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Showing posts from May, 2013

Aviso à navegação que me lê o blogue...

Caros, deixo-vos aqui a transcrição do que escrevi entre ontem e hoje na minha página do Facebook. Aconteceu comigo, não é acidente de percurso e poderia ter acabado mal, caso o selvagem tivesse permanecido em silêncio a apenas tivesse corrido atrás de mim. Possivelmente agora eu estaria num hospital. Nunca se sabe. Mas é bem possível que sim. Se conhecerem casos, passem palavra. Quantas mais queixas a REFER tiver neste sentido, talvez aconteça alguma mudança nas mentalidades, ou pelo menos, seja tomada alguma atitude. 
"Aviso à navegação. A entrada da estação de Entrecampos Poente ou terá de ter mais segurança aos fins de semana, ou o melhor é ser interdito o seu acesso no mesmo período semanal. Hoje eu ia sendo atacada por um homem que se encontrava semi-escondido naquela pequena moita que existe na saída esquerda. Se não tivesse corrido e subido à plataforma da Fertagus não estaria aqui, agora, a contar o sucedido. Isto não pode ser, e muito menos continuar. Eu não posso mudar …
Então se eu chamar o Presidente da República de "Palhaço" posso vir a responder em tribunal? Abrem um processo judicial contra mim? Ou, só funciona para as figuras públicas? Exemplo: eu estou na rua, e sou apanhada para responder a algumas questões para um noticiário. E digo que ele (PR) é um palhaço. Sou presa por isso? Vem a polícia atrás de mim a pedir-me a identificação? Ou como sou uma cidadã anónima, não interessa? 

É que por esta ordem de ideias, devo ter já uns quantos processos-crime pendentes.. 

Sobre o Sexo e a Cidade

Num outro blog (O Amor é um lugar estranho) a autora admite nunca ter gostado da série, embora tivesse visto quase todas as temporadas, e que agora, passados anos sobre a mesma, continua a não se identificar com nenhuma das personagens nem com a promiscuidade que por ali se passava (pior só mesmo Anatomia de Grey até... à 8ª temporada, no mínimo).  Eu era igual, mas devido à nossa diferença de idades, presumo que a Kitty seja um pouco mais velha que eu, acredito piamente que, de facto, uma rapariga de 14/15 anos que comece a ver uma série daquelas, até pode perceber o contexto, mas não compreende as piadas, e muito menos gostará de ver algumas cenas mais, fortes. Foi o meu caso. Nunca vi a série, embora todas as minhas colegas achassem que era o MÁXIMO - presumo que fosse a questão de estar na moda, mas eu nunca fui de rebanhos. O que eu sei é que da meia dúzia de episódios que terei visto durante a adolescência e início da maturidade, consegui aproximar-se da personagem Miranda (Cynti…

Como há certas coisas que mudam .... e outras não.

Ao final de alguns anos na Blogosfera, acabamos por seguir com maior interesse uns e outros blogs, sobretudo aqueles com os quais mais nos identificamos. Acontece que os anos vão realmente passando, e as pessoas também. E as mentalidades e ideias ainda mais. Ora, dito isto, só me ocorre dizer que, existem pessoas com as quais continuo a estar em sintonia total, mesmo nunca as tendo conhecido, outras que não gostava, mas passei a gostar e outras que eram realmente fantásticas, mas passaram de bestial a besta assim, num segundo. OK, besta é forte demais, mas sem dúvida que simplesmente já nada têm a ver com a minha forma de ser ou de pensar sequer. 

Heroísmos à parte.

Não sou imparcial no que diz respeito a esta matéria. Se, por questões de saúde a mulher deve fazer mastectomia ou retirar os ovários+útero, acho bem que o faça. A Angelina tem antecedentes familiares que a ajudaram nessa escolha. Fez um exame genético. O melhor foi prevenir. E acredito que chegada aos 45, limpe o resto que tem de limpar - a probabilidade que ela referiu de ter cancro nos ovários também era elevada, mas aos 37 anos, ainda pode querer ampliar o catálogo Benetton que tem em casa.  O que me suscita preplexidade é que parece ela ser a única. Claro que quando uma figura mediática diz que o faz, o tema passa a estar na ordem do dia, e ainda bem. A ideia é servir de exemplo. E nisso, aplaudo. O que me irrita é pegarem no assunto como se fosse a primeira vez que alguém faz uma mastectomia, dupla. Elas fazem-se há anos, pese o facto das mulheres que o fazem não o irem contar aos 7 ventos, por uma questão de pudor, bom-senso, ou quiçá, medo de julgamento público/ familiar. Em Po…

Coisas realmente bonitas...

O grande concerto que Márcia nos deu, ao público, a ver, participar, ontem à noite no São Jorge em Lisboa. O assustador foi ela reconhecer-me embora eu nunca a tivesse visto pessoalmente. É quase anti-natura um artista conhecer o fan ANTES destas ocasiões - quando isso ocorre é sinal que o fan é um bocado maluco. E eu não me lembro das "minhas" bandas antigas fazerem tal coisa... outros tempos, outros métodos e meios de comunicação. E se calhar a falta de Facebook fazia-me mais introvertida. Bom, também é verdade que aos 12 anos é uma coisa e aos 29 é outra. 

Maldade e fel

Sim, também os tenho. Como todos nós aliás, que estamos somente bem em dizer mal dos outros, ou a rir da desgraça alheia, ou, cheios de moral, acreditarmos que somos donos da verdade e passamos atestados de incompetência aos demais - que muitas vezes são mais inteligentes que nós e se recaem ao silêncio, apenas se deve, exclusivamente, a essa forma de ser, cheia de classe.  Interrogo-me então, não me colocando em qualquer pedestal, ou na liga de pessoas por último mencionadas, se as meninas e meninos dos blogs de moda nacionais (sim, apenas me refiro aos nacionais para que não haja perguntas do tipo: "e os internacionais??" - simplesmente porque eu não podia querer saber menos dos internacionais, uma vez que, por agora, estou a viver em Portugal) mencionaram sequer as desgraças que ocorreram na Índia e Bangladesh nas últimas 3 semanas. Sim, dois prédios megalómanos caíram. Sustentavam, sem autorização, sem condições, sem estruturas para tal, fábricas e fábricas de roupa, empr…
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Estive de férias durante a semana passada e aproveitei para, finalmente, dar uma volta por Lisboa, revendo ou reconhecendo os seus miradouros, as suas igrejas, mesmo que, por agora, seja o percurso mais tradicional e turístico. Não me levem a mal. Eu considero-me lisboeta. A minha vida é mais feita em Lisboa do que onde moro, mas o certo é que não a conheço e, sendo certo que não habito no centro, mas sim na periferia (ou arredores), é raro meter-me ao caminho para subir às colinas.  Desta vez não quis deixar passar essa oportunidade, invés de ficar, como de costume, em casa, enchendo o bandulho com bolachas, ou vendo televisão, com os seus filmes e séries, non-stop Foi então que, subindo pela rua da Sé e antes de chegar ao Miradouro de Santa Luzia, entrei numa loja de artesanato contemporâneo (que parecem estar agora muito na moda). Chama logo a atenção: pequena, junto dos antiquários caríssimos da cidade, apresenta à porta um cardume de sardinhas feitas à máquina de costura com padr…

Quinta-feira da Espiga

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Celebrado no trabalho, junto da minha nova amiga, Sardinha...