Friday, October 22, 2010

E depois...

Há aquelas coisas que nos deixam espantados. Conhecem-se pessoas que não estávamos à espera, embora fizessem parte do nosso consciente há já algum tempo e, felizmente, sem nenhum preconceito associado, o que é bom porque nos permite ter um nível de confiança e tolerância bem aceitáveis em relações às mesmas. Eu estou deveras espantada com esta gente que tem chegado recentemente à minha vida, sabendo de antemão que não chegaram por acaso e que, obviamente, não irão entrar no meu coração, só por "dá cá aquela palha". Sei qual o elo em comum, mas também tenho noção que não foi através desse fio que nos cruzámos todos. A empatia nasce com aquilo que nos mostram e aquilo que nós vamos revelando, portanto, sei que muito se deve às minhas brincadeiras, aos meus comentários mais ou menos sarcásticos, à minha forma de ver as coisas. É assim que nos dias modernos as amizades nascem e, se somos adultos capazes de perceber os sinais e as luzes que nos rodeiam, não há nada a temer.

1 comment:

€%$@ said...

E tudo o que é espontâneo e surge de modo natural, que flui sem pressões nem pressas, costuma durar mais, ser mais forte e mais verdadeiro.