Thursday, January 29, 2015

Batalhas. Guerras. Derrotas.

Da mesma forma como se vai ao topo, se vai ao chão. Há momentos na vida que a desilusão se torna maior do que o restante e o infinito parece mesmo infinito. Uma constante, monótona estrada, sem surpresas. Ou melhor, com surpresas que nos deixam ali mesmo no limbo. A ponderar se não vale a pena deitar a toalha ao chão por uma vez apenas, bater com os pés e dizer que queremos mais do que isto, mais do que esta Vida nos dá. E não é pela falta de luta. É exactamente porque há pessoas que nasceram com o rabo virado para a Lua em todos os aspectos e, outras pessoas que não. Simplesmente apenas são boas em uma ou vá, no máximo, duas coisas e essas, por muito importantes que sejam, não chegam para preencher o restante espaço sideral em vácuo. 

Nem sempre há momentos felizes. Nem sempre o sol se vislumbra pela manhã. 

Wednesday, January 28, 2015

Batalhas, Guerras, Vitórias

Às vezes damos, outras recebemos, outras ainda são simplesmente espaços momentâneos da vida em que as coisas parecem correr sempre mal, mas acabamos por ver o Sol a nascer todos os dias, o que talvez signifique que afinal, nem tudo pode estar assim tão errado. 
É verdade que as batalhas são muitas, e que as vitórias, quando conseguidas, conquistam-se com muito suor, trabalho e, se bem concretizadas, sem causar vítimas pelo caminho. É um ciclo desgastante? Sim, sem dúvida, é mesmo. É complicado lidar com a pressão em nosso redor, é complicado lidar com a nossa própria pressão. A auto-imposta é ainda mais destrutiva por vezes. 
Mas quando conseguimos atingir o cume da montanha - mesmo que depois o objectivo seja encontrar o nível base, - esse gozo pessoal, ninguém nos pode (ou deve) tirar. 
E sim, somos vencedores, todos, quando realmente conseguimos alcançar os nossos objectivos. Parabéns para NÓS! 

Tuesday, January 20, 2015

Nada acontece por acaso. Mas isso é uma questão de ocasião.

É engraçado como com relativa facilidade dizemos que nada acontece por acaso ou que ninguém entra na nossa vida só por "dá cá aquela palha". A verdade é que na maioria das vezes até podemos conhecer pessoas novas, mas é preciso trabalhar para as manter, se é que as queremos manter por perto. E isso nada tem a ver com destino ou com o "estava escrito". Se assim fosse, a maioria de nós estaria sozinho. É verdade! Porque não somos iguais, porque temos de conhecer e nos deixar conhecer, as manhas uns dos outros, porque alguns de nós nascem para ser e ter amigos, outros para criar inimizades. E isso não é nem coisa pre-destinada, nem do acaso. É algo que nasce em nós e que vamos refinando ao longo da vida. Vamos crescendo e conhecendo quem nos rodeia as vamos separando em categorias.
Claro que quando nos aproximamos de alguém é porque temos algum interesse ou porque nos fez despertar curiosidade. Ou porque é bonita, ou porque é inteligente, ou porque, mais raro é certo, será ambas. 
Não me venham com coisas, à medida que os anos passam, passamos a escolher gente com base na beleza, no savoir faire. Claro que depressa descobrimos o seu material interior e real e temos já métodos e meios, mesmo que muito subtis para as "afastar". Mas é isso que se passa mesmo e, mais uma vez, nada de acaso ou não-acaso, aqui. 
É claranmente mais bonito ou romântico, vá, digamos, "mágico", acreditar em algo assim. Mas podemos também olhar para a questão de outra forma. Tirando os interesses ou gostos em comum, nós atraímos aquilo que emitimos. Se emitirmos 1 frequência positiva, alegre, descontraída perante a Vida, recebemos gente no mesmo prisma de energia. Se estivermos contudo noutra agulha, será óbvio que iremos atrair pessoas igualmente depressivas (e muitas delas sugadouras de Luz, o que também não é muito aconselhável). Não estou com isto a querer dizer que não mereçam a pena, claro que sim, e são geralmente excelentes criaturas, mas a vida deve ser maior que todos os problemas juntos (e não sou de todo a melhor pessoa para falar sobre isto - sou perita em ataques de mau-humor e fenómenos de "mosca a passar pelos olhos").
Dito isto, quando chamamos a atenção de outrém, há que ter cuidado com os sinais que transmitimos, com aquilo que queremos dela, com aquilo que queremos também dar, porque o pior será atrair e depois, afinal, "ups", não era bem isto, ou então, que foi um erro total.
O chato da coisa é que isso implica um elevado grau de desconfiança. Mais ainda se já temos uma certa experiência em desilusões ou enganos. Mais ainda se atraímos as pessoas certas mas nas piores alturas possíveis (nossas, delas...). Nesse caso, o que fazer? Ah, não sei. Estou a escrever isto porque me apeteceu. Não sou guru, nem coach (que está muito em voga). Mas garanto que se quisermos mesmo levar com a coisa avante, seja o que for, se valer mesmo a pena, há que trabalhar nisso e para isso. Atenção! Não é fazer disso a batalha da nossa vida - porque não vale a pena (e há mais vida para ser vivida paralelamente). Contudo, aí sim, deve-se deixar passar um dia de cada vez, Ver que presente o Presente nos dá. Ah, podem dizer-me, afinal o Destino... Sim, o futuro será o que tiver de ser. Por vezes trabalhamos em algo que se não tiver aquela estrelinha ao lado para ajudar, não tem hipótese. É seguir em frente e deixar o resto para trás. Mesmo que doa. Vai doar. Garanto que dói. Mas o engraçado é que se estivermos dispostos, irão aparecer uma série de novas oportunidades. Espera-se é que o Acaso não faça das suas.
O Futuro chega-nos sempre, mesmo que um pouco mais tarde do que o esperávamos. ;) 

Wednesday, January 14, 2015

Esclarecimento

A História não é vendível. A História não se pode fazer num dia e ser vendida a peso de ouro no outro. A História faz-se, não raramente, de momentos críticos, delicados, que mudam para sempre a face geopolítica do Mundo. Não pode ser levada de uma forma tão ligeira. 

Ao serem vendidos hoje exemplares do jornal Charlie Hebdo por $1500, ou mais, (é ver quem vende primeiro), comprova-se que a História não PODE NEM DEVE ser vendível. 

Não aceito, nem compreendo. 


A ver se meto mão na minha vida...

Just GO WITH FLOW...

HOW HARD CAN IT BE??? 

Monday, January 12, 2015

Farta de fazer castelos no ar. Procurar Príncipes e Princesas de encantar que não existem. Quero da Vida pessoas reais. Com problemas normais, passados e presentes que são o que são. Sem mentiras ou ocultações. Gente que sabe o que é dor e mágoa e lágrimas, sorrisos, gargalhadas, momentos felizes. Gente que seja Gente!  

Tuesday, January 06, 2015

Imagens



Dias que merecem a pena...

2015

Não se deve desejar um Feliz Ano aos próximos 359 dias sem que saibamos realmente o que vai acontecer. Ninguém tem o dom da previsão, então, o que realmente se passa são 359 novas páginas em mais um capítulo da História a que chamamos de Vida. Que valham a pena!