Tuesday, May 26, 2009

Nos Contemporâneos de Domingo

Estava-se mesmo a ver que o convidado mistério seria este senhor...Ficou um grande momento em que dá para perceber (ou melhor, confirmar) o que desde a semana passada se tinha quase, quase, revelado: o Bruno Nogueira tem dor de corno! Nem é de cotovelo, é corno mesmo! E depois é mau, é um tipo mauzinho, que faz intrigas e cria mau ambiente no local de trabalho. Eu não o queria como colega, apre! Depois ainda dizem que o meu feitio é bera, AH, pois é, mas em comparação, je suis uma Santa! =P

Saturday, May 23, 2009

You were right
And I don't wanna be here
If your gonna be there
Was that supposed to happen
I'll hold tight
I'll remember to smile
Though it has been a while
And without you does it matter
There's no room
No place to start
When our souls are apart
I wanna travel through time
See your surprise
Hold you so tight
I'm counting down the days tonight
I just wanna be a million miles away from here
I'm counting down the days
How've you been
It's just the usual here
And days are feeling like years
And every day's without you
Now I cry
Just a little too much
When I think of your touch
And everything about you
I feel cold
I'm in the dark
When our souls are apart
I wanna travel through time
See your surprise
Hold you so tight
I'm counting down the days tonight
I just wanna be a million miles away from here
I wanna travel through time
See your surprise
Hold you so tight
I'm counting down the days tonight
I just wanna be a million miles away from here
I'm counting down the days
I'm counting down the days
I'm counting down the days
I'm gonna be your surprise
I'm gonna hold you so tight
Yeah
Counting Down the Days- Natalie Imbruglia
Para P.

Tu estás lixada!!!

O caso da professora de Espinho que me deixou com pele de galinha. Protagonizou o momento alto da semana, apenas comparável com o caso PintoMouraGuedesGate. Gostei particularmente de saber em detalhe o CV da senhora, os anos de estudo e de trabalho, para depois a ouvir debitar pérolas de português. Senhoras, ela é professora de História com forte queda para a filmografia porno. Não podem querer tudo, pois não? Mas atenção, quando ela diz que não andou aos lisguados, dei-lhe razão porque também nunca protagonizei dessas cenas e tinha colegas que aos 12, enfim.. coiso e tal com os namorados. Portanto meto a minha mão no fogo (sei que me irei queimar e muito) aos motivos que levaram a senhora (que até então nunca tinha tido nem queixas nem problemas com qualquer colega ou aluno) a simplesmente ter um ataque mirabolante de estupidez aguda no meio de uma aula. Mas sei que agora "quem está lixada", é ela!

Esta noite Queluz de Baixo ia realmente abaixo.

Vou tentar obter algumas imagens do Jornal de Sexta da TVI, onde na edição de dia 22 Maio, se registou um forte abalo sísmico que durou cerca de 10 minutos devido ao deslizamento de terras promovido pelo Marinho Pinto e por Manuela Moura Guedes. Dizem as más línguas que depois do jornal terminar, foram jantar fora, no restaurante O Casarão, que fica a umas ruas de distância, próximo da entrada no Concelho de Oeiras, ou então, próximo da rotunda "triangular", para quem não estiver bem a ver o local.

Quase há 1 semana, mas foi "do best" ver isto e logo a seguir ver os Globos

Em resumo: GRANDE Nuno Lopes que há uns anos estava na fase "cagão" só porque tinha uma rábula com o Herman em que a piada consistia na expressão: "Charaaannnnnmmm!" Agora que está 1 bocadinho mais velho, que faz sets de DJ e tal, aguenta-se o seu ego com outro estômago e soube, na gala dos Globos de Ouro, jogar muito bem com o António Feio. Acho que foi o momento alto da noite (que no ano passado coube ao Herman com o Jorge Palma, como nos recordamos) pelo que lhe dou os meus parabéns, só lhe fica é bem. Cá vai o vídeo dos Contemporâneos que precedeu ao momento da entrega do prémio na concorrência (foi ver isto, mudar de canal e pimbas pá!):

Tuesday, May 12, 2009

À pala do brilhante tempo...

Como eu detesto conversas sobre o tempo, esse maravilhoso desbloqueador de conversas quando não nos ocorre nada de estupido (mais ainda) ou inteligente para dizer. Mas desta vez tem mesmo que ser, é mais forte que eu: o tempo está uma verdadeira merda. Um dia fazem 30 graus, no outro, descem para os 17, ora está uma brisa quente, ora a brisa é mas é uma real ventania fria, ainda por cima. Assim não me entendo! E mesmo tendo andado vestida como se estivesse no Inverno na semana passada, não me livrei este fim de semana, mais concretamente a partir de Domingo a ter uma alta inflamação da sinosite e rinite que me passa para a gargante deixando-me KO quando, meus amigos, faltam apenas SEMANAS para acabar o curso! E ainda tenho trabalhos para fazer. Ora, se eu para estudar já sou um problema de preguicite crónica, doente ainda, pior emenda que o soneto. Estou lixada! Vamos a ver se o tratamento Maxilase+Cêgripe+Zryrtec surtem o efeito desejado, sem ser necessário recorrer a qualquer antibiótico estafermo! Beijos e abraços e outro tipo de contactos cibernáuticos para (não) vos contaminar!

Sunday, May 10, 2009

Clube dos Pensadores- ULTIMO DEBATE DO CICLO

MEDINA CARREIRA @ CLUBE DOS PENSADORES, GAIA HOTEL, DIA 11 (SEGUNDA) ÀS 21.00 MAIS COISA MENOS COISA! APAREÇAM, OBG!
PS- O debate vai ser transmitido online para quem o quiser ver, mas não poder estar presente em carne e osso: http://www.mogulus.com/clubedospensadores

Thursday, May 07, 2009

Chego à conclusão de que necessito de um closet só meu, a julgar pela quantidade de roupa que tenho na realidade e pelo trabalho que tive em re-arrumar duas simples gavetas de um (logicamente, agora) mini-roupeiro.

Wednesday, May 06, 2009

Frases do dia:

Manuel Pinho: "Paulo Rangel (PSD) precisa de comer papa da farinha Maizena para chegar aos calcanhares de..."
Claudia Silva (eu): "A farinha Maizena é realmente melhor do que Nestum e companhias, pelo que nutricionalmente até aprovo."
PS- Com esta conversa fiquei com fome, pelo que vou comer qualquer cereal de marca branca.

Monday, May 04, 2009

Carta aberta do Professor João Mata

Na passada 3ª feira (28 de Abril), pelas 14 horas, o meu sobrinho Ricardo Mata, aluno de engenharia informática do ISEL, foi, nas imediações da estação ferroviária de Rio de Mouro, envolvido por um grupo de cerca de 10 meliantes que, presumivelmente com o intuito de o roubarem, o agrediram e lhe espetaram uma faca nas costas que lhe perfurou o pulmão esquerdo e seccionou o diafragma.

No espaço de meia hora, na mesma zona, outro jovem foi, pelo mesmo grupo, esfaqueado enquanto que outros foram somente roubados. Da forma de actuar destes energúmenos ressalta o convencimento da sua total impunidade que lhe confere a desfaçatez para a prática continuada e à luz do dia, de esfaqueamentos.

O grupo é de há muito tristemente célebre na zona pelo que a PSP, na mesma tarde, efectuou algumas detenções. No entanto, e apesar de terem mais de 16 anos e de terem confessado a participação em tais actos, foram, depois de identificados, postos em liberdade por não terem sido apanhados em flagrante. Este é o país que vamos construindo (?). Estas são as leis que nos regem, mas não defendem (só aos meliantes… esses têm todos os direitos).

Preso a uma cama do Hospital S. Francisco Xavier, Ricardo que passou ao lado da morte (o coração não foi atingido por muito pouco), que terá perdido um semestre do curso que tanto ambiciona tirar e sem qualquer apoio psicológico por parte do Estado a quem caberia defender-nos, está uma pessoa diferente. O jovem calmo, simpático e bem disposto transformou-se num revoltado que clama vingança. A ajuda da família e dos amigos ajudá-lo-ão a ultrapassar esta fase difícil e a que volte a ser o Ricardo que sempre foi.

E nós vamos alegremente assobiando para o lado, não percebendo que o Estado está mais preocupado com as estatísticas relativas ao nº de detidos do que em defender o cidadão comum... não percebendo que a nossa atitude de infinita tolerância tem consequências que nos começam a atingir… não percebendo que estas coisas não acontecem só aos outros (lá longe)… não percebendo que factos como estes se tornaram banais em Portugal.

João Mata

Sunday, May 03, 2009

Assaltos violentos em Rio de Mouro

O blusão de ganga foi lavado, mas as nódoas de sangue não saíram. E os dois rasgões continuam lá. Ricardo Mata, um estudante universitário de 18 anos, é o dono do casaco. Tem o pulmão esquerdo perfurado por uma faca depois de, pelas 13h15 de anteontem, se ter cruzado com oito ladrões que o atacaram numa avenida da Serra das Minas, Rio de Mouro, Sintra, só para lhe levarem o leitor de MP3. Mas esta não foi a única vítima do perigoso grupo. Quinze minutos antes, começaram por atacar João Moreira, estudante de 17 anos, da Escola Secundária Leal da Câmara, em Rio de Mouro. O jovem foi rodeado junto à estação da CP local e acabou espancado com violência e esfaqueado na perna esquerda. Roubaram-lhe tudo. Dez minutos depois, na avenida João de Deus, na Serra das Minas, um outro jovem, de 16 anos, foi esmurrado e pontapeado pelo mesmo grupo. Também ele ficou sem nada. Mas o caso mais grave foi o de Ricardo Mata. A vítima foi atacada no caminho de casa para o comboio. Depois do assalto, entrou numa pastelaria da avenida João de Deus a pedir ajuda. "Tinha o blusão a pingar sangue devido ao golpe enorme no pulmão esquerdo, de onde jorrava sangue", contou ontem ao CM Alcina Costa, funcionária da pastelaria. Está internado no Hospital de S. Francisco Xavier, Lisboa, e ontem à tarde Maria de Lurdes Vilar, tia de Ricardo, disse que o jovem estava a ser operado. "Além da perfuração no pulmão, detectaram-lhe um golpe no diafragma. Está estável." TRÊS ASSALTANTES PRESOS MAS LOGO LIBERTADOS Mal recebeu as três denúncias dos assaltos praticados pelo gang de oito a dez assaltantes, a PSP pôs-se em campo. Agentes de investigação criminal, com elementos da esquadra da PSP local, patrulharam as ruas circundantes aos locais dos três assaltos e conseguiram ainda prender três jovens envolvidos nos ataques. Têm todos mais de 16 anos e, apesar de não terem sido encontrados com facas ou artigos furtados, confessaram a participação nos crimes. Mesmo assim, a PSP limitou-se a identificá-los, colocando-os em liberdade por ausência de flagrante delito. Todos os restantes membros do gang estão referenciados pela PSP de Sintra. São jovens problemáticos, já com antecedentes por furtos e roubos violentos. O CM apurou que, entre eles, há alunos de uma escola secundária do concelho de Sintra. MP3 ATRAIU GRUPO CRIMINOSO Estudante do 1º ano de Engenharia Informática do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, Ricardo Mata costuma normalmente fazer o mesmo caminho de casa para o comboio. No entanto, na terça-feira à hora de almoço, o jovem terá decidido caminhar acompanhado pela música do leitor de MP3. A família acredita que poderá ter sido isso a chamar a atenção dos assaltantes. "Quando leva o MP3, ele mete o fio por dentro da roupa. Ontem [anteontem], acho que não o fez", disse ao CM Lurdes Vilar, tia de Ricardo. Prova disso, acrescenta, "é o facto de só lhe terem roubado isso depois de agressão". PORMENORES JOVEM CALMO E CASEIRO Ricardo Vilar Mata tem 18 anos e estuda Engenharia Informática no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. A tia, Lurdes Vilar, referiu ao ‘CM’ que o sobrinho" é um jovem calmo e caseiro". "Quando foi assaltado, ele ia apanhar o comboio à estação de Rio de Mouro para ir para Lisboa", explicou. DESMAIOU APÓS FACADA As funcionárias da pastelaria onde Ricardo Mata pediu auxílio na sequência do assalto recordam o pânico com que o jovem procurou ajuda depois de ter sido espancado e agredido. "Ele entrou aqui a cambalear. Sentámo--lo numa cadeira e ele chegou já a desmaiar", disse ontem ao CM a testemunha Alcina Costa. Miguel Curado in Correio da Manhã
PS- Ricardo Mata é sobrinho do Prof. Dr. João Mata do Departamento de Geologia, FCUL, meu professor.

Gostava de ter.. espalhafatoso

Saturday, May 02, 2009

Simplesmente simples..

Os cafés da minha rua

A minha rua, situada algures em Queluz, que até nem é tão grande quanto isso, tem três cafés: o café tipo tasca, situado numa ponta, onde se juntam os homens cá da zona, o café tipo família que é o mais pobrezinho contudo, mas onde encontramos o CM e o DN e simpatia do dono e, por ultimo o café-restaurante onde se reúnem as velhotas e as alcoviteiras que debatem como na Assembleia da Republica a vida dos que por cá moram. É, no entanto, interessante no mínimo, saber que durante a época de férias, eles tendem a encerrar geralmente durante o mesmo período de tempo. Para terminar de forma curta e grossa, para tomar café costumo apanhar um transporte qualquer e ultrapassar as Portas de Benfica. Tudo o que fique “no lado de lá” é sempre bem melhor e preferível.

Novas pancadas desportivas.

Não, não é uma justificação para maus-tratos domésticos, mas na verdade a revelação que tenho a fazer sobre a minha profunda obsessão em relação às modalidades de Ténis e Snooker. Muitos consideram o primeiro como um desporto de ricos onde não entra no “clube” qualquer alminha penada, só porque gosta, aprecia ou vibra ao ver uma bola a saltar de um lado ao outro de um court. O outro é, ainda no nosso país, muito pouco conhecido, esperando os vários patrocinadores e eu também, porque não, que a Final do Mundial de Snooker a ser realizado em Portimão na próxima semana, mudem essa imagem. Para quem que desde Janeiro anda a acompanhar Robertson, Murphy, Higgins, Selby, Allen entre outros, nas suas andanças com tacadas em bolas vermelhas e de cores, não estou nada mal impressionada, e garanto que fico muito mais alerta do que quando assisto pela TV ou em qualquer estádio a um jogo de futebol que não tem mais que saber do que ver 11 tipos a correrem atrás de uma bola para a tentarem enfiar numa baliza cujo diâmetro é bem superior a um buraco numa mesa de bilhar. E há mais, os meninos da bola branca têm treinadores, coisa que os jogadores de bilhar não costumam ter ou seja, passa tudo por uma grande dose que autodidactismo que inclui nervos de aço, grande técnica geométrica e de aplicação das leis da Física. A bola branca tem que bater na vermelha para esta ser embolsada, mas convém que logo a seguir bata na tabela subjacente para ser colocada em posição certeira para poder embolsar outra vermelha que por lá esteja. Ufa!, que até cansa descrever. E sabem lá qual é a sensação de ver uma bola que parece entrar tão obviamente a ficar mesmo à beirinha do abismo e, exactamente isso, ficar apenas a escassos milímetros de cair? É mau para os jogadores e para os adeptos, aliás, observadores. Porque o snooker é um daqueles desportos tipo suecos: tudo muito caladinho e sossegado para não desconcentrar ninguém, só que nestes últimos dias os ânimos por Sheffield têm andado muito agitados e qualquer erro ou qualquer entrada superior e seguida de 100 pontos é motivo de júbilo e grande barulheira (só comparável quando qualquer clube bate o FCP). O ténis é igualmente adorável e muito melhor no que toca a libertar tensões, ódios, palavras de ordem. Quem não se lembra de John MacEnroe a destruir raquetes levante o braço, era simplesmente lindo e compreensível. Uma pessoa fica irritada quando faz asneira ou quando se recusa a ver aquilo que o árbitro da partida, mais os árbitros auxiliares, mais todas as pessoas do público vêem: a bola foi realmente FORA! Mas não me digam que não é igualmente giro ver os “amortis”, as subidas à rede, o Federer agarrado ao Nadal chorando como uma criança a quem lhe roubaram o chupa-chupa. É uma emoção pegada e eu gosto mesmo disso! E ainda temos a brilhante participação de jovens que estão-se a safar muitíssimo bem, como por exemplo o Frederico Gil que fez o Nadal suar as estopinhas quando jogou contra ele, mas perdeu, em 3 sets! Que me digam ou atirem à cara que é um desporto de ricos, betos, betas, tios e tias é que eu não gosto tanto, até porque lá fora não é. É um desporto tão normal como os outros, nós é que gostamos de transformar tudo em coisas para ricos ou para totós, ou seja, o futebol é que é! É o desporto-rei do povo e, pese embora o possa admitir, ninguém me tira igualmente da ideia que o futebol possui um efeito placebo nas almas humanas. Quando joga um dos três (únicos) clubes nacionais principais, Portugal parece que pára, fica tudo em estado de alerta máximo, até os estabelecimentos de bairro fecham antes da hora, só para se enfiar tudo nos cafés (ainda) e ver os jogos na Sport TV. Tem piada que naquela série que retrata uma família tipicamente tuga em fins dos anos 60 e princípio da década de 70 quando havia jogos dos, olha que graça, três grandes, (numa altura em que o Porto ainda não era dono e senhor, com toda a razão, dos campeonatos) enfiava-se tudo no café para ver, porque nem todos tinham televisão em casa; Hoje em dia é porque nem todos subscrevem os canais codificados da TVCabo. Há outra coisa no ténis que eu aprecio: os vestidos das meninas, os penteados, e saber o peso delas. Afinal não sou assim tão gordinha para o meu 1,63. Sou uma tipa com ossos largos que tanto passava por tenista como por nadadora profissional, só que havia uns pequenos detalhes a referir: eu não sei jogar ténis e tenho um problema num pulso que me impediria de fazer quaisquer movimentos e, não sei sequer nadar. Assim se explica uma das muitas aberrações da natureza! Mas aconselho vivamente ver estes desportos, são giros, interessantes e aprende-se a controlar um bocado os nervos. São jogos de uma concentração muito superior a qualquer outro que exigem igualmente grande capacidade e esforço físico.

“Não fales sobre o que não sabes”

Tornei o meu blog tão politizado que já ninguém se atreve a comentar qualquer texto que por aqui escreva, o que me leva a concluir algumas coisas: 1º as pessoas que por aqui passam têm receio em o fazer, pois nunca se sabe onde anda o Big Brother português; 2º se calhar os meus textos mais simplórios onde apenas discuto o meu dia-a-dia enquanto jovem mulher e estudante de Geologia serão bem mais interessantes do que aqueles que se tentam aproximar de assuntos mais sérios, menos dados a trivialidades. Ou seja, os meus seguidores/as são pessoas que (não duvido) têm as suas ideias e as suas opiniões, mas não se estão para chatear muito, uma vez que para expressarem os seus ideais também possuem os seus próprios blogues. Por outro lado posso acreditar que aqueles que durante alguns meses largos me acompanhavam semanalmente o deixaram de fazer porque, por várias razões, não concordam (e por vezes odeiam mesmo) a minha forma de pensar e, dotados de falta de respeito e educação, não me respeitam. Já tinha dado conta nisso sobre um assunto que ontem relembrei num outro blogue, – o referendo sobre a IVG-, que levou a grandes discussões com amigos e outras pessoas que por muito que tentem, nunca o serão. Assim sendo, os próximos “posts” serão novamente sobre ninharias, pois pode ser que assim volte a ter “clientes” que comentem activamente o que escrevo. De outra forma começo a desconfiar que não vale a pena continuar a insistir numa coisa que só a mim é que poderá dar algum prazer. Por outro lado, também não me posso esquecer que muitas destas pessoas mencionadas anteriormente têm tachos, desculpem, empregos que podem, de um dia para o outro, perder, pois dizer pela frente bem de uma coisa e depois escrever mal sobre a mesma pelas costas, nunca costuma dar muito bom resultado. Ou seja, na realidade estou dividida naquilo que devo pensar sobre esta multidão (mais de 50 para mim é uma multidão).

Friday, May 01, 2009

1º Maio ou dia da revolta popular com tautau ao Pato Bravo do PS

Não sou apologista da violência gratuita, segundo a forma física. Não gostei de ver hoje VM a ser agredido. Devo contudo dizer que o 25 de Abril abriu as portas ao nosso país para termos o pleno direito de nos expressarmos livremente, sob a forma oral, verbal, escrita, imaginativa, artística, etc etc. As palavras são uma luta, sempre! Não gosto do VM, parece-me um troca tintas como todos os outros, mas esquece-se que o PCP não como um (moribundo) PSD. Eles não se esquecem, nunca se esquecerão. E mesmo que não seja directamente a ele, o partido que ele representa merece todos os apupos que ouviu, tanto pelos trabalhadores como pelos jovens que se foram manifestar, porque até esta hora, isso ainda é um direito que nos assiste igualmente. Quiçá se daqui a uns dias as manifs não serão interditas ou se palavras de ordem não irão resultar em ordens de identificação a quem as declarou. Estamos num ponto de ruptura onde até ameaças contra sindicatos já se começam a efectuar. O dia 1º Maio é algo que o 25 de Abril nos permitiu orgulhosamente celebrar.Se a violência verbal for demasiada para alguns políticos, que se sentem ofendidos e perseguidos por alguns grupos políticos, é mau sinal, pois é sinónimo que não estão aptos para resolverem as grandes questões e problemas que aí se apresentam. É lamentável como em vez de nos preocuparmos com o facto de alguém ter levado com garrafas de água em cima, não nos preocupamos com um cada vez maior número de desempregados ou jovens licenciados sem hipótese de trabalho no país onde nasceram.

If I were a boy... this would be my girl...

TereSa ou TereZa?

Porque razão a Teresa Salgueiro, cantora e antiga vocalista dos Madredeus, assina o seu nome com S, mas no seu myspace e no novo CD a solo, o mesmo surge com um Z? Sim, sim?

Magalhães, as crianças, o PS, as crianças, Magalhães.

Qual é coisa qual é ela que é azul e portátil e toda a criança tem, mesmo que seja pobre e, mesmo que não tenha condições em casa para um desenvolvimento perfeito? O Magalhães, claro! Parabéns ganharam uma inscrição para o Partido Socialista… Ai não? Ora bolas, sempre pensei, e agora ainda mais, que ter um pequeno computador Made in China, dava direito a entrada directa no Governo actual, quer dizer, primeiro pela “jota” e mais tarde logo se veria. É que a escandaleira de utilizarem crianças para promover os benefícios que o PS anda a oferecer às escolas e estudantes, a partir dos mini computadores portáteis é algo que desde ontem me fascina. E pior que isso, a intenção dada às escolas nos comunicados para as autorizações dos pais, eram no sentido exacto de publicidade só ao Magalhães, SÓ a isso. Então qual não é o espanto dos pais, das escolas e dos outros restantes mortais de verem os miúdos a falarem todos piriris no site do governo. É assustador! Mas teve direito e pedido de desculpas pessoal do PM, garantindo que a culpa não era do partido, mas sim da agência publicitária. Ah, estou a ver! Agora não são só os jornalistas, mas também os publicitários que estão a fazer uma cabala contra o Estado. Realmente já não se pode confiar em ninguém neste país. Os pais não podem confiar nas escolas, as escolas no Ministério da Educação, o Ministério e o restante Governo nos órgãos de comunicação e publicidade, e os putos nos Magalhães que lhe foram distribuídos. É a chamada pescadinha de rabo na boca.

Abre parêntesis, fecha parêntesis.

Vou abrir um parêntesis, eu nem gosto do homem, mas tenho que admitir que a opinião do Miguel Sousa Tavares sobre os primeiros 100 dias de Administração Obama, foram do melhor que ouvi nos últimos anos, tanto da parte dele, como da parte de quaisquer outros comentadores políticos (also known as Nuno Rogeiro e suas diferentes personalidades). Disse que havia novamente esperança nos Estados Unidos, que Obama tinha conseguido voltar a trazer aquele país ao de cima da água, depois de 8 anos de uma governação absurda que colocou o Mundo no estado de “pantanas” em que ficou. Reafirmou aquilo que muitos não gostam de ouvir, possivelmente por falta de visão, conhecimento ou dor de cotovelo: Clinton foi um dos melhores Presidentes que os Estados Unidos alguma vez tinham tido, sendo apenas lamentável o facto do jornalista da noite, José Carlos Castro, mostrar-se tão comezinho e preconceituoso perante o incidente ocorrido na vida particular do ex – presidente, que naturalmente teve a sua relevância a nível mundial, mas que por incrível que pareça, num país tão agarrado a convenções e a princípios tão rígidos, acabou por ser perdoado. Quem é José Carlos Castro para dizer seja o que for? Bom, Miguel não se deixou abalar pelo comentário parolo e continuou a descrever que à pala de tanta religiosidade e moral e cristianismo extremo (quase), o Partido Republicano tinha ganho as eleições, levando o país à ruptura político-social-financeira que levou. Mais valia pecar mais e gerirem melhor o País e o Mundo, do que andarem agarrados a terços e a guerras sem nexo, a não ser que tivessem ideia de cristianizar novamente os povos de crença muçulmana no Médio Oriente como no tempo das Cruzadas. Rematou com um: “fecho parêntesis”. Excelente!