Friday, November 30, 2007

Anatomia de Grey: Wishin' and Hopin' (FoxLife, ep. quinta)

A mãe de Meredith Grey acordou lúcida! A lendária Ellis Grey, cirurgiã do Seattle Grace, vítima de Alzheimer, acordou lúcida, pela primeira vez em 5 anos. Ela não se lembra de nada, ela não sabe o que tem, e ela quer ver a filha. A filha que pensa que ainda está na Europa. A mãe de Mer, tem o princípio de um enfarte quando sabe pela filha o que aconteceu, e a partir daqui, só pode piorar.

Callie e George regressam de Las Vegas...casados! (Viva Las Vegas!!!), e as amiguinhas, incluindo Cristina, fartam-se se gozar. O Bambi casou-se!! Parece feliz, mas será que foi a atitude certa, depois de dias de namoro? As duvidas começam a surgir e depois de tratar de uma paciente com cancro, parece que o matrimónio inicia o processo de contra-indicação medicamentosa: George começa a passar extremamente mal, tão mal, que pensa que o seu proprio casamento é tóxico. Quem não acha muita piada é Callie, claro.

Mer e Ellis, tentam conversar, mas a filha parece disposta a fugir sempre que pode. A lucidez é temporária, avisam-na, portanto, se ela tem ou quero dizer alguma coisa à mãe, terá que ser rapidamente, pois não se sabe, durante quanto tempo dura a janela. Todos lhe dizem também que é uma dádiva, e ela deveria aproveitá-la, mas quando tenta o resultado é lastimoso: Ellis não admite que a filha seja cirurgião, mas não tenha ainda escolhido qual a especialidade médica que quer, muito menos lhe admite um romance com um outro médico, uma vez que pensa que tanta felicidade irá prejudicar o trabalho da filha. Mer fica arrasada quando ouve a mãe dizer que não educou uma filha para ser uma pessoa comum, igual a todas as outras só porque está "feliz". Que a criou para ser uma pessoa extraordinária. Meredith sai porta fora do quarto da mãe e passado pouco tempo, esta volta ter um ataque de pressão alta. Quando Cristina consegue manter Ellis estável, esta declara que Yang será uma excelente cirurgião cardiotorácica, mesmo apesar de também estar apaixonada por um médico residente.
Afinal, parece que a "doença" de George se está a alastrar pelo hospital e depressa, a Clínica de Izzie e Miranda, que já foi inaugurada, fica cheia de pacientes. Acontece que a jovem que foi atendida por George primeiramente aparenta ter algum tóxico no sangue, e o resultado final é que assim que entra no Bloco de Operações (OR), toda a equipa médica desmaia. George ainda os tenta avisar, mas tarde de mais. Felizmente o tempo a que foram espostos não teve mais nenhum contra-efeito, embora a toxina seja altamente perigosa e tenha um efeito rápido. Cabe a Burke e Sheperd entrarem no OR, devidamente protegidos, mas com tempo limitado, tentar salvar a vida da paciente. Quando ambos também já se encontram expostos, Cristina, Meredith e Izzie tentam, à vez, acabar o processo cirurgico, sendo guiados, todos, por Richard, que estava presente no ínicio e também desmaiou.
A doente recupera lentamente, e inicia diálise para remover a toxicidade do sangue. Parece que a radiação a que tinha sido sujeita e que ainda se encontrava no seu corpo, fez reacção química com um produto natural, o que provocou a libertação de toxinas. A doente não sofria com tal facto, mas todos aqueles que tocavam no sangue, sim.
Mer ganha a força necessária para falar com Ellis. Quando chega ao quarto diz-lhe que a razão pela qual ela quer que a mãe faça a operação ao coração é pelo simples acto de fé na Medicina e acreditar que haja alguma hipótese de tratamento para a doença de Alzheimer. Ellis, não queria ser operada, mas a decisão há já muitos anos que lhe deixou de pertencer e sim cabia à filha decidir tal facto, mesmo que não quisesse, mesmo que não se sentisse preparada. Ellis teve o condão, enquanto lúcida de afastar todas as pessoas que se podiam importar e querer saber dela, sobrando apenas a filha.
Richard está no quarto e tenta avisar Meredith, mas esta não parece ligar e fala à mesma. A reacção de Ellis é lacónica: "You remind me of my daughter". Richard explica que Ellis estava bem num momento e em uma fracção de segundo voltou a perder a consciência. Com lágrimas nos olhos Mer volta para trás e vai embora.

Anatomia de Grey: Great Expectations (FoxLife, ep. quarta)

Uhn... começando pelo fim, perde-se a piada toda, mas paciência, o episódio já passou mesmo e quem é mesmo fan, mesmo que não o tivesse visto, tinha ido ao site oficial e via. Burke pede Cristina Yang em casamento. Eles continuavam sem se falarem, então ela decide quebrar o "jogo": diz que não errou e portanto que não precisa de perdão por ter feito a coisa certa, dizer ao Chefe de Cirurgia que Burke estava com um problema numa mão. A respota de Burke foi elucidativa: "Marry me, Cristina Yang!". George, ainda em luto pelo pai, arranja uma forma peculiar de não sentir tanto a dor de espírito: vai para a cama (várias vezes) com Callie. O resultado disto é pensar que está apaixonado por ela e pedi-la em casamento também.
No Seattle Grace a luta feroz que é travada, não é tanto pela vida dos pacientes, mas sim, quando se sabe que o Chefe Richard está a ponderar a hipótese de se reformar. Mark Sloan, Addison Montgomery, Derek Sheperd e Burke, todos à roda do corpo que estás a prestes a cair para o lado e dispostos a atacá-lo. Patéticos, really. Apenas Miranda fica chocada, não está a fazer conta de se candidatar ao lugar e parece bastante mais preocupada em abrir uma clínica para pessoas necessitadas de cuidados médicos, mas não têm dinheiro para os adquirir. Izzie aparece então com a ideia mais brilhante que já teve desde que a série começou: utilizar os 8 milhoes de dolares de Denny e abrir junto a Miranda, a Denny Duquete Memorial Clinic (tem piada, mas quem viu ou vê o Sobrenatural, iria jurar que o Denny aparece por lá também, mas morto, à mesma).
Richard toma coragem, e, uma vez que está a pensar em reformar-se, vai à procura de Adele, a esposa, para que esta lhe dê uma nova oportunidade. Não só ela já não lhe dá oportunidade nenhuma, como tem uma nova pessoa e relação na sua vida. O marido é agora ex-marido e pode levar com a porta a fechar-se-lhe na cara.
Addy continua a evitar Karev depois do beijo que lhe deu, ao que ele reage muito mal: "Deves pensar que és muito boa e que todos devem querer alguma coisa contigo. Na realidade o que eu quero é parar de andar atrás do Mark e participar em operações. Pode ser?" Addison responde que sim, e o assunto (presume-se) terá morrido na praia. Derek e Meredith têm a sua primeira (eles dizem primeira, mas depois de ele lhe ter chamado "whore" a toda a força, para mim, esta será a 535ª discussão) discussão. Mer sente-se tão frustrada que pensa que o namoro acabou. Digamos que ela nunca soube ultrapassar brigas caseiras com os namorados e as relações acabavam sempre mal. Mas Derek, ao regressar a casa dela, depois do trabalho, assegura-lhe que não será esta a razão pela qual irá abandonar a sua vida... Diz ele!

Tuesday, November 27, 2007

Hoje em Anatomia de Grey: Six Days (part II) (FoxLife, ep. terça)

Cristina e Burke continuam na parvoíce de não se falarem por acharem que ambos têm razão. O pai de George continua ligado a uma máquina, e começa a ter falhas nos orgãos mais importantes: rins e fígado. Eventualmente a família O'Malley tem que tomar uma difícil decisão e, no meio de tudo, George quase acusa Miranda pelo estado crítico em que o pai se encontra. Para Addison, as coisas também não estão a correr bem: está a fazer 8 meses que abortou um filho que esperava do homem errado, Mark Sloan. Para ele, a semana também não é das melhores; para Mark não seria de todo impossível ter uma família com Addy, ou seria? Izzie, depois de ter finalmente depositado o cheque milionário que Denny lhe deixou em testamento, decide aplicar parte dos 8 milhões de doláres, num objectivo que segundo Miranda é: "lovely". No entanto, para a residente-chefe do Seattle Grace, a opção de Izzie só significa que ela continua a optar por estar afectivamente ligada aos pacientes, em vez de se limitar a ser apenas a sua médica-cirurgião. Izzie gastou $300.000 numa operação a uma jovem de 17 anos que necessitava de endireitar a coluna. Mais tarde revela a Miranda: "I'm both. I'm a surgeon and I'm connected to people. I'm not ashamed for that or will ask for apologies". Miranda cai em terra, principalmente depois de ter sido ela a desligar o suporte de vida ao pai de George. Vem-se também a descobrir que Burke não sente já tremores na mão direita, após a nossa intervenção cirurgica que Shepperd (McDreamy) lhe realizou; desta vez, Cristina estava ao lado para escutar a notícia, não sendo necessário, mais uma vez, abrir a boca. Finalmente, regressado a casa e à cama tão esperada, McDreamy encontra uma prenda interessante sob a sua almofada: protectores de ouvido, de forma a impedi-lo de ouvir barulhos. Cortesia de Meredith Grey, que segundo consta, ressona alto e a bom som.

Sunday, November 25, 2007

A arte de estar "analgesicada"

Pois bem, já não me bastaram os indícios de depressão por amizades não correspondidas pela minha parte, na quinta-feira, a frequência de Matemática, na sexta, que, nesse mesmo dia D, não na hora H (ver posts anteriores), mas às 06.00, acordasse sobressaltada com uma dor reflexa no baixo ventre esquerdo, tipicamente associado a uma crise renal, devido a entupimentos dos canais do rim, devido à presença de areias ou pedra. Fiquei doente! Não pela dor em si, cuja terapeutica, para além de ter de ir para o hospital o mais depressa possível, eu já a conheço, mas pelo timing da coisa. Logo no dia da frequência de Matemática, que eu sabia que me poderia correr bem (por acaso mostrou-se bem mais lixada, mas acho que deu para safar!!). Disse para a minha mãe (amiga, salvadora, saco de porrada verbal e psicológica): "Eu saio do hospital,-(felizmente fui atendida assim que lá cheguei, e estou a referir-me ao Amadora-Sintra),- vou a casa dormir qualquer coisa, e à tarde, vou para Lx, fazer o teste!" E fui e fiz! 3 horas mal sentada, curvada para a frente, sem comer e só com os medicamentos no estomago. Estar-se "analgesicada" requer alguma arte e perícia. Temos que aguentar no nosso interior todas as toneladas de remédios e analgésicos para evitar o horror: a dor. Eu não tenho inimigos. Dou-me mal com as pessoas, mas devido ao mau-feitio. Nunca desejaria estas dores a ninguém. E quando dizem que são parecidas com as dores de parto, também arrisco: não desejo dores de parto a ninguém; Epidural ou nada OK??? Então, voltei a casa depois de um teste que correr assim-assim. Nem cá estive 1 hora, e fui novamente levada para o hospital. Desta vez cheguei lá e a situação não era bem a mesma que a da madrugada anterior. Estavam lá pessoas desde o meio dia que ainda não tinham sido atendidas, e já eram 22.00. Eu, como "repetente" tive direito a ser logo chamada. E logo atendida, e passada hora e meia voltei a casa, ainda a tempo de ver, outra vez mais "analgesicada", a Anatomia de Grey na FoxLife. Resultado: estar "analgesicada" tem o seu Q de "noblesse oblige"; ontem, sábado tive todo o dia, tonta e mal disposta. Deitei-me a pensar que deveria tomar mais comprimidos, deitei-me enervada, deitei-me com medo. E hoje acordei bem disposta. Bom, dentro dos possíveis. O meu médico de nefrologia é que diz: isso não é doença Claudia! Isso não é doença!

Thursday, November 22, 2007

Pequenas insignificâncias

Soube hoje, através do blogue de um amigo meu, que dois familiares de uma antiga amiga minha (e agora nossa) faleceram. Deparei-me com a notícia sob a forma de choque. Não estava à espera nem da mesma, nem de a saber desta forma. Através do blogue de um amigo nosso. Chego à conclusão de que o Messenger não trás nada de bom. É engraçado em princípio, as conversas são triviais, e de repente, as que são menos triviais e mais pessoais, são transmitidas via um acesso de comunicação, através do qual as pessoas não se vêem. Não estamos presentes para dizermos uns aos outros que gostamos deles, nem para transmitir Força, Amor, Amizade. Claro que a palavra é forte, mas as acções, oh.. as acções valem muito mais que isso. Eu deixei de falar, pura e simplesmente com esta minha amiga. "Vejo-a" todos os dias no Msn, mas nunca abro a janela de conversação para perguntar como vai a vida. E quem diz ela, diz muitas outras pessoas, com as quais eu falava e deixei de falar. Eu sei que sou um bom bocado anto-social; deixem-me fechada no meu casulo que eu cá fico sozinha e muito bem, mas desde há uns meses para cá, presinto que esse caminho não me vai levar, mais tarde ou mais cedo a lado nenhum. E realmente ando a desperdiçar a zona do meu coração dedicada à amizade com algumas individualidades que em nada têm contribuído para me deixarem com um único semi-sorriso na cara. Não sei por onde andei quando aqueles que realmente se interessam/ interessaram por mim, mais precisaram. Fugi! Pensei que já tinha problemas de sobra, quanto mais ter que lidar com os outros. Não pode ser assim: não posso atirar com bombas de moral e pérolas de saberdoria, desaparecendo de seguida, quando se calhar os outros, também tinha isso e muito mais para me atirarem à cara.
Sinto-me triste comigo mesma, e não me importa que me sinta tão em baixo em vésperas de teste. Isso é um problema menor face àqueles que as outras pessoas têm.
Para ti Helga, todo o apoio que não te soube dar durante os últimos 4 anos. Para ti Rita, a Amizade que nunca soube ter, durante os últimos 5 anos (e tu foste a primeira pessoa que conheci na faculdade). Para ti Isabel, pelo Carinho e Amor que te deveria ter dado e prestado há um ano, quando de certeza precisaste e eu não soube oferecer.
Vocês merecem o Mundo!

Mais um dia merdoso...

Saí de casa cansada. Afinal, sonhar com a frequência de uma disciplina de 1º ano ainda em atraso, dá nisto. Passei o dia a fazer exercícios, pedindo secretamente ao meu sub-consciente que no dia D (sexta feira) à hora H (16.30), a minha inteligência não ficasse reduzida à de uma paramécia e não conseguisse fazer aquilo que ando há já dois meses a treinar-me para: passar ao teste de Matemática I. O bicho papão voltou. Anos sem ligar muito à disciplina, fugindo-lhe como o Diabo foge da Cruz. The only problem is: se não faço a cadeira, não termino a licenciatura, e isso é que não pode ser. Portanto, passei o dia em redor dos últimos exercícios que supostamente nas aulas práticas já deveriam ter sido realizados (e que ainda não foram). Já referi que amanhã (sexta) é o dia D, não já? E que hoje, quinta, é o último dia de aulas práticas? Portanto, depois de mirrar os olhos e torrar a paciência com matrizes e amigos próximos, fui para a estimada aula de Petróleo. Compensou porque: o meu grupo está finalmente acelerado no processo de georreferenciação e marcação de pontos nos reflectores de perfis sísmicos (numa base de imagem em ArcGis) e o professor lembrou-se de que eu afinal também sirvo para alguma coisa. Enquanto isso, passei 3 horas a olhar para dois monitores, apontando todos os passos que ocorriam num deles, e elaborando powerpoints no outro. Estão a ver aquelas mega dores de cabeça que já ultrpassam o limite de dor e tornam-se enxaquecas? Hoje não jantei. Fiquei tão mal que até enjoei. E depois, chove-me. Tenho a sensação que finalmente chegou o Inverno. Se não pelo frio, será certamente pela loucura consumista que já se faz sentir: das duas uma, ou espero pelos saldos e arrisco-me a já não encontrar o que procuro, ou entro também na madness desmesurada que já se faz sentir pelas grandes superfícies lisboetas. Tenho algumas coisas reservadas, principalmente CD's e DVD's, só pelo simples facto de que apesar de serem o que são, também se esgotam rapidamente. Mas aparte disto, o que eu queria mesmo era passar a Matemática. Era uma grande prenda de Natal que eu tinha.

Friday, November 09, 2007

Novidades

Novidades, propriamente dito não tenho.. Quer dizer, tinha, passaram de data e de oportunidade e agora já nem faz muito sentido falar sobre isso. Por exemplo a história da Maddie, é de deixar qualquer um que se rale, completamente "mad", logo, não vale a pena pensar que os pais estão metidos no assunto, ou se não estão, andam a meter os pés pelas mãos com uma pinta desgraçada. Nem vale a pena também dizer que o nosso Gov. com aquela história dos pc's portáteis para os alunos do 10º está a inventar uma das histórias mais lucrativas de sempre (é que feito o 12º ano, os computadores são devolvidos, ok?), enfim.. coisas destas, não vale a pena falar, porque estão fora de moda. Mas não está fora de moda as alterações climáticas... e disso estou constantemente a falar. Dizem que o assunto/ tema "tempo" é um excelente desbloqueador de conversas, logo, deve ser por isso, que gosto tanto de o repetir. Mais coisas... Ah! Deram-me com os pés há duas semanas, e estou inteira e continuo a respirar, logo não caí à cama doente, a novela da SIC vai terminar hoje (e foi uma boa novela), quero ver o filme The Darjeeling Limited no próximo dia 14 Novembro às 22.00 no Casino Estoril (inserido no âmbito do Festival de Cinema Europeu), mas não tenho boleia, logo, se calhar, não irei, e tenho que estudar Matemática, antes que me comece a passar muito da cabeça. Também gostava de arranjar companhia para ir à loja VIVA comprar os enfeites de Natal para este ano.. muita bonecada e muita cor, mesmo que representem bonecos de neve, e a mesma, este ano ocorrer só no Pólo Sul, e mesmo assim, vamos lá ver... (desbloqueador de conversa, outra vez...); renas, pais-natal, bonecos de neve, trenós... como tenho uma casa enorme (alto momento irónico), devem mesmo cá caber! Bom, se não for à VIVA, pode ser mesmo outro local qualquer. Também gostava de ver o filme Elizabeth, mas quanto a esse, acho que tenho sorte.. existem várias sessões ao longo do dia. 'Tou com sono. E para este título não tenho mais nada a dizer.

Novas princesas

A pensar no novo mega- projecto que a Disney tem em mente, a fotógrafa norte-americana Annie Leibovitz (conhecida por trabalhar com quase todas as pessoas importantes e/ ou famosas que existem, bem como por colaborar- tal como Mario Testino-, na revista Vanity Fair), foi convidada a realizar as fotografias das novas princesas e princípes de carne e osso, que irão representar o merchandise da produtora infanto-juvenil. É o caso de Rachel Weisz (Mumia, Fiel Jardineiro, O Juri), como Branca de Neve, Scarllet Johanssen (Lost in Translation, O Encantador de Cavalos, Scoop, A Ilha), como Cinderela, Beyoncé, David Beckham e Roger Federer, entre outros.. o resultado é fascinante.