Cláudia Paiva Silva

Wednesday, September 24, 2008

Palavras para quê?

Tuesday, September 23, 2008

Pedro Tochas- O home ainda vive por estas bandas.. mas é só mesmo "ainda"
September 23, 20080 Comments
ESPECTÁCULO A NÃO PERDER!!!!!!!
Pedro Tochas vai apresentar o seu espectáculo "Já tenho idade para ter juízo" de Norte a sul de Portugal naquela que será a sua maior Tournée de todos os tempos. Não percas aquele que já foi considerado o seu melhor espectáculo de sempre. Espectáculo a não perder para quem gosta de boa comédia... quem gosta de má comédia também pode ir. Os bilhetes já estão à venda!!! FRIZE Apresenta PEDRO TOCHAS - Já tenho idade para ter juízo TOUR 2008 2, 3 e 4 de Outubro PORTO Teatro do Campo Alegre 7 de Outubro COIMBRA Teatro Académico de Gil Vicente 17 de Outubro LOULÉ Pavilhão Desportivo Municipal 18 de Outubro MONTIJO Cine-Teatro Joaquim d' Almeida 25 de Outubro SANTA MARIA DA FEIRA Cine-Teatro António Lamoso 31 de Outubro VILA REAL Teatro de Vila Real 6 de Novembro LEIRIA Teatro José Lúcio da Silva 7 de Novembro PORTALEGRE CAEP 15 de Novembro BRAGA Theatro Circo de Braga 21 de Novembro TORRES NOVAS Teatro Virgínia 22 de Novembro LAGOA Auditório Municipal de Lagoa 29 de Novembro ÍLHAVO Centro Cultural de Ílhavo Toda a informação sobre as bilheteiras em :http://www.pedrotochas.com/idade.htm ou sobre o artista em:http://www.pedrotochas.com
Com o meu selo de aprovação e qualidade!!!!
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Thursday, September 18, 2008

Egon Schiele
September 18, 2008 2 Comments
Egon Schiele (Tulln an der Donau, 12 de Junho de 1890Viena, 31 de Outubro de 1918) foi um pintor austríaco ligado ao movimento expressionista. Nasceu no seio de uma família humilde, sendo que seu pai era um trabalhador do caminhos de ferro. Em 1905, com quinze anos, Schiele perdeu o pai por causa da sífilis. A partir dessa data ficou aos cuidados de um tio materno que reconheceu o seu valor artístico e o apoiou. No ano seguinte ingressou na Akademie der Bildenden Künste, em Viena, onde estudou desenho e pintura, em oposição à vontade de sua mãe que queria vê-lo a seguir os passos do pai. Em 1907, Schiele conheceu Gustav Klimt que, interessado no seu trabalho, fez dele o seu "protegido". Ajudou-o comprando os seus trabalhos, apresentando-o a pessoas influentes, arranjando-lhe modelos, entre outras coisas. A sua primeira exposição foi em 1908 na Klosterneuburg. Insatisfeito com o caracter conservador da academia, Schiele abandonou os estudos e, juntamente com outros colegas que partilhavam a mesma insatifação, criou o grupo Neukunstgruppe ("Grupo nova arte"). Liberto do conservadorismo, começou a explorar mais a forma humana e também a sexualidade. Em 1911, conheceu Valerie (Wally) Neuzil, a rapariga com dezassete anos com quem começou a viver em Viena usando-a também como modelo para alguns dos seus melhores trabalhos. Para fugirem à vida na cidade mudaram-se para Český Krumlov (Krumau). O seu estilo de vida (que incluia pintar modelos adolescentes da zona) teve um impacto negativo na população. Este impacto fez com que se mudassem de novo, desta vez para Neulengbach. Como estavam perto de Viena (cerca de 35km), o seu estúdio tornou-se num ponto de encontro de crianças deliquentes. Também aqui o seu estilo de vida não era de agrado das outras pessoas. Schiele chegou mesmo a ser preso por ter seduzido uma menor. Quando os polícias o foram prender levaram também vários trabalhos que consideram pornográficos. Schiele foi preso por 21 dias, não por ter seduzido a menor, mas sim por ter alegadamente exposto trabalhos pornográficos num local acessivel a menores. Em 1915 Egon deixou Valerie e ficou noivo de Edith Harms, vindo a casar-se no dia 15 de Junho desse ano.
Em 1918, Schiele foi convidado a participar na 49º Secessão em Viena. Teve 50 trabalhos aceites na exibição que foram postos na sala principal. Fez também o poster para a exibição, o qual era inspirado na Última Ceia, com o seu retrato no lugar de Cristo. Este acontecimento foi um tremendo sucesso tendo resultado na subida do valor económico dos trabalhos deste artista. Durante o útlimo ano da sua vida, Egon Schiele fez várias outras exposições igualmente com sucesso.
No outono de 1918, Edith, grávida de seis meses, foi uma das mais de vinte milhões vítimas da gripe espanhola, morrendo a 28 de Outubro. Três dias depois da sua morte, Schiele abandona também a sua vida. Durante estes três dias, Egon Schiele fez alguns reatratos de Edith, tendo sido estes os seus últimos trabalhos. Este grande representante do expressionismo austríaco deixou trabalhos onde estavam a representados seres humanos transfigurados por sentimentos fortes implícitos no seu traço, amantes revirados em amontoados de lençóis brancos, diversas mulheres posando para ele e auto-retratos provocantes mostrando a sua visão de si (provavelmente), assim como também fez algumas paisagens e residências burguesas, nos quais exibe um estilo cuidadoso e elegante, de traços bordados, com fortes contrastes entre ocres e cores primárias. Actualmente as suas obras mais importantes encontram-se em museus de Viena e da Suíça assim como em importantes coleções particulares.
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Wednesday, September 17, 2008

Um segredo Fechado
September 17, 20081 Comments
Longe daqui tens um segredo guardado
para abrir num lugar mais desejado
no lugar onde possas saber
o que por ser segredo não podes dizer
serás tu a sombra que olhas no chão
serás a promessa que trazes na mão
de que serve o teu disfarce e o teu secreto olhar
se não tens ninguém a quem te revelar
serás o silêncio ou o sonho desfeito
será teu o grito que arrancas do peito
de que vale teres a lua e o céu inteiro para voar
se não tens ninguém a quem te poder dar
longe daqui tens um desejo fechado
para abrir num lugar mais arejado
no lugar onde possas saber
o que há já muito tempo ficou por dizer
serás tu a sombra que olhas no chão
serás a promessa que trazes na mão
de que serve o teu disfarce e o teu secreto olhar
se não tens ninguém a quem te revelar
serás o silêncio ou o sonho desfeito
será teu o grito que arrancas do peito
de que vale teres a lua e o céu inteiro para voar
se não tens ninguém a quem te poder dar
fixaste o teu olhar no meu
ficaste longe daqui... tu estás longe de ti
tão longe de nós
corres para te salvar noutro lugar
serás tu a sombra que olhas no chão
serás a promessa que trazes na mão
de que serve o teu disfarce e o teu secreto olhar
se não tens ninguém a quem te revelar
serás o silêncio ou o sonho desfeito
será teu o grito que arrancas do peito
de que vale teres a lua e o céu inteiro para voar
se não tens ninguém a quem te poder dar
Classificados
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Monday, September 01, 2008

Olá a todos...Mais um Ano.
September 01, 20080 Comments
Nem sequer posso chamar férias ao que tive e pelo que passei neste mês de Agosto. Não posso sequer dizer que apreciei o Verão em pleno ou que me maravilhei por aqui ou além. Estive realmente dez dias fora do país, mas assim que voltei a colocar cá o pé comecei a ver que o cenário se estava a tornar mais negro, tanto lá fora, como dentro da minha própria casa, na minha família. Nuvens muito escuras começaram a pairar sobre as nossas cabeças ainda que lá fora o azul do céu e o calor do Sol dissessem o contrário. Foi mais uma situação daquelas impossíveis de acontecerem, ou que só acontecem aos outros. Olhamos para o mundo em formato TV e vemos um assalto com reféns e que só poderia acabar ainda pior que acabou, numa zona que conhecemos tão bem, porque acaba por fazer parte do nosso quotidiano e ainda assim pensamos: "Bolas, isto só pode acontecer aos outros!". Mas depois, acontecem-nos coisas bem piores e ficamos sem saber o que fazer perante as mesmas. Vivemos numa bolha de sabão que quando rebentar irá provocar estragos ainda maiores, ou então, acabamos por nem nos apercebermos do que aconteceu porque a vida não pára, e todos os dias ocorrem situações novas para nos fazer esquecer um pouco a dor daqueles que partem sem aviso prévio. Fiquei a perceber o quanto os meus amigos são importantes para mim e o quanto eu iria perder na minha alma, se algum deles um dia morresse também. Acho que parte de mim iria com eles. E se tenho andado ansiosa e a adiar a minha vida é por pura preguiça, porque na realidade o que eu pretendo mesmo é que o tempo pare por uns belos minutos e fiquemos assim, em modo silencioso e still para recuperarmos um fôlego e fogo há muito extinto. Preparo-me para mais um ano de faculdade quando já a deveria ter terminado. Vai começar mais um ano na vida de muitos nós. Realmente é isso, vai começar mais um Ano...
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Friday, August 08, 2008

Eu bem disse que alguma coisa de extraordinário deveria acontecer hoje...
August 08, 20080 Comments
e não estava a mentir...
"Mercúrio, Vénus, Marte e Saturno são os quatro planetas que ficam exactamente antes e depois da Terra, nos sistema solar. E esta noite quase formam um alinhamento perfeito no céu. Não é um alinhamento perfeito, uma vez que 'aparecem' estão a alturas ligeiramente diferentes, mas quase. O fenómeno acontece entre as 20h30 e as 21h30 e pode ser visto a poente, quase na linha do horizonte. A olho nu, são apenas pontos de lúz no céu, mas para os observadores preparados é possibilidade de ver quatro planetas na mesma linha horizontal, quando na verdade estão a milhares de quilómetros da Terra e a distâncias completamente diferentes uns dos outros."
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Hoje é dia 8 de Agosto (mês 8) de 2008
August 08, 20080 Comments
Espero que não aconteça mais nada de horroroso, embora à vezes pense que estamos perto dos "dias do fim"....Em contrapartida, a vida são dois dias, o Carnaval e a Festa do Avante, três, logo os comunas têm mais sorte que os restantes mortais, e pelos vistos, os brasileiros também. Enfim...
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Wednesday, August 06, 2008

Texto de Miguel Esteves Cardoso- Elogio ao Amor
August 06, 20081 Comments
'Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito.Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em 'diálogo'. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam 'praticamente' apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do 'tá tudo bem, tudo bem', tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso 'dá lá um jeitinho sentimental'. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A 'vidinha' é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.'
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Tuesday, July 15, 2008

É já hoje
July 15, 20080 Comments
que me vou durante 10 dias. Dia 28 de Julho recomeça-se a labuta, e Agosto promete ser um mês muito interessante. Beijos a todos e a todas!
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Saturday, July 05, 2008

Ressacando
July 05, 2008 2 Comments
Eu não bebo, mas sofro ressaca pelos que o fazem. Eu não fumo, mas tenho problemas de respiração pelos outros. Eu gosto dos Classificados () mas vejo James Blunt à pala deles. E nunca pensei que o conseguisse fazer. Ainda pensei que ontem à noite a Praça de Touros do Campo Pequeno não enchesse, até porque, a 1ª parte, que coube à banda portuense mencionada acima, estava bastante morta, com excepção de algum pessoal que, tendo ganho à pala de um passatempo bilhetes para ir ver aquilo tudo, estava a gritar e a cantar em plenos pulmões as canções que se passeiam pelas rádios nacionais e não só. Depois pensei que deveria ficar por ali (frente do palco) para apoiar psicologicamente o rapaz com voz esganiçada, uma vez que aquilo não havia maneira de ficar composto. Esqueço-me sempre que o publico portugues não gosta de bandas nacionais, e, como tal, estava mesmo à espera que as luzes se apagassem para entrarem em cena, juntamente com James e su pandilla. Ora, já que estava mesmo ali em frente, que me deixasse ficar. Conheci afinal gente porreira do Norte e porreira do Sul, e, tendo confirmado que James Blunt deve, de quando em vez, ser atormentado por algum diabo (bastava ver a cara de sofrimento do homem ao cantar, ou então os olhares lascivos e assutadores que nos lançava), também fiquei com a impressão, ainda não muito bem definida que ele, dá um show do caraças. Presumo que o pessoal que tivesse ficado sentado fosse maior de 40 anos, pois à minha frente estava uma senhora com os seus 50 e respectivo marido que saltava a páginas tantas (isto para provar que a idade não tem nada a ver. Eu tive ontem à tarde um exame na faculdade durante 3 horas, ainda vim a casa e voltei a Lx, acabando por ficar partida para o resto do fim de semana. E tenho 24 anos. E não saltei, e não pulei e, sinceramente, também não cantei, porque do sr. Blunt não conheço praticamente nada!), mas aquilo que me impressionou, foi que essas pessoas estavam saltadas e continuaram sentadas, mesmo quando o James pedia, mas pedia mesmo!, para que se levantassem. Bom, valeram-lhe os coros, porque se há coisa que nós gostemos de fazer é cantar com os artistas. E diga-se de passagem, ouvi melhor o pessoal à minha volta do que qualquer palavra vinda do palco, o que é mau, porque supostamente a acústica deveria ser boa. Ainda deu para gozar um bocado, mas fiquei assustada quando dei por mim a gostar de algumas canções e, quando dei por mim a retribuir o olhar lascivo ao sr. Blunt. O que vale é que o meu coração bate por e em outras terras, não vá alguem pensar que fiquei pelo beicinho. Nada disso! Mas até gostei de ouvir o 1973. (Gostei de ouvir quase todas, mas esta é a unica que me lembro do nome, sem contar com aquela do You're Beautiful...). Valeu a pena, porque, foi giro, o pessoal era porreiro, nem se esperava outra coisa, porque a 1ª parte foi muito boa, e James Blunt foi um espectáculo!
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