The Corrs)
April 21, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 1
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Quando escrevi o texto sobre esta peça para publicação, não conhecia a história, nem sequer sabia qual seria o desfecho. A sinopse de 5 linhas e o ensaio de impresa que ocorreu depois da data de entrega do trabalho não ajudaram à festa, mas findo o fim de semana e depois de ter aproveitado o Domingo para ir ver a dita, constatei que não me afastei muito da realidade dos factos. A peça Menina Julia, em cena no Teatro Nacional D. Maria II é uma história simples, mas muito bem contada, sobre uma menina de 25 anos, filha de pai rico mas com ascendente de torcer o nariz que, numa noite de São João, se deixa envolver pelo mordomo do pai, João, um rapaz bem apessoado com grandes sonhos para a sua vida e que sabe bem o quer. Ela que tinha a fama, mas não o proveito é feita muito rapidamente na chacota de todos os trabalhadores da casa, que a respeitam somente por ser superior a eles, mas que de resto a desprezam tal como ela os depreza a eles, devido á sua condição (parca condição) social. João, por sua vez não se sente o minimamente interessado pelo ocorrido. O que está feito está feito e ela sabia bem o que queria ou o que andava à procura: "Quem brinca com o fogo, geralmente, queima-se" diz ele depois do sucedido. Cristina, a cozinheira e noiva de Joâo não tem igualmente contemplações. O problema não é tanto Julia ter-se metido com o empregado, mas antes o contrário. Como continuar a trabalhar para pessoas que não se dão ao respeito quando aquilo que todos pretendem é chegar a um status social superior- o status no qual as pessoas que não se dão ao respeito, vivem. Desastrosamente a ideia de fugirem acaba por não ser a melhor e, como João que não se quer vergar ao mundo dos ricos, acaba sempre por o fazer na presença do Senhor Conde, a unica solução para Julia, que nunca se quis envolver com nenhum homem porque assim foi educada pela mãe, uma sufragista radical, não tem outra solução senão a morte. Moral da história: por muito que queiramos ser iguais aos homens, seremos sempre as prostitutas e eles nunca irão olhar para nós com igualdade.