April 19, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Sunday, April 19, 2009
Saturday, April 18, 2009
April 18, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Terei provocado em ti um mistério tão grande, uma tal curiosidade que se revelou em medo? Será que não deverias saber que há coisas que não se discutem ou decidem só porque sim? Será que o medo pelo desconhecido que te causei te levaram a afastares-te de mim? Como queria eu gritar o teu nome, explicaram-me que posso agarrá-lo gritando em surdina, mas sei também que por capricho não te posso prender a mim. Mas sei que te marquei e sei que agora te escondes e foges porque não pode ser, porque não queres magoar a outra pessoa que amas, porque nem me conheces e tens receio em o fazer. Soubesse eu que quando estive nas margens do Douro isto me iria acontecer e ter-me-ia rido do ridículo em que tudo se tornou. Como pode um homem mudar tanto se já te expliquei que não te quero perturbar? O medo faz mal à alma humana, não nos deixa sonhar e desejar, só que eu não o tenho ou sinto, e desejo-te; não o irei lamentar, não terei pena de mim, mas um dia, quando perceberes, não te vou explicar nada. Tudo tem um tempo certo e se não é por agora, não será no futuro. Quando regressar às margens do rio, não quero pensar em ti, mas sei que o farei, nem te direi que aí vou. Sei que não terás tempo para mim.
Tuesday, April 14, 2009
April 14, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 1
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Só para informar que os cachorrinhos do Artur Anjos já foram todos entregues a donos que se esperem, decentes! Obrigada!
Saturday, April 11, 2009
April 11, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 1
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No comboio descendente
Vinha tudo à gargalhada.
Uns por verem rir os outros
E outros sem ser por nada
No comboio descendente
De Queluz à Cruz Quebrada...
No comboio descendente
Vinham todos à janela
Uns calados para os outros
E outros a dar-lhes trela
No comboio descendente
De Cruz Quebrada a Palmela...
No comboio descendente
Mas que grande reinação!
Uns dormindo, outros com sono,
E outros nem sim nem não
No comboio descendente
De Palmela a Portimão...
Letra: Fernando Pessoa
Música: Zeca Afonso
Friday, April 10, 2009
April 10, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Olá a todos os que me visitam (ou que por acaso cá chegam). Venho através do blog tentar ajudar um conhecido meu do Twitter (@ArturAnjos) que está a oferecer cachorrinhos. O seu site é: http://www.arturanjos.com/goa/ . Obrigada!
Wednesday, April 08, 2009
April 08, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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De Sandra Baptista:
Conversa com Enf. Maria, eu e, João.
Já a meio da conversa e entre muitos sentimentos à mistura,
a Enfermeira Maria pergunta:
"O que levas desta vida, João?"
Ele olha para mim e diz:
"O meu amor pela Sandra, a Sandra".
Jamais poderei sentir-me vazia, apesar das lágrimas que me caiem, jamais poderei sentir -me vazia.
Obrigada Enf.Maria por este dia.
in: http://naberma.blogspot.com/2009/04/dia-9-janeiro-2009.html
April 08, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Caros amigos, em primeiro lugar obrigado a todos pelas mensagens de solidariedade e incentivo que tanto nos têm ajudado neste momento dificil. Aos poucos vamos conseguindo arrumar idéias e olhar para tudo isto de forma mais objectiva.
O João deixou-nos um vazio imenso impossível de preencher, sabemos que nada será como dantes. A sua criatividade e atitude artísticas, a sua presença e a amizade que dedicava a quem com ele privava, são insubstituíveis e constituem uma perda irreparável. No entanto, temos que voltar à vida e, para já, compete-nos a nós manter viva esta música e tudo aquilo que ela siginifica para todos.
Estamos a trabalhar na edição de um livro/dvd biográfico onde queremos fixar os momentos inesquecíveis que partilhámos convosco ao longo destes quatro anos. Nas três digressões que fizemos por todo o país, muitas foram as dificuldades, mas também muitos foram os amigos que fizémos e que espontâneamente nos apoiaram, para que no final tudo tivesse valido a pena. Queremos por isso que participem neste projecto, escrevendo uma pequena história, o relato de um momento, uma frase, aquilo que acharem mais siginificativo, para que a memória não se apague e A Naifa continue a rasgar a vida.
Enviem o texto devidamente identificado (nome, e-mail) , até dia 10 de Maio para info@anaifa.com ou deixem aqui no blog como comentário desta notícia.
Nota : A Naifa reserva-se ao direito de seleccionar os textos a publicar.
in: http://anaifa.blogspot.com/2009/04/todo-o-amor-do-mundo-nao-foi-suficiente.html
Wednesday, April 01, 2009
April 01, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Um dos principais atractivos que Portugal possui durante todo o ano, mas com maior intensidade durante Verão e nos meses que lhe seguem é o turismo termal. Muitas são as famílias que por questões de saúde ou simplesmente recreio procuram as termas portuguesas em busca de descanso, mas poucas são aquelas que conhecem a razão da sua existência, porque motivo existem volumes de água quente tão grandes que permitam a criação de centros termais em zonas que aparentemente nada possuem de extraordinário para tal.
De forma a esclarecer algumas destas dúvidas ou apenas para satisfazer alguma curiosidade do que está por detrás da Natureza implicada na sua criação, iremos realizar um breve resumo, que não seja muito exaustivo, para que se entenda um pouco sobre recursos geotermais, termas e a sua aplicação à saúde.
Do ponto de vista geo-natural, Portugal Continental encontra-se numa zona passiva, isto é, num local onde com pouca frequência ocorrem sismos de grandes magnitudes e onde não existe qualquer acção vulcânica e criação de montanhas, como acontece, por exemplo no Nepal com os Himalaias. Contudo isto não implica que não estejamos próximos das zonas geológicas onde haja grande actividade, como não significa também que há milhões de anos atrás não estivéssemos sob o efeito desses mesmos eventos, ou ainda que não existam falhas activas no nosso país.
Um dos aspectos que se deve ter em atenção é o facto de, independentemente do local do Globo onde nos situarmos, à medida que a profundidade é maior, a Temperatura aumenta igualmente- chama-se a esta variação Gradiente Geotérmico. As rochas vão arrefecendo mais lentamente em profundidade, do que aquelas que se encontram à superfície, devido ao facto de reterem ainda o calor interno de formação da Terra e também devido à presença de elementos radioactivos que ao libertarem energia geram calor. Em casos onde se verifique que as rochas mais próximas da superfície apresentam temperaturas acima das esperadas, pode-se afirmar que existe uma anomalia geotérmica positiva, pelo que, se forem perfuradas e se encontrarem próximas de fluidos aquosos, estes estarão também aquecidos devido à proximidade em que ambos se encontram. Na maioria dos casos, para que ocorram grandes variações de temperatura e para que água de pouco profundidade se encontre a temperaturas acima de 80º, é preciso que se esteja numa zona de transição entre placas tectónicas, (sobre as quais se encontram os continentes e oceanos), pelo que, quando existe um transporte até à superfície de material quente que irá dar origem a determinadas estruturas, este vai aquecer de forma muito intensa tudo pelo qual atravessa, como acontece nos Açores, para dar um exemplo. No Continente verifica-se que as águas que se podem considerar termais não atingem temperaturas superiores a 80º.
Uma vez que o nosso país se engloba, de acordo com a convenção adoptada do Atlas dos Recursos Geotérmicos da Europa, dentro dos limites de ocorrência de águas termais (o limite mínimo corresponde a 20º), deve-se referir que os valores variam até os 80º acima mencionados, nunca atingindo os 100º, mesmo em sondagens/ perfurações de grande profundidade. A nossa energia geotérmica é assim considerada como sendo de baixa entalpia. Estas ocorrências termais estão desigualmente distribuídas pelo território nacional, podendo, no entanto observar-se uma maior concentração nas regiões do Norte, uma vez que Portugal se encontra dividido em zonas cujas características geológicas e estruturais diferem significativamente.
É geralmente no cruzamento de grandes falhas regionais, que se encontram as melhores condições para a ascensão até à superfície de fluidos aquosos termais que são provenientes das zonas mais profundas, através da criação de circuitos hidrominerais. Estes fluidos tanto podem ter tido origem na formação rochosa, por desidratação, como podem ter sido absorvidas e captadas por lençóis freáticos, mas ambos os tipos são ricos em minerais constituintes das rochas que atravessaram.
As grandes províncias geoquímicas do nosso país, as quais correspondem aos limites das unidades paleogeográficas e tectónicas, são:
Maciço Hespérico, com as zonas Centro-Ibérica (Galiza e Trás-os-Montes), Ossa-Morena e Sul Portuguesa Orlas Meso-Cenozóicas ocidental e algarvia Bacia Terciária do Tejo e Sado (Rib. Et al, 1979) Como já referido, as nascentes termais localizam-se principalmente na zona norte e centro do Maciço Hespérico- Centro-Ibérica, estando a sua distribuição intimamente relacionada com grandes acidentes tectónicos, como é o caso da falha Penacova-Régua- Verin, pelo que se admite que os fluidos quentes de origem profunda possam ascender em circulação forçada a favor de zonas que se deixem atravessar melhor pelas mesmos, ou seja, podem escapar através das fissuras que são criadas nas rochas.
April 01, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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Faltam figuras
A figura ilustra um modelo simplificado para a evolução dos isótopos de Sr no manto superior, com início na Terra primordial (modelada a partir dos condritos), há cerca de 4,55 Ga.
A razão 87Sr/86Sr no manto nesse momento era de 0,699. Desde então, a mesma razão tem vindo a aumentar, no manto superior, à medida que a pequena quantidade de 87Rb no manto decai, assumindo uma razão inicial Rb/Sr de 0,032. Sem qualquer interferência, nos dias de hoje a razão 87Sr/86Sr ir-se-ia projectar com valor 0,7045.
Assumindo que aos 2,9 Ga o manto sofre uma extracção magmática temos que: uma vez que o Rb é mais incompatível que Sr, visto ter maior afinidade com a fase líquida, vai ser removido pela mesma, empobrecendo o manto em 87Rb o que leva, consequentemente a uma redução na produção de 87Sr. O resíduo é então caracterizado por uma razão Rb/Sr de 0,01, ou seja, mais baixa.
À medida que o tempo passa a razão 87Sr/86Sr vai continuando a aumentar, mas a uma velocidade mais baixa pois a razão Rb/Sr também é mais pequena. Na actualidade a porção do manto vai ter uma razão 87Sr/86Sr mais baixa do que se tivesse evoluído sob condições primordiais, sem alteração. O valor do basalto reflecte o valor do manto de onde o magma derivou. A fonte mantélica deste basalto tem um empobrecimento integrado no tempo, isto é, para o MORB-N estar posicionado naquele ponto é porque houve alterações. Se considerarmos que parte do manto que sofreu alteração foi enriquecida, a projecção seria em MORB-P mas, uma vez que continua abaixo da recta da normal, o seu significado continuaria a sugerir um empobrecimento, uma vez que é essa a resultante.
Assumindo um enriquecimento em Rb aos 2,5 Ga, a razão Rb/Sr será mais elevada e a razão 87Sr/86Sr também é maior. A fonte mantélica é caracterizada por um enriquecimento integrado no tempo.
Causas para o enriquecimento:
Vamos considerar uma porção do manto que por um processo qualquer sofre extracção magmática, então a razão Rb/Sr diminui na fonte e o magma que sai possui uma razão Rb/Sr por sua vez mais alta, devido à maior quantidade de Rb.
O magma tanto pode ir para a superfície (vulcanismo, etc.) ou veincular porções do manto suprajacentes. Se uns milhões de anos mais tarde esta porção fundir (1), o manto como um todo vai ter uma razão Rb/Sr mais alta que a inicial e a assinatura será do tipo:
Figura.
Sistema Samário – Neodínio:
São ambos elementos incompatíveis com maior tendência a fraccionar nos líquidos.
Como o Nd apresenta menor número atómico é um pouco maior que o Sm, concentrando-se mais nos líquidos por maior incompatibilidade.
A razão Sm/Nd decresce com a fusão parcial (comparado com a fonte) ou em líquidos tardios resultantes da cristalização fraccionada.
A vantagem de usar este sistema em relação a Sr, é que este último é facilmente alterável com água ao contrário de Sm e Nd que, por possuírem elevado potencial iónico (HFSE), têm menor mobilidade na presença de fluidos aquosos.
Em rochas metamórficas e alteradas, os resultados são mais fiáveis do que usar isótopos de Sr.
Entre os inúmeros isótopos de Sm e Nd, dois estão relacionados com processos de decaimento radioactivo: 147 Sm → 143 Nd.
(figura)
Este gráfico é análogo ao do sistema Rb/Sr e mostra a evolução da razão 143Nd/144Nd no manto superior ao longo do tempo. CHUR corresponde a “chondrite uniform reservoir” e a linha CHUR Bulk Earth (1) mostra a evolução da razão do manto se for um sistema fechado; uma vez que Nd não é um produto radiogénico é constante ao longo do tempo.
À medida que 147Sm decai para 143Nd, a razão 143Nd/144Nd aumenta (igual a 87Sr/86Sr).
Contudo, uma vez que neste sistema o elemento filho Nd é mais incompatível que o pai, Sm, o enriquecimento e empobrecimento do manto vai ocorrer de forma contrária ao sistema anterior.
O manto empobrecido apresenta razões 143Nd/144Nd mais elevadas que o manto enriquecido. Se aos 2,5 Ga ocorrer um fenómeno de fusão parcial é removida maior quantidade de Nd do que Sm. O manto fica assim empobrecido em isótopo filho do que em Sm, por contraste a Rb/Sr. Como resultado deste empobrecimento a elevada razão Sm/Nd irá gerar, por fusão parcial mais 143Nd do que 147Sm relativamente à razão original de 143Nd/144Nd.
Outras zonas do manto podem tornar-se enriquecidas (através de melts que ficaram residentes e concentraram localmente Nd, ou fluidos metassomáticos que concentraram e depositaram Nd). Estas áreas enriquecidas do manto seguem a tendência do enriquecimento reflectindo baixas razões de Sm/Nd que resultam na geração de pequenas quantidades de 143Nd, possuindo um efeito diminuto nas largas quantidades de Nd iniciar do sistema.
Os basaltos derivados do manto têm a mesma razão 143Nd/144Nd que a fonte mantélica no momento de fusão parcial porque o Nd não sofre fraccionação de massa durante a mesma ou em processos de cristalização.
April 01, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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April 01, 2009
BY Cláudia Paiva Silva 0
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"Crack The Shutters"
You cool your bedwarm hands down
On the broken radiator
When you lay them freezing on me
I mumble can you wake me later
But I don't really want you to stop
And you know it so it doesn't stop you
You run your hands from my neck
To my chest
Crack the shutters open wide
I want to bathe you in the light of day
And just watch you as the rays
Tangle around your face and body
I could sit here for hours
Finding new ways to be awed each minute
'Cause the daylight seems to want you
Just as much as I want you
Its been minutes Its been days,
I remember all I will remember
Happy lost in your hair
And the cold side of the pillow
Your hills and valleys
Are mapped by my intrepid fingers
And in a naked slumber
I dream all this again
Snow Patrol