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Showing posts from 2016

Como se tornarem numa real bestinha? Perguntem a Gustavo Santos.

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Quem é o Gustavo Santos?  Na verdade, eu não sei bem - acho que apresentava o Querido, Mudei a Casa, e fora disso, escrevia umas patacuadas no Facebook na linha da auto-ajuda. Em tempos viu-se o nome dele envolvido numa polémica qualquer (porque comentou já nem sei o quê e muitas pessoas ficaram em modo "ira"), mas depois passou. Eu acho-lhe alguma piada, mas quando ele tenta dar exemplos básicos às pessoas, quase que nos toma por estúpidas (e como a maioria até é, podem interpretar as coisas de uma forma menos boa e mais radical). 
Sei que, contudo, escreveu um livro. Ou melhor, pagou a alguém para lhe publicarem um livro. E a coisa pelos vistos vendeu. Quanto mais não seja para os leitores terem algo com que se rir de manhã nos transportes públicos, ou, em caso de SOS, que lhes sirva de papel higiénico. 
O Gustavo apresentou em duas páginas do seu livro um exemplo brilhante de como aquilo que nós queremos (o nosso EU quer) é mais importante do que qualquer outra coisa. Atençã…

Chaves

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A promessa de ir a Trás os Montes já me foi cumprida. E que surpresa ter sido recebida de braços abertos.

When Love Takes Over

Existem momentos únicos na vida.  Há coisas que realmente não se explicam, apenas se sentem, e que sabemos que não podem ser meras coincidências. 
Quem me conhece sabe o quão importante é a minha família de Amigos, aqueles que mesmo à distância, mesmo com silêncios prolongados, está lá sempre. O grupo dos jantares que se fazem duas vezes por ano, sem hora para terminar, com cartadas à mistura e muitas palermices ditas e escritas (Jamie Foxx = Cantor de ópera cego, como exemplo). 
No sábado casou-se um desses melhores amigos, um dos meus irmãos sem ser de sangue, aquele irmão da família que podemos escolher ter. Aliás, agora ganhei uma irmã (oficial) a mais, o grupo só irá ter tendência a crescer. 
Ninguém, nem eu mesma, saberá o quanto de Felicidade o dia 10 de Setembro me encheu a alma, ninguém poderá perceber como um casamento e festa "normais" se tornam únicas só porque celebraram aquela União. 
E diz-se à boca cheia que em Dezembro haverá mais, de outro irmão (e irmã), também…

Aqui vem...

É o Outono. A queda das folhas, os dias mais curtos, aquele calor que já pede um casaco ao final do dia, um recanto num café enquanto as pessoas passam a caminho de casa. Com o Outono vêm os fins e os princípios. Os fins de férias, de banhos de sol e mar, dos amores estivais (que podem ser doces ou deixar marcas a ferro e fogo), mas também os começos. Os inícios. As coisas boas, a sensação de novidade.  O meu ano termina e começa nas férias de Verão. Os meus fantasmas são enterrados nestas alturas. Outras pessoas poderão ou não manter-se, ir embora, ou entrar. Só o Universo saberá qual a escolha certa. 
Mas este Setembro trouxe Esperança com ele. Assim. Do nada. Sem esperar. Sem procurar. 
E não vou estar aqui com merdas, porque tenho realmente medo. Medo de repetições, medo das pressas, medo de não saber parar a tempo. Medo de um dia não estar lá alguém. 
"Se tu caíres, eu vou lá estar..." - Mas não esteve. 
Não. Vou. Repetir. A. Queda. Sem. Rede. 


O que é que sente?

- Sentir ainda não sinto, começo é a ter aquela sensação de barriga embrulhada...
- Sintomas de nervoso miudinho?
- Sim, acompanhado por aquele sorriso tolo.
- Qual a frequência desses sintomas?
- Começa a ser mais do que 3 vezes por dia?
- Podemos estar aqui perante a doença de "Borboletas no Estômago"... (expressão de pena)
- Oh não Doutor!! Isso não!! Como podemos reverter a situação? (expressão de pânico e descrença)
- Não podemos - ou melhor, poder, pode. Mas sabe quais são os efeitos secundários.
- Coração partido.. (expressão triste)
- Exacto; mas escute, a probabilidade de isso ocorrer é igual. Resta saber se vai doer mais ou menos. A escolha é sua.
- Pois sim, Doutor. Eu percebo. A escolha é minha. 

Fade Out... 

Instagram vs. Tinder vs. Facebook

Sou utilizadora do Instagram e tenho perfil activo e verdadeiro no Facebook. Só segue (não é quem quer) quem eu quero que me siga - raramente tenho pedidos de "amizade virtual" e na maioria das vezes sou eu a enviar os mesmos a gente que me parece porreira - mas que ao primeiro desvio comportamental, sai banido para todo o sempre. Muitas vezes com direito a "verificação de conta". No último ano (2016) admito que à pala do Instagram tenho adicionado muito mais malta ao Facebook - o Instagram não deixa de ser uma rede social só porque foi criado com a ideia de partilhar fotografias instantâneas tiradas com iPhone ou smartphone. Hoje em dia é um espaço acima de tudo publicitário, mais do que um espaço onde imensos artistas mostram os seus portefólios.  Contudo, também já dei conta que o Instagram pode uma espécie de novo Tinder - a possibilidade de haver conversas em modo privado, partilha de fotos pela mesma via, mensagens essas que podem ser apagadas automaticamente …

Vamos lá então falar sobre o Pokemon Go

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Diz que foi uma febre passageira, uma moda rápida de Verão, como todas as paixões e vícios.
End of story. 

E como estou a fazer 10 anos e porque também mereço coisas bonitas...

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Aqui deixo fotos tiradas pela minha própria pessoa.
Porque eu sou uma rapariga fixe!
#10anosdeblogue #éspoucoconvencidaés


(Castelo de Vide)

(Castelo de Vide)

(Serra de São Paulo - Castelo de Vide)

(Bairro da Bica - Lisboa)

(República dos Kágados  - Coimbra)


(Sé Velha - Coimbra)

(Real República Prá-Kys-Tão - Coimbra)

(Noite de Santo António - Praça da Alegria - Lisboa)

10 anos de A Carroça da Clau

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Pronto. Era apenas isto. 

Outra vez...? Sim, outra vez, porque o blog é meu e escrevo o que quiser.

Teoria do Caos.
Ponto primeiro: O problema do terrorismo na Europa tem, obviamente, como pilar base, algo que nos chega a partir do médio Oriente. 
Ponto segundo: Os terroristas da Europa são (na sua grande maioria) europeus. Não são do médio Oriente. 
Ponto terceiro: Então que raio se passa? (Porque existe toda uma população europeia que não quer - não quer mesmo! - compreender como é que chegámos a este ponto). 
Faço esta analogia constantemente. Olhemos para a população emigrante portuguesa e olhemos para os seus descendentes luso-qualquer nação. Verificamos, de uma forma bastante rude e preconceituosa, sem dúvida, que estas comunidades estão e são bem demarcadas da sociedade onde estão inseridas. Ou seja, mesmo que estejam todos legais, mesmo que paguem os impostos, que frequentem as mesmas escolas, trabalhem nas mesmas empresas, etc., somos uma comunidade fechada sobre si mesma, com as suas paranóias, preconceitos e formas de estar. Com jovens que não querem estudar, que se vestem to…

#jesuis....jenesaisquoi

#jesuis #prayfor
#fuckyouall
Tempos loucos estes de manifestações pacíficas. Tal como mencionei num post anterior, todos podemos agora contribuir para um mundo mais justo e pacífico através das redes sociais (ah, afinal apenas podemos espalhar algum veneno moralista e cuspir postas de pescada - 'ca nojo!). 
Ele é hashtag (eu conhecia o símbolo por cardinal: # ) por isto e por aquilo, até pelo que se não deve.  Pessoalmente apenas costumava usar no Instagram (esse novo Tinder - outro tópico #jálávamos), mas agora, basta rebentar uma bomba no centro comercial e lá seguimos nós: #prayforthosewhohadtosmellit -bomba de mau cheiro ok? Embora também resulte em #prayforthosewhowereintheelevatorwhenthefatguyfarted .
Fora de ironias, a verdade é que, uma vez mais, não é com frases feitas partilhadas à exaustão através do Twitter que iremos controlar os radicais, cada vez mais radicais, e cada vez mais europeus, e as suas acções. Não é com frases feitas que iremos impedir (bom, neste caso os estad…

Já me ia esquecendo...

Ganhámos o Europeu.

Em praticamente todas as modalidades.
Só nos falta a modalidade terrorista. Not there yet. Não há franceses suficientes. 

Turquia, esse belo país democrático.

Gosto da Turquia. Nunca lá fui, diga-se, mas gosto.  Parece ser uma coisa bonita ali, plantava junto ao Bósforo, Mediterrâneo, Egeu, Negro, a porta do Oriente, um local onde durante centenas de anos, várias raças e religiões conviveram em paz. Um país para onde (na altura ainda Império Bizantino) se concentravam as diásporas de vários outros povos em fuga. 
Gosto agora ainda mais da Turquia. Um país que faz fronteira com o Irão, a Síria, o Iraque e, ainda assim, consegue ter tantos atentados como a França. Um país onde os direitos humanos são assegurados todos os dias, onde a liberdade de expressão é marcante, onde o voto é livre. 
A verdade é que Erdogan é um verdadeiro homem político. De verdade que foi eleito em eleições livres e democráticas, em que o povo o elegeu como seu representante, povo esse que há dias, quando em menos de 4 horas foram mortas cerca de 300 pessoas só porque, enfim, eram contra o Estado, foi para a rua aplaudir o contra-golpe. Sim, é dessa gente, que apoia fort…

Mas como I don't give a fuck...

Diz que fui ao Super Bock Super Rock. Diz que eu não gosto de cerveja - detesto mesmo cerveja, qualquer que ela seja.  Diz que fui ao SBSR no primeiro dia. Queria ver uma lista impossível de concretizar devido às sobreposições de artistas - ainda assim é melhor ver por 50 euros 3 grandes concertos, do que pagar 50 euros, muitas vezes para ver apenas 1 e não raramente também, ser-se embarretado (porque o artista estava com maus fígados, porque o som estava uma merda, porque o público estava a jogar Pokemon Go durante o espectáculo .... já chegaremos a este tópico).
Diz que gostei muito de Temper Trap (embora estivesse sempre a confundir o nome com os Tame Impala). Diz que não percebo a panca associada aos The National (definitivamente não é o meu tipo de som, nem a minha onda). Diz que gosto mesmo de dançar e Disclosure portaram-se muito bem.
Não posso comentar mais nada, porque não vi mais nada. Ah, talvez Lucius tenha sido fixe - elas cantam muito bem, mas o som estava demasiado alto para …

Dias sem fim

Houve uma época em que eu escrevia bem. Tinha jeito para o sarcasmo e ironia, com os quais pautava as opiniões muitas vezes radicais sobre inúmeros assuntos e, não contente, ainda expunha muito do que me é privado. Acontece porém que vamos aprendendo com o passar da idade (há quem lhe chame erros, eu apenas chamo experiência). 
A verdade é que a paciência vai escorrendo muito rapidamente, tanto quanto o Tempo, à medida que vemos os dias ficarem maiores e mais quentes, para logo começarem a ficar mais curtos.  E eu perdi a paciência para muita coisa. É que sabem, antes do fenómeno Facebook, eu já tinha blogue, e já escorria sobre os mais variados temas da (minha) vida. Quem gostava e não gostava, lia, podia comentar ou remeter-se ao silêncio e discussões argumentativas e filosóficas eram remetidas para as duas ou três conversas mantidas através de sms, quanto muito messenger ainda do Hotmail.
Hoje, são às centenas as opiniões que ecoam pelas redes sociais, treinadores de sofá, politólogos …

3.

Não posso usar roupa justa, decotada, mini saias, batom vermelho.
Sou apelidada de mulher da vida, prostituta, puta.
Se for violada ou ouvir piropos, é porque a) estava a pedi-las; b) uma mulher só se veste assim para provocar e chamar a atenção; c) todas as anteriores. 

2.

Não posso dizer que gosto de meninos.
Mas posso comprar armas à vontade que estou apenas a precaver-me. E cuspir para o chão. E bater em Mulheres (não, posso e devo, levar tareias, porque é para isso que a Mulher existe na sociedade).

1.

Também gosto de meninos.
Também sou pedófila, ou isso só funcionaria se fosse do género masculino e tivesse uma pila no meio das pernas? 

Passa a correr...

Há muito que não venho cá, nem para espreitar, nem para matar saudades, nem ser curiosa. Há tanto para dizer, para partilhar, novas imagens para mostrar, mas por vezes falta da paciência mais até do que a vontade. Outras coisas se colocam em primeiro lugar e nem sempre há inspiração ou tranquilidade para escrever, um exercício que para mim é quase uma religião - e como tal deve ser respeitada, ter o seu tempo e lugar para não se tornar ou banal ou ordinária. 
Posso dizer que tenho viajado mais cá dentro, que tenho conhecido terras pelas quais nunca tinha estado antes, que tenho fotografado imenso (nem sempre bem, é certo), que tenho andado ocupada com trabalho (long live Petrel, o Rei!), que tenho estado a ver o Mundo a morrer cada vez mais todos os dias - mas que eu, ao mesmo tempo, tenho andado a distrair-me cada vez mais à mesma proporção (porque só se vive uma vez e não é bom deixar a Vida passar ao lado, à espera de coisas que nunca vão acontecer), que fui ao Santo António (yé yé yé…
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Lisbon.
For those who've never been to Lisbon all I can say to describe it in one word only: LIGHT  It doesn't matter if it's winter time or summer. The city will always be recognized through its light. I have no idea if it is because of the (mostly) white buildings, pale colors that characterize so much almost all of the metropolitan region or because the river (Tagus) reflects in "his" course all of the sun that carries from a long distance. It all confers a mystic soul for the (so I call) "lisboners".  Yes, we are a sailers country - woman of a certain era wore black for those who were taken away by the sea - it still happens from now and then. Fisherman who don't return to their homeland, wifes without their husbands, children who grow up without their fathers. But we are also a country of conquerors, of brave people - who took their Life, Faith (Fado - that magical word) and Courage to the limits of an unknown sea.  The Light it is also within our …
Antes que o dia acabe, este ano foi brindado com um dia extra. Mais um para fazer muito, pouco ou nada. Acho que desta vez serviu para muitos descansarem dos Óscares, outros voltarem aos trabalhos de sempre. Mais um dia apenas que pode fazer toda a diferença ou não.  "Foi apenas mais um dia como outto qualquer.. "

Para não acharem que estou a exagerar e que o meu discurso também denota algum desdém rácico...

http://joaoferreiradias.blogs.sapo.pt/colonia-dimensoes-de-um-problema-de-77807

OS ACONTECIMENTOS de Colónia, Hamburgo e Zurique tiveram o condão de transpor à realidade problemas até então meramente potenciais. Os problemas resultantes de integrações falhadas e exclusões sociais nos imigrantes de primeira e segunda geração, são temas de fôlego das ciências sociais. Os traços comuns entre mexicanos nos Estados-Unidos, turcos na Alemanha e norte-africanos em França foram tratados por Richard Alba, a título de exemplo. Os processos de assimilação e definições identitárias são jogados nos espaços de socialização. É, pois, sempre leviano supor que a mera entrada num país confere automaticamente as condições para a integração total dos sujeitos. Os choques culturais tendem a guetizar os migrantes que se vão fechando nas suas próprias comunidades, reproduzindo os seus padrões autóctones, transitando mal entre clusters culturais. Os atentados na Europa e a adesão de jovens imigrantes de segun…

Qualquer coisa de bastante diferente agora.

Este já tem título.  E é um assunto sério. Afinal o que é que aconteceu em Colónia na noite véspera ao Ano Novo? Ataques sexuais a mulheres? Violações (pelo menos 3 reportadas)? E por quem de facto? Apenas estrangeiros, alemães e estrangeiros, ou estrangeiros "refugiados", ou "estrangeiros sem autorização de residência"? Será que vai virar moda? E que ideia maravilhosa foi aquela da Mayor da cidade dizer para as mulheres andarem a um braço de distância de estrangeiros do género masculino de forma a evitar confrontos? Já agora, pergunto, que distância é essa, a do braço da mulher, ou do braço do homem? E porque não, já agora, evitarem usar saias, maquilhagem, decotes, e assim evitar todo e qualquer tipo de aproximação - com sorte usar um lenço e mais tarde, quem sabe, uma burka?  O que é verdade é que isto realmente aconteceu, e apenas acrescentou mais lenha a uma fogueira que já virou incêndio de grandes proporções há muito tempo. As políticas de emigração estão a se…
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Esta publicação vai sem título. Simplesmente porque não sei bem que título lhe dar: se escrevo "antes e depois" lá estou eu a referir e a comparar o passado com o presente, a velocidade das rotações da Terra e todos esses temas que já começam (até a mim) a irritar. Se escrevo taxativamente "das redes sociais" e sendo eu blogger, utilizadora de Facebook e Instagrammer, parece que estou a queixar-me (e nesse caso, se estou mal, então, que deixe de usar as mesmas). Por isso mesmo não lhe darei qualquer título. É apenas uma constatação. E está ligada com o Instagram. Se é verdade que existem (várias) pessoas que adoram publicitar tudo o que lhes acontece na vida no espalhafato da internet, outras apenas há que fazem alguns desabafos, partilhas, que sim, claramente e invariavelmente têm de estar relacionadas ou com algum assunto pessoal, ou com alguma opinião pessoal. Nesse caso, mesmo com maior cuidado, não estão livres dos comentários dos outros, dos conselhos ou das &…

Os inícios do ano...

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O início de um novo ano civil tem sido, de há uns tempos para cá, pautado quase sempre por notícias fortes. Daquelas que dão murros no estômago, nos deixam em estado catatónico, despertam o nosso estado de alerta geral, independentemente dos nossos próprios começos, das nossas instabilidades ou fragilidades. 2016 não é (até à data) excepção. 
Morreu David Bowie, hoje, aos 69 anos. Um puto, portanto. 
E com isto acabei de ler algo que realmente começa a bater cada vez com mais força dentro de mim e a ganhar a forma de um monstro: "O século XX está a fugir-nos debaixo dos pés". Um dia destes ninguém sabe ou se lembra deste ou daquele elemento que fez parte de todo um conjunto cultural inspirando mais do que duas gerações. O século XX fez-se devagar mas evoluiu a um ritmo interessante, deixando espaço para que as pessoas se conseguissem "apropriar" de alguns momentos, conseguissem identificar-se com determinada forma de ser, de pensar, politicamente e em tudo o resto. A …
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Ano novo, vida nova, mas a chuvinha continua impávida e serena. 
Sempre se disse que quando Deus fecha uma porta, abre algures uma janela, frase feita válida para tentar justificar que nem tudo o que acaba é necessariamente mau ou funciona pelo pior. Simplesmente é altura de aprender com o que se viveu, bom e mau, e tirar conclusões + ensinamentos para o futuro (a tal janela). Para mim mais uma jornada/ ciclo/ momento chegou ao fim e com ela, e com isso, outra se iniciou - sem fazer planos de agenda ou numerações em listas, porque raramente resulta a não ser num contexto de trabalho.  Pois bem, mãos à obra, recordar o passado com carinho mas aceitar que não podemos voltar atrás e repetir os bons momentos vividos. Há agora que trabalhar para o Futuro nos proporcionar ainda melhores e maiores surpresas.  Com isto talvez comece a pensar seriamente a realizar um pequeno portefólio com algumas das minhas fotografias de amadora incipiente. Nada de especial, apenas reunir aquelas que penso serem…