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Showing posts from September, 2013

Aos interessados

... deixei de ter página no Facebook.  É um pouco aborrecido devido essencialmente ao Messenger, mas, para mim, é imperioso estar agora uns tempos longe de redes sociais. Há já uns meses que ameacei fazê-lo, mas outros motivos se impuseram. Agora que já estão resolvidos digo com toda a boa vontade: quem precisar de falar comigo, tem o meu número de telemóvel e os meus endereços de mail. Até o pode fazer por aqui só para "limpar o pó". Mas não me levem a mal. Preciso mesmo de estar um bocadito sossegada daquelas lides... 
Eu não queria dizer nada para não ser desmancha prazeres. Já esta manhã ainda estive (e cheguei a) para publicar o mesmo parágrafo no FB mas acabei por achar melhor não (ou seja, apaguei). Mas aqui, que é um canto estranhamente mais pequeno, não me sinto constrangida. Então passa-se o seguinte: aquela pirâmide submarina, dos Açores ou nos Açores, é muito possivelmente um cone vulcânico.. mas é apenas e só a chamada suposição. Quem sou eu, e que conhecimentos técnicos possuo, para poder afirmar tal coisa... ??? 
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Nascer do Sol na Argélia = Checked. Não que fosse um objetivo de vida a cumprir antes dos 30, mas pronto. Já está feito. Agora estou a recuperar de um jet lag estranho entre um hora a mais em Madrid e Barcelona (escalas de avião) e a mesma hora (portuguesa) em Argel - que fica mais longe do que Espanha, mas o que é que isso interessa? Disso e da dor horrorosa no pescoço por adormecer com uma posição de costas completamente errática durante os voos.  Que achei da capital? Bom, depois de 4 Passport Control, vistorias de scanner e raios-X até mesmo no hotel, achei que... não achei nada. Foi chegar, ver e vencer (aka trabalhar) que a vida não está para passeios turísticos. Mas acho que a Argélia deve ser bem mais interessante do que a sua capital. Just a wild guess.

Help-desk

O que é o iOS5? E o iOS6? E o que tem isso a ver com os Smartphones? Eu deixei de usar o meu de forma displicente; mas esta coisa das actualizações implica que quando o voltar a ligar tenho de instalar uma nova coisa no "Android"? É isso?
O instinto feminino, quando levado à séria, nunca engana. E quem diria que eu conseguia soluçar por alívio e felicidade?
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Tenho a certeza de que tudo te irá correr bem hoje... ou pelo menos, assim espero. Certezas ninguém as tem. Mas já basta de estares sempre com uma nuvem negra em cima de ti. Além disso, és o meu menino crescido e, nisso sim, tenho cada vez mais certezas que mesmo com silêncios, nunca te irei largar. Até porque não faria sentido algo ser tão complicado se não valesse realmente a pena. 
Continuo a insistir que isto de haver segredos entre as comadres e os compadres não é boa política. Hoje, mais uma vez, constato que as pessoas adoram ter vidas duplas. E adoram terminar por vezes conversas com um "o melhor é não dizeres isto a ninguém". Há situações e situações e momentos para tudo. Aos que acham que eu sou um badalo, atentem que eu não sou. Mas sim, padeço do mal de, quando há duas fronteiras, quando no meio de uma guerra, há dois lados - eu, geralmente se não tiver nada a ver com isso-, dou-me exactamente "para esses dois lados". Torno-me bissexual se quiserem assim pensar. Nunca, mas nunca conto nada de segredos a outro alguém. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é: se é uma coisa assim tão pessoal ou restrita a nível profissional, não a contem de todo. É melhor. Porque se algum dia eu quiser mencionar esse assunto, arrisco-me a ouvir um "não sei do que falas". E eu ainda não estou senil ao ponto de não saber o que foi ou não foi…

Vira o disco e.... toca o mesmo.

Ok... lá vamos nós iniciar uma fase de pseudo-silêncio. Que isto de passar (quase) pela mesma situação (nada agradável) duas vezes em menos de um mês é de atirar qualquer pessoa para uma cama de hospital psiquiátrico. E aqui entre nós, estou um bocadinho farta de estar sempre a culpabilizar-me pelos erros da Humanidade em particular, quando a Humanidade também tem que limpar muito bem a casa onde mora. Eu sou doida, chalada mesmo das ideias, mas aturar outros chalados, começa a ser uma dose excessiva. A gerência assim agradece uns minutinhos de silêncio. 
Tal como há aqueles que abominam as praxes académicas (seja de que forma ocorrerem - mais brandas, mais estúpidas, mais originais e positivas), eu defendo a sua continuidade. E é tão simples quanto isto: eu fui praxada, não me lembro de ter sido humilhada e mais ainda, nunca humilhei ninguém nos anos seguintes. A única coisa que terei feito, e com dois berros que devem ter soado como bofetadas sem mão a um moço, poderá ter sido o facto de no meu 2º ou 3º ano de licenciatura, chegar-se perto de mim (vestido a rigor) e perguntar: és caloira de que curso? Epá, deveria estar com os azeites nesse dia porque disse-lhe algo como: respeita os veteranos que por acaso só te ficaria bem. Tens algum representante da comissão de praxe? É que se tornas a empunhar seja o que for a malta que não tem nada a ver com isto, levas uma rebocada em cima e vais parar ao Conselho Executivo.. Vá... só nesse dia utilizei a minha "autoridade" concedida por "anos" e "anos" de estudo.…

E já lá vão 10 anos...

10 anos em que entrei pela primeira vez numa instituição de ensino a nível superior, na FCUL (Faculdade Ciências Universidade Lisboa), e 3 anos em que me matriculei no IST (Instituto Superior Técnico), antes estabelecimento "rivais", agora fazendo parte de um mesmo núcleo de educação. Podia dizer que foram os melhores anos da minha vida estudantil. Mas, muito possivelmente estaria a mentir. Devido a uma série de obstáculos, de problemas vários, de falta de auto-incentivo, de falta de extra-incentivo, as coisas não correram da forma nem mais "natural", nem mais pacífica e, foram muitos os momentos (MUITOS mesmo) em que estive para desistir. Largar tudo e meter-me a trabalhar em qualquer outra coisa. Não via qual a utilidade na minha licenciatura, principalmente quando só conhecia casos de desemprego à minha volta. Ou então de desapontamento. E depois encontrei um caminho. Apostei em algo que gostei à primeira vista, mesmo que não soubesse bem o que queria com aquilo…

Quem é a VOSSA Pessoa??

O conceito de A pessoa, foi-me inicialmente apresentado pela série Anatomia de Grey, onde, em pouco tempo, a Cristina se tornou nA pessoa da Meredith e a Meredith nA pessoa da Cristina. Agora, ao falar com um Amigo, (que também há disso... Amigos com A, amigos com a), voltei a salientar a importância que tem termos uma Pessoa perto de nós em alturas mais complicadas (e mais felizes, em ponto igual) nas nossas vidas. Muito parecido com o tema de ontem, em que nos lembramos mais dos momentos maus do que dos bons, estas Pessoas e estes Amigos só nos aparecem quando estamos realmente no chão, em fase de carência absoluta e, temos tendência de nos esquecermos da sua presença, quando estamos "lá em cima". É feio, muito feito. Porque são eles que nos levantam do chão quando precisamos, e são aqueles que não nos mentem. É um facto! A minha questão é contudo, outra. (Que eu acredito que todos que me leiam - 3 pessoas, saibam do que falo quando menciono A pessoa...) Porque razão A pes…

Roda da Fortuna

A sorte não é algo que nos apareça do acaso. Aliás, o acaso é coisa que não existe. Tudo o que nos acontece (quer acreditamos, ou queiramos, ou não a ambos) tem um propósito e uma finalidade. Tudo o que dizemos e fazemos também. Acção - Reacção (e não me venham dizer que nunca viram o Matrix) - Consequência. Mesmo inconscientemente (e aí entra a tal questão do "destino"), o que fazemos poderá ter resultados inesperados, tanto positivos, como negativos. Geralmente ou não-raramente damos maior importância aos negativos, porque simplesmente são os que nos marcam mais, e muitas vezes, para o resto da vida. Mas faz sentido ser apenas assim? Claro que bater contra a parede leva-nos a aprender lições. Sem dúvida que as situações negativas são aprendizados que temos de ter, senão tudo era bonito e cor-de-rosa, e não fazia sentido nenhum sermos apenas e só felizes. Ter tudo NUNCA é bom. É preciso lutar pelos nossos objetivos e desejos - com rectidão, obviamente -, de forma a termos u…

Outra constatação da vida... mais "light"

Fumar mata.... e estar vivo, também! 

Coisas da chamada "vida real"

Não é que o nosso dia a dia não seja igualmente verdadeiro e importante. Que o é, claro. Mas será apenas para nós. Para o nosso grupo restrito de pessoas próximas e pouco mais. Que quando confrontados ou confrontado algo ou alguém com as nossas pequenas crises diárias não sejamos logo, mas logo, bombardeados com o já famoso "há gente que tem mais e maiores problemas que tu!". E é totalmente verdade. Quando eu ando com as minhas (cada vez mais pequenas em tempo, mas maiores em profundidade) "cenas", não há nada melhor do que ler e ver nas notícias que ocorreu mais um homicídio por violência doméstica, que os EUA andam ansiosos por mais uma guerra - o que é interessante porque começo a perceber que há qualquer coisa de patológico nisso, era como se fosse uma vício do qual não se conseguem libertar e, para resolver, há sempre um país desgraçado, em risco, que precisa de ser "salvo"-, que me sinto logo "muitíssimo melhor", afinal há tanta desgraça n…

O momento em que de repente...

... não é carne, nem é peixe. Pois é. Já cá faltavam os dias novamente mais curtos (e mesmo assim ainda não estão tão curtos como irão ficar) e a estúpida nortada BEM fresca logo pela manhã de forma a que uma pessoa acorde para a Vida quase como que levando murros no estômago. Depois, ao longo do dia tem as fases várias de descasque tipo cebola. A cidade vai aquecendo com o calor do sol a reflectir-se do alcatrão e pedrarias dos prédios, e ao fim do dia, quando vamos ainda dar uma voltinha (para onde nós quisermos), está um bafo quente. Quando regresso a casa é que são elas, novamente a vestir os casacos e as echarpes e o raio que o parta. É que a minha temperatura corporal ainda está marcada pelo fuso de Verão e estar a passar para a fase Outono não perece ser grande coisa. A época balnear também encerra já este fim de semana. Os beach-clubes também. Enfim, é mais um ano que chega ao fim. Literalmente. Não me interpretem mal. Eu tive férias há quase (já!) 2 meses. Retornei à chafaric…
aquele momento em que nos damos conta de que se calhar não é saudade, mas sim, carência... 

E depois temos isto...

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E pronto, o drama show termina... uma pena que perca tanto tempo com coisas que, sendo importantes, não são assim tão drásticas. 
Porque o Sol nasce realmente TODOS os dias... só temos de estar dispostos a aceitá-lo... 


E o bem que me soube este fim de semana...  

Sobre os incendiários...

Antes que me esqueça... a todos aqueles, desde os que provêm das teorias da conspiração, aos loucos que não devem mesmo ter mais nada para fazer, mas que andam por aí a pegar fogo ao País, pena de prisão perpétua não chegava... principalmente quando são responsáveis pelo homicídio de várias pessoas. De Homens e Mulheres.  Pena de morte e com muita porrada em cima antes do derradeiro momento. Aí sim, aí já eu iria gostar de ver. Ah e tal, somos contra a violência, o camandro. Nestes casos o irracional TEM de falar mais alto e geralmente o faz, felizmente...