Sunday, October 26, 2008

Começa já por aqui: a hora mudou, e, tal como em todos os anos, eu não aprecio tal facto. Reconheço que muitas pessoas adorem o Inverno e o frio, e a chuva e, se possível, a neve, mas eu detesto. Por mim, poderia ser Primavera e Verão o ano inteiro que não me ralava. Vá, talvez uma semana no total de dias mais frios. Qual é afinal a lógica de atrasarmos os relógios? Não é pelo facto de ter dado mais jeito hoje para uma pessoa dormir mais uma hora... É uma coisa científica? Arghh! Já não me basta ter que saber que durante o Inverno o Hemisfério Norte "aproxima-se" mais do Sol (e por isso se diz que ele está "mais beixo"), quanto mais ter que roubar luz solar aos dias que por si são mais curtos. Não gosto e não quero! Assim, quando forem 18.00, já é noite cerrada, e como eu tenho quase a certeza que as pessoas tendem a desaparecer com os ultimos raios de luz diurna, como se a partir do crepúsculo fôssemos invadidos por uma imensidão de seres subnaturais nocturnos, vou passar a sair da faculdade,-isto nos dias em que lá for,claro!-, sozinha e sem ninguém, porque é isso mesmo que acontece. Assim que começa a ficar escuro, as pessoas fogem mais cedo para casa e isto nada tem a ver com os assaltos. É pura e simplesmente uma tradição. E eu tou farta da tradição!

Wednesday, October 22, 2008

Eu não sou mázinha!!! Eu não sou uma pessoa má...

In SOL:
"Apelo de Sousa Tavares «Venha cá, escolha o que quiser, mas devolva-me o meu trabalho» O escritor lança um apelo a quem lhe assaltou a casa e lhe roubou o computador «venha cá, escolha o que quiser, mas devolva-me o meu trabalho»"
"Miguel Sousa Tavares declarou ao jornal 24 horas que depois dos acontecimentos do fim-de-semana, quando lhe assaltaram a casa, já está a instalar um alarme de segurança e vai mandar montar grades nas janelas. O escritor foi passar o fim-de-semana ao Porto e quando chegou à sua casa na Lapa, em Lisboa, deparou-se com a falta do seu computador portátil, bem como com alguns documentos remexidos. Diante da perda de «um ano de trabalho» Miguel Sousa Tavares faz um apelo a quem lhe roubou o computador para lho devolver. «Trocava qualquer coisa pelo meu disco rígido. Até era capaz de dizer ‘venha cá e escolha o que quiser, mas devolva-me o meu trabalho!’». Esta já não é a primeira vez que Miguel Sousa Tavares é assaltado. Uma casa que o escritor teve no Campo de Santana, em Lisboa, também foi assaltada, mas dessa vez levaram tudo o que tinha de valor. "
A ver se a crista lhe desce pá... embora se fosse comigo, também não acharia piada nenhuma. Mas resta saber se ele foi vítima de um assalto "normal" ou de um assalto propositado.

Tuesday, October 14, 2008

Estou a ganhar um ODIO tal ao Miguel Sousa Tavares, que ai....!

Diz ele: "Por causa das gravuras supostamente paleolíticas de Foz Côa (algumas desenhadas há 30 anos) deixou de se fazer uma barragem que era importante para a regularização do Douro; e, por não se ter feito essa barragem, vai avançar-se agora com a respectiva compensação, que é uma barragem no Sabor - um dos últimos rios despoluídos e em estado natural do país - que terá consequências ambientais desastrosas. Mas, na altura, Guterres e Carrilho queriam inaugurar o seu Governo com uma caução 'cultural', cavalgando uma onda de demagogia imaginada por uma inteligente máquina propagandística de interessados em arranjar um 'tacho' no futuro Parque Paleolítico do Côa. "As gravuras não sabem nadar", gritavam eles. E, porque as gravuras não sabem nadar, destrói-se o rio Sabor. Tempos depois, foi a vez das pegadas da passagem de um dinossauro na CREL. "Achado arqueológico de extrema importância", arranjou logo os seus acérrimos defensores. Fez-se então um túnel, para preservar por cima as marcas indeléveis da passagem do dinossauro excelentíssimo. Tal como em Foz Côa, as boas almas que se encarregam de desbaratar dinheiros públicos a qualquer pretexto juraram que o local seria ponto de permanente romaria de criancinhas das escolas, levadas compulsivamente, e de milhares, milhões de adultos, idos voluntariamente, em súbito fervor histórico-cultural. E só a chegada do défice evitou que ao túnel se juntasse ainda um museu do dinossauro. Mesmo assim, milhões e milhões e milhões depois, duvido que mais de uma dúzia de curiosos por ano se preocupe em ir ver as pegadas do bicho; e, quanto a Foz Côa, retenho a exclamação sentida de uma habitante local, aqui há tempos: "Até agora, ainda não ganhámos nada com as gravuras!" Pois não, minha senhora, mas isto de ganhar dinheiro sem fazer nada, apenas abrindo a torneira do Estado, não acontece todos os dias. Agora, li aqui que, por cima da A-24, entre Vila do Conde e Vila Pouca de Aguiar, se fez um 'loboduto', para que os distintos animais (que não se sabe ao certo quantos são) não vejam interrompidos os seus supostos territórios de passagem na serra da Falperra. Eu acho o lobo um animal interessante e Deus me livre de não os querer preservar. Mas, francamente, 100 milhões de euros (20 milhões de contos!) por um 'loboduto' - onde, ainda por cima e segundo testemunhos locais, é improvável que venha a passar algum lobo, porque não só não se sabe se eles existem mesmo ali como ainda se sabe que ao lado existe uma pedreira que costuma fazer explosões - parece-me um bocadinho, como direi, talvez exagerado?... Vamos admitir que existem por ali dez lobos, a quem aquilo facilita a vida; vamos mesmo admitir que existem vinte: um milhão de contos por lobo não será de mais? Quantos anos, e sempre com gravíssimos problemas de saúde e assistência, não teria de viver um português para que o Estado gastasse com ele um milhão de contos? Como se conseguiu chegar a este verdadeiro deboche contabilístico? Segundo conta o 'Expresso', da maneira mais simples e mais habitual: através da contratação de estudos e pareceres técnicos a 'especialistas'. A consultadoria para o Estado - um dos mais prósperos negócios que existem em Portugal. Pela mesma altura de Foz Côa - governava Guterres e era ministro da Economia Pina Moura -, a consultadoria externa levou o Estado a celebrar outro extraordinário negócio. Existia uma empresa privada, a Grão Pará, que parece que tinha o mau hábito de se esquecer de pagar à Segurança Social. Já uma vez tinha conseguido negociar de forma a que o Estado lhe pusesse as dívidas a zero, mas, anos depois, estava outra vez na mesma situação. Como resolver o problema? Por dação em pagamento. Acontece que a dita empresa tinha dois bens, qual deles o mais valioso. Um era um hotel no Funchal, construído ao lado do que dava para imaginar facilmente que um dia seria o prolongamento da pista de aterragem do aeroporto. Quando a pista foi mesmo prolongada, o hotel ficou condenado à falência, porque não há muitos hóspedes que queiram dormir onde aterram aviões. O outro era o Autódromo do Estoril, onde sucessivas injecções de dinheiros públicos não tinham conseguido o milagre de o tornar rentável nem sequer de lá manter a Fórmula 1. E foi com estes dois bens falidos que o Estado se contentou em troca do perdão da dívida. Na altura escrevi um artigo perguntando como é que um Governo que tudo queria privatizar se lembrava de 'nacionalizar' um autódromo e como é que o Estado transformava um crédito num encargo financeiro para si. Respondeu no mesmo jornal o ministro Pina Moura. Dizia que o autódromo era essencial para o turismo e para o 'interesse público' e que, feitas umas pequenas obras de melhoramento, logo regressaria a Fórmula 1 e lucros a perder de vista. Passaram-se dez anos e o Autódromo do Estoril, depois de dezenas de milhões de euros de dinheiros públicos gastos em melhoramentos, manutenção e honorários dos seus administradores (e, obviamente, sem jamais voltar a ver a Fórmula 1 ou qualquer coisa que se parecesse), foi esta semana posto em leilão público por 35 milhões de euros. Não apareceu nenhum interessado. Pelo que, das duas uma: ou se arrasa e urbaniza tudo aquilo (fazendo mais uma alteração legislativa, porque os terrenos são de construção proibida), ou teremos de continuar a suportar eternamente os custos deste brilhante acto de governação. E sabem porque é que estas coisas acontecem? Porque há um poderosíssimo lóbi de consultadoria instalado à mama do Estado, há anos sem fio, que dita, influencia e condiciona as decisões dos executivos. Para 2008, o Governo orçamentou 370 milhões de euros (!) para gastar com eles em "estudos, pareceres, projectos e consultadoria". Eles, quem? Pois, isso é segredo de Estado. Há um ano que o semanário 'Sol' tenta obter, ao abrigo da Lei de Acesso aos Documentos Administrativos, a lista dos beneficiários deste bodo. Em vão. O Governo fecha-se em copas e os tribunais administrativos protegem-lhe a manha. É que, se viesse a público a lista das eminentes personalidades, dos ilustres técnicos e dos influentes escritórios de advogados e consultores que entre si fazem assessoria aos governos - seja para comprar armas, submarinos ou autódromos ou para dar parecer técnico sobre 'lobodutos' ou contratos com Angola -, uma grossa fatia da respeitabilidade pública desabaria por terra. Repito o que de há muito venho dizendo: em termos de cidadania, há duas espécies de portugueses - os que vivem a pagar ao Estado e os que vivem a tirar ao Estado. E o resto é conversa de comendadores ou de 'benfeitores'."
Resumindo... Por muito que queira, não consigo outra coisa: Odeio mesmo o estúpido do homem!

Friday, October 10, 2008

Viva a hipocrisia.

Grande Manuel Alegre: Pode até ter sido meramente por uma questão política para ganhar votos num futuro próximo, mas pelo menos não se acobardou e deu a cara na altura da sentença (leia-se votação) final. Num país que se quer comparar com os grandes da Europa (e sim, porque esses é que são países a sério!), é vergonhoso termos um Governo que quando está em plena campanha eleitoral faz um sem-número de promessas e depois, para as cumprir, está quieto. Andou e ainda anda, uma grande maioria de eleitores atrás de um partido que de rosa não tem nada e sim de cinzento. O único partido europeu que afirma diariamente que a crise económica mundial não nos vai bater à porta, ou se bater, nós não a vamos deixar entrar. Deve ser mesmo por isso, que uma das notícias de hoje é o facto do Fisco ganhar ainda mais poder para começar a vender mais rapidamente as casas penhoradas pelos bancos: quem não tem dinheiro não tem vícios e, se não têm dinheiro para ter uma vida condigna, vão morar para os bairros sociais como todas as outras famílias sem posses- enfim, uma vergonha!
Mas hoje, não estou aqui para falar de assuntos económicos. Hoje estou a falar de um assunto que incomoda muitas pessoas no nosso país. A uns por uma questão de idade, outros por ignorância, outros porque preferem esconder do que sair do armário. E faço-o com todo o devido respeito para com os meus outros webloggers que me costumam visitar, pelos quais tenho grande apreço, e que, tal como eu o faço, peço que respeitem as minhas ideias, mesmo que para vós sejam completamente "pecaminosas"- e vocês sabem quem são ;) . Hoje foi o grande dia para o PS mostrar como é um partido mentiroso, ao negar o direito de casamento aos homossexuais. Realmente, só em Portugal para se ver este tipo de mentirosos políticos e hipócritas. Praticamente todos os deputados socialistas se negaram, à excepção, lá está, de Manuel Alegre, o deputado poeta. A minha antipatia para com o PS vem de longe, acreditando ou não, sou social-democrata (viva o PSL!!), e ultimamente até ando com uns laivos de Partido Nacional Renovador (com tanto criminoso estrangeiro à solta, como o caso do gang da Linha de Sintra, que foi posto em liberdade porque uma galdéria qualquer do Ministério Público se apenou dos meninos, ou como o caso do "Comando" brasileiro de Setúbal, prendem- ou melhor-, tentam prender o Mário Monteiro, porque o senhor não pode ser aquilo que quer ser num país que se diz democrático). Contudo, não é só por crimes como xenofobia e racismo (para mim esses TAMBÉM são crimes) que as pessoas têm que ficar de bico fechado. Ser-se gay num país católico como Portugal, também é crime, crime punível com pais a expulsarem os filhos de casa, a dizerem que para eles o filho/a morreram, com exclusão social, como homofobia nas faculdades, nos empregos, por aí fora. Lamento, e isto agora vem a propósito dos meus ideais religiosos, mas se o homem nasce com o pecado, então deixem-no viver livremente com essa "pena", porque acredito que existe justiça para todos. Não devemos e nem podemos é atirar com poeira para os olhos, e enterrar a cabeça na areia só porque 66% dos portugueses são contra a homossexualidade ou o casamento (civil) entre pessoas do mesmo género. Não nos podemos esquecer também que a maioria dos portugueses já teve relações sexuais com menores de idade, e eu entendo como sendo tal, bebés e crianças até aos 10 anos, bate na mulher e nos filhos e vive como se estivéssemos todos metidos ainda no pré-25 de Abril.
Viva a Hipocrisia e Viva Portugal!

Friday, October 03, 2008

I kissed a girl... and I liked it

This was never the way I planned
Not my intention
I got so brave, drink in hand
Lost my discretion
It's not what I'm used to
Just wanna try u on
I'm curious for you
Caught my attention
I kissed a girl and I liked it
The taste of her cherry chapstick
I kissed a girl just to try it
I hope my boyfriend don't mind it
It felt so wrong
It felt so right
Don't mean I'm in love tonight
I kissed a girl and I liked it
I liked it
No I don't even know your name
It doesn't matter
You're my expiramental game
Just human nature
It's not what
Good girls do
Not how they should behave
My head gets
So confused
Hard to obey
I kissed a girl and I liked it
The taste of her cherry chapstick
I kissed a girl just to try it
I hope my boyfriend don't mind it
It felt so wrong
It felt so right
Don't mean I'm in love tonight
I kissed a girl and I liked it
I liked it
Us girls we are so magical
Soft skin, red lips, so kissable
Hard to resist so touchable
Too good to deny it
Ain't no big deal, it's innocent
I kissed a girl and I liked it
The taste of her cherry chapstick
I kissed a girl just to try it
I hope my boyfriend don't mind it
It felt so wrong
It felt so right
Don't mean I'm in love tonight
I kissed a girl and I liked it
I liked it
de: Katty Perry

Wednesday, October 01, 2008

Hoje é o Dia Mundial da Música

E como a mesma sempre fez parte de mim, e de quem eu sou, por uma razão ou outra, fosse profissional ou pessoal, espero que todos tenham ouvido grandes sons no dia dedicado exclusivamente à linguagem, que a par da Matemática, é Universal: a Música! E como sou uma fanática altamente, que só dá pelas coisas milhares de anos depois de elas ocorrerem, fica aqui a versão em vídeo do tema Viva la Vida, dos Coldplay e já mencionada anteriormente, em homenagem a outra grande banda, Depeche Mode.