Sunday, January 31, 2010

#NovoRumo

Há dias passei pelas Torres da Galp... Eles ficaram a perder.

Friday, January 22, 2010

#PPC

Como diz muito boa gente, aliás, como refere o género feminino que tem os olhinhos bem abertos, o Pedro Passos Coelho (com quem já estive pessoalmente- roam-se de inveja,- alguma vezes) é um charme de homem. Pena é agora estar armado aos cucos como se fosse ganhar as eleições partidárias. Cuidado, que há por lá muito barão e baronesa que se quer ver livre de ti, oh jeitoso!

Thursday, January 21, 2010

Por isto é que o 24 Horas vai vendendo

Realmente o Vítor Gonçalves deve ter entrado em pânico (de outra forma teria esperado numa umbreira da porta do quarto ou debaixo de uma mesa, por exemplo), para ter feito tal coisa. O pior é que da queda resultaram uma fractura no pé e um traumatismo cranio-encefálico. Rapaz, deste ainda mais trabalho aos desgraçados que já não sabem para onde se virar com tanta confusão.

Zezé Camarinha, outdoors nas estações e Wall Street Institute

Da melhor publicidade feita recentemente. Para além de que são hilariantes as expressões do homem em inglês. Acredito que com a promoção do Wall Street Institute de 15 dias gratuitos, muito boa gente vá aproveitar a deixa para ir aprender ou melhorar e muito o seu inglês. O meu teste inicial será no sábado.
Quem conhece e está a par da minha vida ao longo das últimas semanas deve pensar que, ao contrário do que digo, para aqui escrever, é porque tenho muito tempo livre. Na realidade desenganem-se. Geralmente, quando aqui escrevo, estou a fazer 1001 coisas at the same time, com múltiplas páginas abertas e, não raramente, documentos de word, powerpoints das aulas e livros em pdf.
Contudo aproveito o momento agora de trabalho na "mega-empresa-nacional" para escrever o seguinte: CHIÇA! o Eládio Clímaco é bem mais alto do que eu imaginava (passei por ele há pouco tempo, na Av. da República).

Wednesday, January 20, 2010

Se ainda não o disse, digo-o agora. Sou contra o novo acordo ortográfico. Não percebo a ideia, nem a lógica de começarmos a escrever da mesma forma que os PALOP ou que os Brasileiros e eles idem aspas. Se a língua é a mesma, há apenas e só que respeitar as diferenças na forma da escrita, de resto, não vou implicar com ninguém porque escreveu "ator" em vez de "actor" ou "fato" em vez de "facto" mesmo que na realidade quisesse dizer "palitó", tal como espero que nunca ninguém me diga que ali há erro ou que não percebem a palavra. Desculpem, mas ninguém me vai obrigar ao fim de 20 anos a escrever de uma forma diferente daquela que, com custo, aprendi a manusear tão bem. De qualquer das formas, acho que deveríamos estar mais preocupados em fazer entender os nossos adolescentes de que o K e o X não fazem parte de palavras como "kê"="quê", "xim"="sim", e estes são os exemplos mais básicos. Já cheguei ao ponto de ler uma sms no tlm de um primo meu e achar que aquilo estava em código.

Friday, January 15, 2010

Queixinhas...

Caraças... será possível que o ar condicionado desta mega-grande-importante-1ªempresa de Portugal- esteja avariado? É que tou cheia de frio!

Canções que me marcaram em 2009 (da melhor maneira possível)

Crack the Shutters- Snow Patrol
Magnificent- U2
Use somebody- Kings of Leon
The Fear- Lily Allen
Ordena que te ame-Mundo Cão
I hate this part- The pussycat dolls
Love remains the same- Gavin Rossadale
Halo-Beyoncé
Crazy- versão Alanis Morrisette
If I never see you again- Maroon5 com Rhianna
David Guetta- When love takes over
Wonderful- Gary Go
I could say- Lily Allen
Just say yes-Snow Patrol
If today was your last day- Nickelback
We are the people-Empire of the sun
In for the kill- La roux
Selfish Love- Pedro Cazanova com Andrea
Lost- Coldplay
Counting down the days-Natalie Imbruglia

Thursday, January 14, 2010

Diz ele que gosta de mulheres magras... Respondo-lhe: "Querido, se viesses a Portugal e me conhecesses estarias a pouco ralar-te com essas coisas".

Wednesday, January 13, 2010

Porque será que...

quando estamos a atravessar fases menos boas da nossa vida nos dá para fugir da realidade? Há quem se debata com chocolates e doces, outros em tabaco. A mim dá-me para o platonismo amoroso. Estou literalmente obcecada por um homem que nunca, NUNCA, irei conhecer. Até podem achar que estou a exagerar, mas a realidade é essa, nunca o irei conhecer mesmo, uma vez que o dito nem sequer mora cá, nem sequer É natural de Portugal. Ora, uma vez que também não penso ir à terra dele (outro lado do Atlântico) e mesmo que fosse, nunca me cruzaria com ele pela rua (que a "terra" é grande), não compreendo o porquê da minha tara. Estou a ficar preocupada comigo, porque a ultima vez que surtei assim deveria ter uns 14 anos e ainda, apesar de tudo, havia desculpa da idade. Mas agora?? Bom, realmente a minha lista de homens portugueses possíveis foi sendo drasticamente reduzida nos últimos 6 meses, mas caramba! É que até de noite, para adormecer penso nele... e NÃO O CONHEÇO. Estarei a dar em maluquinha total?
Não poucas vezes, a pergunta que se coloca após um abalo sísmico de grandes proporções, à escala mundial é: será que estamos preparados para reagir a isto?
Acho até que já falei sobre este assunto aqui no blog, mas obviamente que, como ninguém o lê (ou quase ninguém) a pergunta continua insistentemente a ser colocada. Pá, não, não estamos. A não ser países como o Japão e a Noza Zelândia, nem mesmo no estado da Califórnia, nos States, as pessoas estão preparadas. Cá em Portugal, muito menos. Há pessoal de 60 anos que nem se lembra de ter alguma vez sentido qualquer tremor de terra.
Assim como assim, eu, sendo geóloga, esqueço-me com alguma frequência que a zona do Haiti e Caraíbas em questão, não é só uma região super afectada por desastres naturais de origem unicamente atmosférica. Também tem aquela coisa das falhas e das placas tectónicas e isso. Logo, se o último sismo grande registado na zona foi há 200 anos, é natural que umas 100 gerações mais tarde, não se lembrem de que estão em perigo natural sísmico. Nem eu me recordava até ontem. E fiquei naquela "xiiii! Pois é, aqueles gajos estão enfiados num belo buraco tectónico!". Em Portugal o cenário é ainda que afastadamente, familiar. Realmente não estamos sobre uma zona tectónica ou geológica importante, muito pelo contrário, a Península Ibérica encontra-se, tal como todo o Oeste Europeu numa zona designada por margem passiva, onde nada acontece, nada se passa, contudo uns km mais a SW existem umas falhas que quando mexem (e meus caros, estão sempre a mexer) fortemente, o pessoal árabe (nós) sentimentos e bem. Acontece outra coisa, que é o tempo que ocorre entre um sismo de grande intensidade (estragos provocados pelo abalo) e outro com as mesmas características (os sismos com grande magnitude podem não ser, obrigatoriamente, os mais destrutivos, mas geralmente o são). Ninguém pode prever tal coisa. Nenhum cientista pode saber ao certo o dia, a hora e o local em que tal episódio irá acontecer. Não existe uma monitorização boa ao contrário da prevenção de risco vulcânico, por exemplo. Apenas sabemos que existem zonas que estão mais ou menos expostas devido à sua proximidade com regiões designadas por sua vez de activas, onde tudo acontece, onde tudo se vê. É contudo natural que se escute alguém dizer "ah! um sismo parecido com o de 1755 já deveria ter ocorrido novamente em Portugal". Bem, há poucas semanas Portugal sentiu, bem, o treme-treme provocado por um sismo de magnitude 6.0. A sua Intensidade teria sido quê? 5? Que se saiba não houve quaisquer danos materiais ou pessoais, e sim, apenas um mega-susto, porque foi forte, porque foi "longo", porque foi diferente, porque terá sido "forte". Foi realmente mais "intenso". Digamos que sim, nós somos capazes de estar à espera de uma ocorrência ainda mais forte, que traga estragos, com epicentro no mar, a SW do Cabo de São Vicente. Também é verdade que quando nos salta a tampa, a probabilidade de voltarmos a ficar fulos torna-se menor. O mesmo se passa com a Terra. Se começamos a ter abalos sísmicos com maior regularidade e se esses mesmos sismos são de magnitudes simpáticas (4, 5, 6), a probabilidade de ocorrência de um sismo de grandes proporções, destruidor em massa será consideravelmente mais reduzido. E porquê? Porque a zona afectada pela deformação rochosa, devido a uma determinada tensão que se vai acumulando (tal como em nós quando nos chega a mostarda ao nariz), quando rompe e provoca o sismo, não volta depois a sofrer mais rasgão nenhum, por assim dizer. Era como se estivéssemos a puxar um elástico ao ponto de este se partir. Uma vez partido, já não acontece mais nada. Como tal, quantos mais sismos ocorreram, maior será a tensão libertada e a energia associada e logo, será com menor risco que teremos um forte abalo. Agora explicar isto às pessoas que não percebam nada do assunto, explicar isto aos Governos de inúmeros países em situação de risco e eles tomarem medidas preventivas exige muita paciência e muita burocracia. E será exactamente por isso que não estamos preparados para reagir a um sismo. Porque na maioria das vezes nem sabemos o que é e, sinceramente, também não estamos muito preocupados em saber a não ser quando as coisas já aconteceram.
Teoria do Ressalto Elástico:

Quando o material terrestre é sujeito a um nível de tensão que ultrapassa o seu limite elástico, verifica-se deformação permanente desse material. A cedência pode ocorrer de um modo dúctil (induzindo dobramento do material) ou por fractura frágil (provocando movimentação em falhas). A segunda destas situações produz um sismo. Consequentemente, para provocar um sismo têm de estar reunidas duas condições: .. a) existir algum tipo de movimento diferencial no material de modo a que a tensão se possa acumular e ultrapassar o limite elástico do material; b) o material tem de ceder por fractura frágil. A única região da Terra onde verificam estas condições é na litosfera e por isso só nela ocorrem os temores de terra, particularmente onde as tensões estão concentradas junto das fronteiras das placas. A teoria do ressalto elástico foi estabelecida por H. F. Reid com base em estudos geodésicos que realizou após o sismo de 1906 em São Francisco, Califórnia, de um e do outro lado do segmento da falha de Sto. André que sofreu rotura durante o sismo. De acordo com a teoria do ressalto elástico, as forças tectónicas geradas em profundidade produzem o deslocamento muito lento das rochas da crosta em sentidos contrários de um do outro lado da falha, conduzindo à deformação progressiva das rochas localizadas na área de movimentação diferencial. Á medida que a movimentação tectónica prossegue, a deformação das rochas acentua-se e acumula-se energia potencial. A tensão cizalhante que actua no plano de falha aumenta, mas o atrito entre os lábios da falha impede deslocações na estrutura. Quando a tensão cizalhante atinge o valor crítico, ultrapassando o atrito na zona da falha, dá-se uma movimentação brusca e as rochas nos dois lábios da falha ressaltam elasticamente, libertando energia sob a forma de calor e de ondas elásticas, isto é, produz-se um sismo.

Sismo Haiti (2)

Sismo no Haiti

Major Tectonic Boundaries: Subduction Zones (zonas de subducção, convergência de placas tectónicas) -purple, Ridges (termo geológico para crista ou elevação ao longo de vários km, geralmente devido ao afastamento de placas, geração de novas crosta oceânica) -red and Transform Faults (falhas tectónicas ou placas tectónicas conservativas, que se formam geralmente nos bordos de falhas mais importantes, como falhas divergentes) -green
Tectonic Summary The January 12, 2010, Haiti earthquake occurred in the boundary region separating the Caribbean plate and the North America plate. This plate boundary is dominated by left-lateral strike slip motion and compression, and accommodates about 20 mm/y slip, with the Caribbean plate moving eastward with respect to the North America plate. Haiti occupies the western part of the island of Hispaniola, one of the Greater Antilles islands, situated between Puerto Rico and Cuba. At the longitude of the January 12 earthquake, motion between the Caribbean and North American plates is partitioned between two major east-west trending, strike-slip fault systems -- the Septentrional fault system in northern Haiti and the Enriquillo-Plaintain Garden fault system in southern Haiti. The location and focal mechanism of the earthquake are consistent with the event having occurred as left-lateral strike slip faulting on the Enriquillo-Plaintain Garden fault system. This fault system accommodates about 7 mm/y, nearly half the overall motion between the Caribbean plate and North America plate. The Enriquillo-Plaintain Garden fault system has not produced a major earthquake in recent decades. The EPGFZ is the likely source of historical large earthquakes in 1860, 1770, 1761, 1751, 1684, 1673, and 1618, though none of these has been confirmed in the field as associated with this fault.

Exemplo de falhas transformantes.

Exemplo de ridge/ crista oceânica.

Exemplo de zonas de subducção (convergência de 2 placas continentais e convergências entre crosta oceânica e crosta continental).

Strike-slip faults:

The fault surface is usually near vertical and the footwall moves either left or right or laterally with very little vertical motion. Strike-slip faults with left-lateral motion are also known as sinistral faults. Those with right-lateral motion are also known as dextral faults. A special class of strike-slip faults is the transform fault, which is a plate tectonics feature related to spreading centers such as mid-ocean ridges. Transform faults are often referred to as transform plate boundaries. Strike slip faults typically have near vertical fault planes, and since the displacement is parallel to the strike of the fault plane, there generally is no hanging wall or foot wall. Strike slip faults are defined by the relative motion of the block on the opposite side of the fault from the point of observation. For example, if the relative motion on the opposite side of the fault is to the left, it is called a “left-lateral strike slip fault”. If the relative motion on the opposite side of the fault is to the right, it is called a “right-lateral strike slip fault”.

Miep Gies (1909-2010)

Seria nesta altura que eu deveria dizer para quem não saiba/soubesse quem tinha sido esta senhora (na realidade mais uma entre milhões mas que por acaso ficou para a história por ser uma das mais importantes personagens reais de um diário, também ele muito real), para lerem o Diário de Anne Frank. Contudo... Born Hermine Santrouschitz in Vienna, Miep Gies was transported to Leiden from Vienna in December 1920 to escape the food shortages prevailing in Austria after World War I. In 1922, she moved with her foster family to Amsterdam. In 1933, she met Otto Frank when she applied for the post of temporary secretary in his spice company, Opekta. She initially ran the Complaints and Information desk in Opekta, and was eventually promoted to a more general administrative role. She became a close friend of the Frank family, as did Jan Gies, whom she married on July 28, 1941 after she refused to join a Nazi women's association and was threatened with deportation back to Austria. Her knowledge of Dutch and German helped the Frank family assimilate into Dutch society, and she and her husband became regular guests at the Franks' home. With her husband, and her colleagues, Victor Kugler, Johannes Kleiman, and Bep Voskuijl, Miep Gies helped hide Edith and Otto Frank, their daughters Margot and Anne, Hermann and Auguste van Pels, their son Peter, and Fritz Pfeffer in a secret upstairs room that was not used in the spice company's office building on Amsterdam's Prinsengracht from July 1942 to August 4, 1944. In theory, Miep and the other helpers could have been shot if they had been caught hiding Jews. On the morning of August 4, 1944, acting on information provided by an informant, the Gestapo arrested the people hidden at Frank's place of business, as well as Victor Kugler and Johannes Kleiman. A few days later, Miep unsuccessfully tried to bribe the Austrian Nazi officer to release her friends. Three separate criminal investigations after the war all failed to identify the informant. Before the hiding place was emptied by the authorities, Miep retrieved Anne Frank's diaries and saved them in her desk drawer for Anne's return. Once the war was over and it was confirmed that Anne had perished in Bergen-Belsen, Gies gave the collection of papers and notebooks to the sole survivor from the Secret Annexe, Anne's father, Otto. After transcribing sections for his family, his daughter's literary ability became apparent and he arranged for the book's publication in 1947. Miep did not read the diaries before turning them over to him, and later remarked that if she had she would have had to destroy them because Anne had named all five of the helpers (the Gestapo had identified and arrested two) as well as their black market suppliers. She was, however, eventually persuaded by Otto Frank to read it in its second printing.
Retirado daqui, pois claro:http://en.wikipedia.org/wiki/Miep_Gies

Em relação ao ultimo post

OK! Antes que me chamem de estúpida por não ter lido as entrelinhas do Sr. Dr. Sebastião, aqui vai: preferiria que ele afirmasse que a "responsabilidade" ou melhor escrevendo a "irresponsabilidade" é dos pais, ou então "descuido". Qualquer palavra serviria melhor do que "desleixo". Claro que a escola é uma entidade que não pode prever o que raio se passa dentro da casa de cada aluno e é claro que os pais que possuam porte de arma (cof cof, duvido que haja realmente muitos casos assim) deveriam ter o cuidado de manterem esses objectos fora do alcance dos putos.

Tuesday, January 12, 2010

Só mesmo num país "desleixado" é que isto acontece

Um adolescente foi, esta manhã, baleado "acidentalmente" por um colega, enquanto estavam dentro do recinto do externato onde estudam. O director do Observatório para a Segurança Escolar, João Sebastião, declarou o seguinte para o JN: "São situações claramente de desleixo por parte dos pais". Claro que são! Obviamente que os pais, em casa, deveriam dizer aos filhos " Quantas vezes já te disse para não brincares com a arma do teu pai?" ou "Filho... não te esqueças que não podes levar a arma para a escola!" A não ser que já estejamos no Texas e eu ainda não tinha percebido.

Monday, January 11, 2010

OK. Ando um pouco desligada do mundo, sem dúvida, desde que 2010 começou. Passados 11 dias dou por mim a cuscar os blogues que sigo, quais as novidades, os escandalos, as roupas novas e as tendências musicais, teatrais, literárias. Dois dos meus blogues favoritos, um da Luna e outro da Kitty Fane, chamaram a minha atenção para algo que, é a meu ver um pouco ridículo. Não é absurdo, porque não é incomum. Contudo, vindo de quem vem, sabe-se que não faz lá muito sentido. Clara Pinto Correia lembrou-se, junto do marido, Pedro Palma, ou este junto da Clara, exporem a sua vida íntima para quem a quisesse ver. Ora, claro que somos voyeurs, claro que vamos espreitar, mas daí a achar aquilo bonito ou arte, vai um largo, ENORME, passo. 1º, para quem conhece o trabalho e as exposições do grupo de fotografia "Afrontamentos", já conhece tudo; 2º porque expôr a nossa vida assim, de forma tão banal, leva-me a crer que estamos à procura de alguma coisa. E recato não é com certeza. Atenção, acho muitíssimo bem falar de sexo, discutir orgasmos, mas daí a publicar fotografias do acto sexual ou do prazer daí tirado vai-me um pouco além da minha ainda parca compreensão. Existe um fotografo nipónico (ou seria chinês?) extremamente conhecido, mas cujo nome agora não me recordo, cujas fotografias são extremamente pornográficas (e não, segundo a minha opinião, eróticas), que também publicava imagens do momento sexual com a legítima esposa. Parabéns para ele, mas vindo do Oriente nós desculpamos, outra mentalidade, outra cultura.. um grau de superioridade, bla bla bla. No caso português, vindo de quem vem é realmente surpreendente pela negativa, mas cada um sabe de si e, segundo consta, Deus sabe de todos. http://aeiou.expresso.pt/as-caras-de-prazer-de-clara-pinto-correia=f556422

Saturday, January 09, 2010

Estou a tornar-me um autêntica enfermeira.. até injecções subcutâneas já sei dar. Mas tou um bocado exaurida.
Homens altos, com cabedal impecável que nos fazem rodopiar a cabeça de forma a olharmos melhor para eles, ou seja, garanhõs, mas com vozinha de menina, são de torcer o nariz e desconfiar...
Por isso é que gosto deles baixinhos.
Só vos digo.. isto de ter pendrive móvel com ligação à Internet, é outro luxo.

Sunday, January 03, 2010

Entre em 2010 com o pé esquerdo.. ao 3º dia só quero que me tirem daqui. Resumindo, só me resta mesmo a bruxa...