Saturday, January 29, 2011

E depois existem os outros "temos de falar" que não são mais do que, bom, como os descrever? Nem sei bem. Uma pessoa pensa que é algo de útil e afinal revelam-se em conversas triviais, ou normais, para a maioria dos humanos. Eu é que não percebo já o conceito de conversar normalmente com uma pessoa. Nem tão pouco o conceito de cumprimentar uma pessoa só porque sim, só porque nos apetece e porque sabe bem. Numa era de novas tecnologias acabo por perceber que o meu convívio e o meu entendimento das relações interpessoais se baseia sobretudo no que entendo nas entrelinhas de algo que foi escrito em chats ou em murais de redes sociais, acabando por descartar o simples facto de que alguém pode querer dizer-me "olá" pessoalmente, simplesmente porque sim. Porque me quer ver, porque me quer falar. Eu é que sou parva e já nem isso consigo perceber. Lindo...

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