Wednesday, December 26, 2007

Friday, December 14, 2007

Chuva de Meteoritos de Geminia

A não perder hoje/ amanha, pela madrugada fora, a chuva de meteoritos provocada pela passagem do cometa 3200 Phaethon.

Monday, December 10, 2007

Não há titulo para esta entrada...

Frio, dores de cabeça e espirros. Mais uma vez acabei o dia (e acabei-o cedo, pelas 15.00) num hospital. Mas nada de pânico! Não foi nenhuma maleita minha, embora saiba bem que sexta lá terei que ir outra vez... e aí sim, será por minha culpa, minha inteira culpa. A minha vida tem dado piruetas atrás de piruetas, só de pensar nisso, até faz tonturas. Não é mentira que tal facto não me dê algum animo, mas na realidade, passa tudo muito depressa, a correr mesmo, e eu só quero é que tudo acabe por se resolver depressa e, porventura, bem! Tenho esperanças que sim, e quando isso acontecer, com toda a certeza que irei publicar o facto aqui, para que todos os que queiram saber, o saibam de livre vontade, sem ser necessário espalhá-lo, como de costume, aos quatro ventos. Por agora a novidade é: I love you, and you must know what kind of Love I'm talking here. Don't get all stressed up and everything! 'Cause it's bad for you and for me also. But I just can't help it and it's becoming this virus thing, nasty virus indeed! And I just have to let it go, 'cause you'll never gonna make it real, and you'll definitely not going to take it all away!

Tuesday, December 04, 2007

Anatomia de Grey: Drowning on Dry Land (FoxLife)

Mer ressurge à superfície, mas depressa parece desistir de estar à tona de água e pedir auxílio.
Alex Karev continua a missão de tentar acalmar os familiares das vítimas, mas os dados são tão ínfimos que acaba por ser ele a ter a ideia de tirar fotografias a todos os feridos que estão nas urgências, bem como àqueles cujos corpos já se encontram na morgue. George acaba por não descobrir o filho da paciente que necessita da cirurgia e, como tal, mente-lhe (embora diga a Bailey que vai continuar à procura) para que ela seja operada.
Ainda no cais, Izzie continua sem saber como lidar com a vítima que tem entre mãos e a sua última opção e hipótese é ligar para o Chefe Richard de forma a que ele a vá seguindo passo a passo numa cirurgia muito especial: de forma a aliviar a pressão cerebral do doente, ela, com os poucos recursos que tem, terá de realizar perfurações intracranianas. Uma Izzie que só tem observado cirurgias e não tem praticado, ganha a coragem suficiente e com a ajuda dos amigos do paciente embarca na aventura, com um berbequim.
No hospital Cristina começa a estranhar o facto de todas as pessoas regressarem, menos Meredith.
Derek encontra a menina que estava com Mer e pede-lhe para que esta lhe aponte o local onde por último ela viu a namorada do médico. A criança aponta para o mar e Derek sem pensar atira-se à água.
No hospital, Karev tenta saber o estado da grávida que conseguiu recuperar no cais e Addy diz-lhe que ela está estável, assim como o bebé; acaba também por confessar-lhe que se fosse ela própria a estar desaparecida, e não se recordasse de nada ou de quem era, será que alguém iria dar por falta dela? Alex diz-lhe que ele repararia que ela não estava presente e retira-se do quarto.
George e Alex começam a revistar a morgue de forma a encontrar o filho da paciente que está a ser operada. No meio dos corpos deparam-se como uma jovem que também estava grávida. Como na sala de espera das famílias também se encontrava um homem cujo paradeiro da mulher era desconhecido, Alex leva-lhe duas fotografias: uma da mulher que ele salvou, e outra da jovem que morreu. O marido entra em choque assim que vê a segunda imagem.
Derek consegue resgatar Meredith ou o que resta dela. Ao chegar ao hospital todos os internos são chamados incluindo Izzie, que depois de ter realizado a intervenção dentro do barco, em condições completamente estranhas, vê-se novamente possibilitada de realizar procedimentos cirurgicos, e encontra-se a operar o homem que salvou. Cristina também é chamada e é a ultima a chegar à entrada da sala onde Meredith está a ser tratada por Richard, Miranda, Addison e Burke. Sentados no chão um Sheperd completamente arrasado é apoiado por Mark. Dentro da sala de observações Addy olha para o ex-marido e diz a Mer: "Não podes fazer isto.." Cristina entra em pânico; por muitas vezes que tanto ela como Mer afirmaram que são irmãs, que são da mesma família, e Yang nem teve ainda tempo de dizer à melhor amiga que se ia casar. George em desespero afirma que as pessoas morrem ao que Izzie responde-lhe: "I know that. We see people dying everyday in front of us!" Mas também afirma que acredita. Acredita que Denny está com ela todos os dias, acredita que se comer uma embalagem de manteiga e ninguém ver, as calorias não contam, acredita que os maus cirurgiões preferem agrafos a pontos, acredita que, depois de um ano tão horrível como tiveram que vão sobreviver; acredita que por acreditar que eles vão sobreviver, sobrevivem. Acredita que George é um homem que cometeu um grave erro em ter-se casado com Callie e finaliza com o facto de ela ver as coisas boas, ser optimista.
Na sala de observações, o coração de Mer deixa de bater após uma incessante reanimação. Há uma luz branca e... Mer acorda assustada, onde estará? No seu lado esquerdo encontra-se o homem da brigada de minas e armadilhas que morreu durante uma explosão no hospital. Ela pergunta-lhe: "Am I dead", ele sorri e ouve-se outra voz a responder: "Damn right you are!" É Denny, sorridente. A ultima imagem é dos três, com Mer a exclamar: "Holy Sh...!!" (Continua)

Monday, December 03, 2007

Corvos, Terça Feira, às 18.30, Fnac Chiado

101 Mensagens Publicadas!

Há quem comemore datas mais importantes e números mais esotéricos, como o 27, eu, por acaso sempre tive bastante simpatia pelo número 101; não só é uma capicua, como também é o nome de um dos mais incríveis concertos que fizeram história no meio musical dos anos 80 (101- Depeche Mode- Live from Pasadena, Los Angeles), e sempre esteve de uma forma ou outra ligado a algumas passagens na minha vida, quando eu, por exemplo e, por qualquer razão, olhava na desportiva para qualquer número de porta... Também é o autocarro da Vimeca que vai para Tercena (ahahaha!). Anyway, mensagem 101 comemorada na mensagem 102!

Sunday, December 02, 2007

Cozinhar, inventando...

Deu-me para cozinhar, sei lá.. inventar pratos, aprender a fazer qualquer coisa na cozinha que não seja o costume: fritos, grelhados, cozidos, com sal, e água, e pimenta e, às vezes, alho. Tou a enjoar a comida que como há já alguns anos seguidos, e como sou eu quem cozinha e como cá em casa, há que alternar. Tipo, peixe cozido: tou farta de comer peixe cozido, sempre tão.. peixinho sem sal, com batatinhas cozidas e pouco mais. Não é mau, pelo contrário, é saudável e eu gosto de peixe, mas ontem experimentei lombos de pescada com alho francês (porque não me dou com a cebola). Ficou supimpa e acompanhei com puré de batata. Hoje fiz massa tricolor com frango, natas, e salsicha. Só lhe falta um bocadinho mais de sal, que ainda pode ser colocado na panela, mas mesmo assim, ficou saboroso. Há quem diga (a minha mãe) que estou a ser influenciada pelas minhas colegas da faculdade, porque andamos ultimamente a discutir culinária. Por acaso, falamos de comida, não daquilo que sabemos fazer, e eu, que não tenho problemas nenhuns em admitir, não sei fazer quase nada. Não é propriamente dito uma corrida para saber quem faz mais na cozinha, não estamos nos anos 40 para saber quem é a melhor dona de casa, até porque, eu não sou grande coisa nesse aspecto também. É mais naquela dose de brincadeira e mais olhos que barriga. Por exemplo, elas divertem-se imenso a fazer bolos e doces, ora eu não sobrevivo de bolos e outras guloseimas, eu quero é saber fazer mesmo pratos de cozinha. Coisas que eu posso comer (ou que se possam comer cá em casa), e que posso aprender a fazer com relativa facilidade. Não ando a tentar conquistar ninguém pelo estomago, a não ser a mim própria, portanto, tou na fase dos cozinhados. Inventa-se um bocado aqui e acolá, mas o resultado final é que interessa. Que saiba bem, e se possa comer.

Anatomia de Grey: Walk on Water (FoxLife, ep. sexta)

Um dia como qualquer outro, acaba por se transformar num autêntico pesadelo infernal.
Derek dá com Mer enfiada dentro da banheira, totalmente, e pensa que a atitude da namorada é suícida tendo em consideração todas as coisas que ela ouviu da mãe, Ellis. Meredith diz que nada tem a ver, e que nunca lhe passaria pela cabeça pôr termo à vida, embora Derek não acredite muito nas suas palavras. Para ajudar à festa, quando Mer pergunta a uma Izzie extremamente pensativa, porque não pode ser "feliz para sempre", Isobel responde-lhe que ela própria também já não sabe nada, nem em que acreditar mais (para além de admitir que comeu tudo o que se encontrava dentro do frigorífico, incluindo a manteiga).
No hospital, Derek, Mark e Burke are having the time of their lifes quando reparam que Richard, o Chefe, pintou o cabelo. Addison faz-lhes frente dizendo que não é forma de se tratar uma pessoa que foi deixada pelo conjuge. Eles calam-se, mas não por muito tempo. Mais tarde Mark, ao encontrar Richard, diz-lhe que ele precisa de fazer madeixas brancas, de forma a não parecer tão estranho. Addison, por seu mal, confessa que logo a seguir a Derek te-la deixado, ela pintou o cabelo de louro, afirmando que mudar é, por vezes, bom.
Na altura em que os internos estão a fazer as triagens, é recebida a notícia de um acidente de grandes proporções no cais. Ninguém sabe do que se trata, apenas que têm de ir ao local começarem a tratar dos feridos. Cristina fica no hospital, (e bastante arrependida de ainda não ter falado com Meredith sobre o seu noivado). Enquanto isso, Burke dá a Sheperd a notícia, explicando que Cristina não queria que ele o fizesse, enquanto ela não falasse com Mer. Acabam por chegar à conclusão que nunca irão entender as respectivas namoradas, mas na altura aproxima-se Mark, que em poucos minutos, espalha a boa nova, para constrangimento de Yang.
Os internos, juntamente a Miranda chegam ao cais. O cenário é devastador. Um dos ferrys que atravessam as ilhas de Seattle embateu contra um cargueiro, causando uma explosão. Muitas pessoas se encontram feridas e já muitas outras morreram. George, Izzie e Mer não sabem o que fazer, porque nunca passaram por uma situação idêntica. Miranda manda-os ajudarem no que puderem. Karev acaba por salvar uma rapariga anónima, que se encontra grávida. Izzie é chamada para ajudar, dentro do ferry um homem que se encontra preso entre dois automóveis, George e Miranda auxiliam uma mulher que necessita urgentemente ser operada, mas cuja preocupação maior é encontrarem-lhe o filho de 9 anos. Meredith fica encarregue de uma menina que devido ao choque, não fala.
Mais tarde, junta-se-lhes Derek. Aqui a perícia em cirurgia não chega, há que ser médico para todas as maleitas, desde cortes superficiais, a queimaduras de 1º grau.
Aos poucos o Seattle Grace começa a receber os feridos: Addy, Cristina, Richard, Callie e Mark estão a postos para o que aí vem, mas o que os espera será trágico demais.
Izzie continua a tentar ajudar o máximo que pode o homem aprisionado. Os amigos que o acompanhavam começam a desconfiar das suas capacidades de médica, mas Izzie consegue demonstrar confiança necessária para a maioria das acções que efectua. Contudo, o homem tem um episódio de convulsões e Izzie afirma que não pode fazer mais nada por ele, se não for removido debaixo das viaturas.
Meredith vê um homem a sair de dentro de água. Extremamente gelado, apresenta um profundo golpe numa perna que não pára de sangrar. Com a ajuda da menina que a acompanhava, consegue estancar a hemorragia, mas quando tenta embrulhá-lo no seu blusão, ele empurra-a sem sequer ou se aperceber, devido à inconsciência provocada por hipotermia, para dentro de água. A menina vê, mas nada faz, voltando as costas e calmamente deixando o local onde se encontra o ferido.
Sheperd começa a ficar preocupado por não saber de Meredith, assim como Miranda.
No meio da água não há sinais de vida, ou de luta para (sobre)viver... (Continua)

Dia Mundial da Luta contra o VIH/SIDA

Friday, November 30, 2007

Anatomia de Grey: Wishin' and Hopin' (FoxLife, ep. quinta)

A mãe de Meredith Grey acordou lúcida! A lendária Ellis Grey, cirurgiã do Seattle Grace, vítima de Alzheimer, acordou lúcida, pela primeira vez em 5 anos. Ela não se lembra de nada, ela não sabe o que tem, e ela quer ver a filha. A filha que pensa que ainda está na Europa. A mãe de Mer, tem o princípio de um enfarte quando sabe pela filha o que aconteceu, e a partir daqui, só pode piorar.

Callie e George regressam de Las Vegas...casados! (Viva Las Vegas!!!), e as amiguinhas, incluindo Cristina, fartam-se se gozar. O Bambi casou-se!! Parece feliz, mas será que foi a atitude certa, depois de dias de namoro? As duvidas começam a surgir e depois de tratar de uma paciente com cancro, parece que o matrimónio inicia o processo de contra-indicação medicamentosa: George começa a passar extremamente mal, tão mal, que pensa que o seu proprio casamento é tóxico. Quem não acha muita piada é Callie, claro.

Mer e Ellis, tentam conversar, mas a filha parece disposta a fugir sempre que pode. A lucidez é temporária, avisam-na, portanto, se ela tem ou quero dizer alguma coisa à mãe, terá que ser rapidamente, pois não se sabe, durante quanto tempo dura a janela. Todos lhe dizem também que é uma dádiva, e ela deveria aproveitá-la, mas quando tenta o resultado é lastimoso: Ellis não admite que a filha seja cirurgião, mas não tenha ainda escolhido qual a especialidade médica que quer, muito menos lhe admite um romance com um outro médico, uma vez que pensa que tanta felicidade irá prejudicar o trabalho da filha. Mer fica arrasada quando ouve a mãe dizer que não educou uma filha para ser uma pessoa comum, igual a todas as outras só porque está "feliz". Que a criou para ser uma pessoa extraordinária. Meredith sai porta fora do quarto da mãe e passado pouco tempo, esta volta ter um ataque de pressão alta. Quando Cristina consegue manter Ellis estável, esta declara que Yang será uma excelente cirurgião cardiotorácica, mesmo apesar de também estar apaixonada por um médico residente.
Afinal, parece que a "doença" de George se está a alastrar pelo hospital e depressa, a Clínica de Izzie e Miranda, que já foi inaugurada, fica cheia de pacientes. Acontece que a jovem que foi atendida por George primeiramente aparenta ter algum tóxico no sangue, e o resultado final é que assim que entra no Bloco de Operações (OR), toda a equipa médica desmaia. George ainda os tenta avisar, mas tarde de mais. Felizmente o tempo a que foram espostos não teve mais nenhum contra-efeito, embora a toxina seja altamente perigosa e tenha um efeito rápido. Cabe a Burke e Sheperd entrarem no OR, devidamente protegidos, mas com tempo limitado, tentar salvar a vida da paciente. Quando ambos também já se encontram expostos, Cristina, Meredith e Izzie tentam, à vez, acabar o processo cirurgico, sendo guiados, todos, por Richard, que estava presente no ínicio e também desmaiou.
A doente recupera lentamente, e inicia diálise para remover a toxicidade do sangue. Parece que a radiação a que tinha sido sujeita e que ainda se encontrava no seu corpo, fez reacção química com um produto natural, o que provocou a libertação de toxinas. A doente não sofria com tal facto, mas todos aqueles que tocavam no sangue, sim.
Mer ganha a força necessária para falar com Ellis. Quando chega ao quarto diz-lhe que a razão pela qual ela quer que a mãe faça a operação ao coração é pelo simples acto de fé na Medicina e acreditar que haja alguma hipótese de tratamento para a doença de Alzheimer. Ellis, não queria ser operada, mas a decisão há já muitos anos que lhe deixou de pertencer e sim cabia à filha decidir tal facto, mesmo que não quisesse, mesmo que não se sentisse preparada. Ellis teve o condão, enquanto lúcida de afastar todas as pessoas que se podiam importar e querer saber dela, sobrando apenas a filha.
Richard está no quarto e tenta avisar Meredith, mas esta não parece ligar e fala à mesma. A reacção de Ellis é lacónica: "You remind me of my daughter". Richard explica que Ellis estava bem num momento e em uma fracção de segundo voltou a perder a consciência. Com lágrimas nos olhos Mer volta para trás e vai embora.

Anatomia de Grey: Great Expectations (FoxLife, ep. quarta)

Uhn... começando pelo fim, perde-se a piada toda, mas paciência, o episódio já passou mesmo e quem é mesmo fan, mesmo que não o tivesse visto, tinha ido ao site oficial e via. Burke pede Cristina Yang em casamento. Eles continuavam sem se falarem, então ela decide quebrar o "jogo": diz que não errou e portanto que não precisa de perdão por ter feito a coisa certa, dizer ao Chefe de Cirurgia que Burke estava com um problema numa mão. A respota de Burke foi elucidativa: "Marry me, Cristina Yang!". George, ainda em luto pelo pai, arranja uma forma peculiar de não sentir tanto a dor de espírito: vai para a cama (várias vezes) com Callie. O resultado disto é pensar que está apaixonado por ela e pedi-la em casamento também.
No Seattle Grace a luta feroz que é travada, não é tanto pela vida dos pacientes, mas sim, quando se sabe que o Chefe Richard está a ponderar a hipótese de se reformar. Mark Sloan, Addison Montgomery, Derek Sheperd e Burke, todos à roda do corpo que estás a prestes a cair para o lado e dispostos a atacá-lo. Patéticos, really. Apenas Miranda fica chocada, não está a fazer conta de se candidatar ao lugar e parece bastante mais preocupada em abrir uma clínica para pessoas necessitadas de cuidados médicos, mas não têm dinheiro para os adquirir. Izzie aparece então com a ideia mais brilhante que já teve desde que a série começou: utilizar os 8 milhoes de dolares de Denny e abrir junto a Miranda, a Denny Duquete Memorial Clinic (tem piada, mas quem viu ou vê o Sobrenatural, iria jurar que o Denny aparece por lá também, mas morto, à mesma).
Richard toma coragem, e, uma vez que está a pensar em reformar-se, vai à procura de Adele, a esposa, para que esta lhe dê uma nova oportunidade. Não só ela já não lhe dá oportunidade nenhuma, como tem uma nova pessoa e relação na sua vida. O marido é agora ex-marido e pode levar com a porta a fechar-se-lhe na cara.
Addy continua a evitar Karev depois do beijo que lhe deu, ao que ele reage muito mal: "Deves pensar que és muito boa e que todos devem querer alguma coisa contigo. Na realidade o que eu quero é parar de andar atrás do Mark e participar em operações. Pode ser?" Addison responde que sim, e o assunto (presume-se) terá morrido na praia. Derek e Meredith têm a sua primeira (eles dizem primeira, mas depois de ele lhe ter chamado "whore" a toda a força, para mim, esta será a 535ª discussão) discussão. Mer sente-se tão frustrada que pensa que o namoro acabou. Digamos que ela nunca soube ultrapassar brigas caseiras com os namorados e as relações acabavam sempre mal. Mas Derek, ao regressar a casa dela, depois do trabalho, assegura-lhe que não será esta a razão pela qual irá abandonar a sua vida... Diz ele!

Tuesday, November 27, 2007

Hoje em Anatomia de Grey: Six Days (part II) (FoxLife, ep. terça)

Cristina e Burke continuam na parvoíce de não se falarem por acharem que ambos têm razão. O pai de George continua ligado a uma máquina, e começa a ter falhas nos orgãos mais importantes: rins e fígado. Eventualmente a família O'Malley tem que tomar uma difícil decisão e, no meio de tudo, George quase acusa Miranda pelo estado crítico em que o pai se encontra. Para Addison, as coisas também não estão a correr bem: está a fazer 8 meses que abortou um filho que esperava do homem errado, Mark Sloan. Para ele, a semana também não é das melhores; para Mark não seria de todo impossível ter uma família com Addy, ou seria? Izzie, depois de ter finalmente depositado o cheque milionário que Denny lhe deixou em testamento, decide aplicar parte dos 8 milhões de doláres, num objectivo que segundo Miranda é: "lovely". No entanto, para a residente-chefe do Seattle Grace, a opção de Izzie só significa que ela continua a optar por estar afectivamente ligada aos pacientes, em vez de se limitar a ser apenas a sua médica-cirurgião. Izzie gastou $300.000 numa operação a uma jovem de 17 anos que necessitava de endireitar a coluna. Mais tarde revela a Miranda: "I'm both. I'm a surgeon and I'm connected to people. I'm not ashamed for that or will ask for apologies". Miranda cai em terra, principalmente depois de ter sido ela a desligar o suporte de vida ao pai de George. Vem-se também a descobrir que Burke não sente já tremores na mão direita, após a nossa intervenção cirurgica que Shepperd (McDreamy) lhe realizou; desta vez, Cristina estava ao lado para escutar a notícia, não sendo necessário, mais uma vez, abrir a boca. Finalmente, regressado a casa e à cama tão esperada, McDreamy encontra uma prenda interessante sob a sua almofada: protectores de ouvido, de forma a impedi-lo de ouvir barulhos. Cortesia de Meredith Grey, que segundo consta, ressona alto e a bom som.

Sunday, November 25, 2007

A arte de estar "analgesicada"

Pois bem, já não me bastaram os indícios de depressão por amizades não correspondidas pela minha parte, na quinta-feira, a frequência de Matemática, na sexta, que, nesse mesmo dia D, não na hora H (ver posts anteriores), mas às 06.00, acordasse sobressaltada com uma dor reflexa no baixo ventre esquerdo, tipicamente associado a uma crise renal, devido a entupimentos dos canais do rim, devido à presença de areias ou pedra. Fiquei doente! Não pela dor em si, cuja terapeutica, para além de ter de ir para o hospital o mais depressa possível, eu já a conheço, mas pelo timing da coisa. Logo no dia da frequência de Matemática, que eu sabia que me poderia correr bem (por acaso mostrou-se bem mais lixada, mas acho que deu para safar!!). Disse para a minha mãe (amiga, salvadora, saco de porrada verbal e psicológica): "Eu saio do hospital,-(felizmente fui atendida assim que lá cheguei, e estou a referir-me ao Amadora-Sintra),- vou a casa dormir qualquer coisa, e à tarde, vou para Lx, fazer o teste!" E fui e fiz! 3 horas mal sentada, curvada para a frente, sem comer e só com os medicamentos no estomago. Estar-se "analgesicada" requer alguma arte e perícia. Temos que aguentar no nosso interior todas as toneladas de remédios e analgésicos para evitar o horror: a dor. Eu não tenho inimigos. Dou-me mal com as pessoas, mas devido ao mau-feitio. Nunca desejaria estas dores a ninguém. E quando dizem que são parecidas com as dores de parto, também arrisco: não desejo dores de parto a ninguém; Epidural ou nada OK??? Então, voltei a casa depois de um teste que correr assim-assim. Nem cá estive 1 hora, e fui novamente levada para o hospital. Desta vez cheguei lá e a situação não era bem a mesma que a da madrugada anterior. Estavam lá pessoas desde o meio dia que ainda não tinham sido atendidas, e já eram 22.00. Eu, como "repetente" tive direito a ser logo chamada. E logo atendida, e passada hora e meia voltei a casa, ainda a tempo de ver, outra vez mais "analgesicada", a Anatomia de Grey na FoxLife. Resultado: estar "analgesicada" tem o seu Q de "noblesse oblige"; ontem, sábado tive todo o dia, tonta e mal disposta. Deitei-me a pensar que deveria tomar mais comprimidos, deitei-me enervada, deitei-me com medo. E hoje acordei bem disposta. Bom, dentro dos possíveis. O meu médico de nefrologia é que diz: isso não é doença Claudia! Isso não é doença!

Thursday, November 22, 2007

Pequenas insignificâncias

Soube hoje, através do blogue de um amigo meu, que dois familiares de uma antiga amiga minha (e agora nossa) faleceram. Deparei-me com a notícia sob a forma de choque. Não estava à espera nem da mesma, nem de a saber desta forma. Através do blogue de um amigo nosso. Chego à conclusão de que o Messenger não trás nada de bom. É engraçado em princípio, as conversas são triviais, e de repente, as que são menos triviais e mais pessoais, são transmitidas via um acesso de comunicação, através do qual as pessoas não se vêem. Não estamos presentes para dizermos uns aos outros que gostamos deles, nem para transmitir Força, Amor, Amizade. Claro que a palavra é forte, mas as acções, oh.. as acções valem muito mais que isso. Eu deixei de falar, pura e simplesmente com esta minha amiga. "Vejo-a" todos os dias no Msn, mas nunca abro a janela de conversação para perguntar como vai a vida. E quem diz ela, diz muitas outras pessoas, com as quais eu falava e deixei de falar. Eu sei que sou um bom bocado anto-social; deixem-me fechada no meu casulo que eu cá fico sozinha e muito bem, mas desde há uns meses para cá, presinto que esse caminho não me vai levar, mais tarde ou mais cedo a lado nenhum. E realmente ando a desperdiçar a zona do meu coração dedicada à amizade com algumas individualidades que em nada têm contribuído para me deixarem com um único semi-sorriso na cara. Não sei por onde andei quando aqueles que realmente se interessam/ interessaram por mim, mais precisaram. Fugi! Pensei que já tinha problemas de sobra, quanto mais ter que lidar com os outros. Não pode ser assim: não posso atirar com bombas de moral e pérolas de saberdoria, desaparecendo de seguida, quando se calhar os outros, também tinha isso e muito mais para me atirarem à cara.
Sinto-me triste comigo mesma, e não me importa que me sinta tão em baixo em vésperas de teste. Isso é um problema menor face àqueles que as outras pessoas têm.
Para ti Helga, todo o apoio que não te soube dar durante os últimos 4 anos. Para ti Rita, a Amizade que nunca soube ter, durante os últimos 5 anos (e tu foste a primeira pessoa que conheci na faculdade). Para ti Isabel, pelo Carinho e Amor que te deveria ter dado e prestado há um ano, quando de certeza precisaste e eu não soube oferecer.
Vocês merecem o Mundo!

Mais um dia merdoso...

Saí de casa cansada. Afinal, sonhar com a frequência de uma disciplina de 1º ano ainda em atraso, dá nisto. Passei o dia a fazer exercícios, pedindo secretamente ao meu sub-consciente que no dia D (sexta feira) à hora H (16.30), a minha inteligência não ficasse reduzida à de uma paramécia e não conseguisse fazer aquilo que ando há já dois meses a treinar-me para: passar ao teste de Matemática I. O bicho papão voltou. Anos sem ligar muito à disciplina, fugindo-lhe como o Diabo foge da Cruz. The only problem is: se não faço a cadeira, não termino a licenciatura, e isso é que não pode ser. Portanto, passei o dia em redor dos últimos exercícios que supostamente nas aulas práticas já deveriam ter sido realizados (e que ainda não foram). Já referi que amanhã (sexta) é o dia D, não já? E que hoje, quinta, é o último dia de aulas práticas? Portanto, depois de mirrar os olhos e torrar a paciência com matrizes e amigos próximos, fui para a estimada aula de Petróleo. Compensou porque: o meu grupo está finalmente acelerado no processo de georreferenciação e marcação de pontos nos reflectores de perfis sísmicos (numa base de imagem em ArcGis) e o professor lembrou-se de que eu afinal também sirvo para alguma coisa. Enquanto isso, passei 3 horas a olhar para dois monitores, apontando todos os passos que ocorriam num deles, e elaborando powerpoints no outro. Estão a ver aquelas mega dores de cabeça que já ultrpassam o limite de dor e tornam-se enxaquecas? Hoje não jantei. Fiquei tão mal que até enjoei. E depois, chove-me. Tenho a sensação que finalmente chegou o Inverno. Se não pelo frio, será certamente pela loucura consumista que já se faz sentir: das duas uma, ou espero pelos saldos e arrisco-me a já não encontrar o que procuro, ou entro também na madness desmesurada que já se faz sentir pelas grandes superfícies lisboetas. Tenho algumas coisas reservadas, principalmente CD's e DVD's, só pelo simples facto de que apesar de serem o que são, também se esgotam rapidamente. Mas aparte disto, o que eu queria mesmo era passar a Matemática. Era uma grande prenda de Natal que eu tinha.

Friday, November 09, 2007

Novidades

Novidades, propriamente dito não tenho.. Quer dizer, tinha, passaram de data e de oportunidade e agora já nem faz muito sentido falar sobre isso. Por exemplo a história da Maddie, é de deixar qualquer um que se rale, completamente "mad", logo, não vale a pena pensar que os pais estão metidos no assunto, ou se não estão, andam a meter os pés pelas mãos com uma pinta desgraçada. Nem vale a pena também dizer que o nosso Gov. com aquela história dos pc's portáteis para os alunos do 10º está a inventar uma das histórias mais lucrativas de sempre (é que feito o 12º ano, os computadores são devolvidos, ok?), enfim.. coisas destas, não vale a pena falar, porque estão fora de moda. Mas não está fora de moda as alterações climáticas... e disso estou constantemente a falar. Dizem que o assunto/ tema "tempo" é um excelente desbloqueador de conversas, logo, deve ser por isso, que gosto tanto de o repetir. Mais coisas... Ah! Deram-me com os pés há duas semanas, e estou inteira e continuo a respirar, logo não caí à cama doente, a novela da SIC vai terminar hoje (e foi uma boa novela), quero ver o filme The Darjeeling Limited no próximo dia 14 Novembro às 22.00 no Casino Estoril (inserido no âmbito do Festival de Cinema Europeu), mas não tenho boleia, logo, se calhar, não irei, e tenho que estudar Matemática, antes que me comece a passar muito da cabeça. Também gostava de arranjar companhia para ir à loja VIVA comprar os enfeites de Natal para este ano.. muita bonecada e muita cor, mesmo que representem bonecos de neve, e a mesma, este ano ocorrer só no Pólo Sul, e mesmo assim, vamos lá ver... (desbloqueador de conversa, outra vez...); renas, pais-natal, bonecos de neve, trenós... como tenho uma casa enorme (alto momento irónico), devem mesmo cá caber! Bom, se não for à VIVA, pode ser mesmo outro local qualquer. Também gostava de ver o filme Elizabeth, mas quanto a esse, acho que tenho sorte.. existem várias sessões ao longo do dia. 'Tou com sono. E para este título não tenho mais nada a dizer.

Novas princesas

A pensar no novo mega- projecto que a Disney tem em mente, a fotógrafa norte-americana Annie Leibovitz (conhecida por trabalhar com quase todas as pessoas importantes e/ ou famosas que existem, bem como por colaborar- tal como Mario Testino-, na revista Vanity Fair), foi convidada a realizar as fotografias das novas princesas e princípes de carne e osso, que irão representar o merchandise da produtora infanto-juvenil. É o caso de Rachel Weisz (Mumia, Fiel Jardineiro, O Juri), como Branca de Neve, Scarllet Johanssen (Lost in Translation, O Encantador de Cavalos, Scoop, A Ilha), como Cinderela, Beyoncé, David Beckham e Roger Federer, entre outros.. o resultado é fascinante.

Saturday, October 13, 2007

...

http://mattzollerseitz.blogspot.com/2007/08/sunbeam-in-abyss_28.html

Thursday, September 20, 2007

Os meus meninos...

... e eu... ...Olhando para o penteado do Cesario..... No jantarix... avec Mr. William a fazer tonterías...
TPM tem destas coisas (dão para o sentimentalismo fraternal..) e como eu gosto imenso deles, aqui estão para todo o mundo os conhecer... Os meus meninos lindos.... =)))))

Tuesday, September 18, 2007

Parte II

Pormenor do chão (em mosaico) na capela interna do edifício principal (Palácio construído no séc. XIX) da Quinta.

Fachada da capela externa.

Poço iniciático. Cucu.... No fundo do poço... Aahahahaha

Em busca da gruta encantada...Quinta da Regaleira

Bonitinho... Olhando para os mapas... houve quem nunca chegasse a perceber onde é que realmente estava (e, garanto, não fui eu.. ahahah)

Friday, September 07, 2007

Friday, July 27, 2007

Férias

Estou de férias. Já não era sem tempo.. however, a dias de embarcar num "abião", fiquei constipada. Tipo, tá calor e eu fico constipada,..... em CASA!!! Eu constipei-me em casa!!! Faz todo o sentido...

Sunday, July 15, 2007

Mas afinal quem ganhou as eleições?

António Costa ou o PS? Estamos numa eleição de partidos ou de pessoas? E porque razão o discurso (o mais significativo) de vitória foi declarado por José Socrates?

Thursday, July 12, 2007

Harry Potter e a Ordem da Fénix

Já sei que para muitos que leram o livro, que o sabem de uma ponta à outra, o filme não lhe faz justiça. Mas pensando melhor, reconsiderando e vendo os pós e os contras, temos que admitir que as 2.30 horas passadas no cinema, valeram bem a pena não? Claro que estar na praia é bem melhor e o cinema fica para a noite, mas para quem ainda está em exames, o cinema é à tarde e a noite é para estudar. Admito que fiquei deprimida.. mas atenção; não fiquei deprimida pelo filme estar mal feito, interpretado, realizado, pelos efeitos ou não, fiquei deprimida, porque estamos a entrar numa nova fase da saga. Nunca achei (acho que já referi) que os livros fossem "infanto-juvenis": qual é a infantilidade de uma criança ser vítima de maus tratos ao longo dos 11 primeiros anos de vida, após os pais terem sido brutalmente mortos? (e digo isto genericamente, independentemente de ser realidade ou ficção). De qualquer maneira, é a fase "dark side of the force" que aí vem e que, neste filme, hoje estreado, fica bem comprovado. Há muita coisa que é focada em relação ao mais importante no livro, e se calhar o tal "beijo" demora mais na tela, do que parece na leitura, mas não há duvida que saímos da sala com a sensação de murro no estomago e com uma enorme vontade de dizer a quem realmente queremos bem que os amamos... Porque, tal como é o meu lema (um dos) de vida, e tal como é a conclusão do filme: O mais importante no fim do dia, da batalha, da guerra, de tudo o que nos possa magoar, é a amizade e o Amor... Aprovadíssimo!

Friday, July 06, 2007

Porque é que não temos saídas de Campo assim?

É tão irritante... e triste... OK! Tenho sempre as minas (Aljustrel, Neves Corvo), as cristas quartzíticas (Penacova, Buçaco), as costeiras (Bucelas, Loures)... mas gostava de sentir rocha quente nas mãos sabem? Que não tivesse sido aquecido pelo Sol, de preferência....

Wednesday, July 04, 2007

Árabe

Sei que prometi, ou falei (ou nem uma coisa, nem outra) de que faria uma coisita qualquer sobre os templários e a sua brilhante capacidade de conquista das terras árabes, mais concretamente daquele enclavezito chamado Jerusalém. Contudo era só para informar, que provavelmente por motivos laborais, irei começar a aprender árabe. Nunca se sabe onde o mundo do "petroile" nos poderá levar, e se me levar a terras serracenas, melhor... Mas com o rapaz que vi a sair com a ex-ex namorada... ;)

Capacidade de encaixe

Eu sou daquelas raparigas modernas, que não quer casar, nem ter filhos, nem ser dona de casa (tanto que nem a merda de um bolo sei fazer, mesmo dos mais simples...), mas não sou totalmente lésbica. Isto é, ainda tenho esperança de arranjar um rapazito engraçado com quem possa desabafar. O problema põe-se quando uma pessoa, que em tempos terá sido o meu "melhor amigo" me atira à cara, e com alguma razão, de que eu, graças ao meu brilhante feitio, afasto as pessoas de mim (não me afasto delas, mas tenho o efeito nocivo oposto); isto foi-me declarado, qual poema de amor, numa pequena discussão (das muitas que tivémos) cibernautica, que sempre achei ser a melhor forma de expressão entre amigos.. nada como o old messenger para nos encher os egos com conversatas tardias com 20 pessoas ao mesmo tempo, sobre assuntos completamente distintos entre si. (Em relação a esse "amigo", a sua moral de me julgar o feitio também não é das melhores, mas a realidade dos factos é que devido ao facto de eu ter sofrido uma gravíssima, má mesmo, paixão não correspondida por ele, parece que agora, todas as pseudo-relações que possa vir a ter, morrem muito antes de chegarem à praia). Hoje vi um rapaz, que também foi muito cumplice meu em épocas finais "liceistas" (adoro inventar palavras novas!), a sair com uma ex-ex namorada. Ora, ele há dias teve comigo a dizer que tinha acabado há pouco tempo com a dito cuja, hoje sai-me com a mais antiga do que essa... e eu parva a ver e a sorrir. De repente bateu-me! "Espera lá... porquê ela e não eu a sair com ele??" e as palavras sábias do outro a roerem-me a consciência: "porque tu não te afastas de ninguém, fazes é com que os outros se afastem de ti".. isso e aliado ao meu brio de ser realmente uma pessoa difícil. Mas que, apesar de tudo, já era difícil há uns aninhos, antes de ter conhecido aquele que dificilmente terá melhor designação do que "maricas de Belas", embora more em Tercena (acho que não é preciso dizer mais nada ou é??). Devo muito a essa pessoa: a minha brilhante auto-estima. Sabem que ele sempre me apoiou no que toca à entrada para a faculdade, mas desde há 4 anos para cá, trata-me abaixo de cão, por ter seguido Geologia? A minha capacidade de encaixe entra porque sempre ouvi e li, e raramente fiz disso grande confusão, à excepção de alguns telefonemas a dizer que eu nunca deveria ter conhecido tal pessoa, mas hoje chateei-me seriamente a ver um amigo saindo com outra rapariga que não eu. E sei bem que todas as minhas atitudes foram altamente influenciadas por quem não merece sequer o meu respeito ou consideração. O tempo das vacas gordas já lá vai. Entre isto e aquilo começo a pensar em deitar as garras de fora. Há já muito que não me interesso (seriamente ou não), por ninguém e isso, parecendo que não, faz mal ao bate bate que nos mantém vivos. Tou farta de ser santa pá! (ainda por cima agora que fui convidada para o noivado de um outro amigo meu).

Friday, June 29, 2007

Afinal em que estado democrático vivemos?

Bem sei que poderia estar a falar de outros assuntos bem mais importantes, como a menina desaparecida, ou as alterações climáticas que cada vez se sentem mais no nosso país, ou mesmo no que a abertura do Túnel do Marquês trouxe de bom, ou de quanto dinheiro gastei em telemóvel nos últimos 30 dias, mas parece-me melhor registar a minha opinião em relação ao estado anti-democrático que começamos a sentir... Pelo menos tenho plena noção que, face ao facto de ser estudante universitária, poderei ter o meu futuro (já de mim, não muito risonho) académico completamente barrado, se continuar, junto com a minha mãe, jornalista de profissão, a escrever mensagens de desagrado para o gabinete do PM, e outros ministros que tais. Não podemos esquecer, que hoje em dia, dizer mal seja de quem for, é sinónimo de sermos afastados dos nossos postos de trabalho, sermos alvo de processos judiciais, bem como, quiçá, se não algo pior. Venha o tempo e logo se verá. Realmente, nunca esperei ter que dizer que tenho algum receio da minha vida se tornar completamente inútil ao meu país (que já de si, também não se mostra muito preocupado com o que poderei fazer por ele ou não), pelo simples motivo de demonstrar os meus sentimentos perante determinadas pessoas (pessoas, humanas, tão mortais como eu... não mais nem menos importantes que eu), ou de dar a minha opinião. Aliás, como já referi em outras ocasiões, até pela nova lei do aborto, vi-me confrontada com palavras menos dignas de pessoas que se dizem minhas próximas, portanto, já deveria estar habituada a estar de bico calado. Contudo, não sei ser assim. Lembro-me de estar sempre a refilar por alguma coisa, e, se agora tenho realmente motivo para tal, não posso porque irei ser punida? Que caraças: O SENHOR PRIMEIRO MINISTRO É UMA NULIDADE DO QUE TOCA À LÍNGUA INGLESA (seja inglês técnico ou não), E É TAMBÉM UMA NULIDADE ENQUANTO PROMOTOR DE NOVOS IDEAIS POLÍTICOS PARA PORTUGAL. É melhor dar razões não é? Senão posso ir a tribunal: não se pode colocar o carro em frente dos bois. Se não estamos preparados para as novas tecnologias, não será obrigar pessoas com mais de 40 anos (que para todos os efeitos não têm mais que o 8º ano- antigo 4º ano), a aprender a trabalhar com elas, com o pretexto (esplendoroso) de que, se não sabe, poderá ser avaliada negativamente por um chefezinho qualquer, e que poderá então ir para o desemprego. Mas, ainda assim, venha o choque tecnológico. Da mesma forma, não é a dar computadores aos meninos e meninas do liceu que as coisas irão mudar no que toca à educação. É necessário um acompanhamento desde a infância para um futuro ensino, passe ele depois para um nível académico, ou somente fique por um curso de especialização profissional. Dentro deste tema, é bom também de relembrar que há cada vez mais casos de sucesso em alunos tecnológicos do que em alunos pós-graduados. Seria uma optima opção passar a prestar mais atenção aos cursos profissionais e evitar erros de continuarem abertas vagas para cursos superiores que não têm vazão. Para quê tirar Sociologia, quando o que é preciso é um técnico de mecânica, ou de informática, ou de electrónica? Contra mim falo: não vejo qual a necessidade de existir a licenciatura em Geologia com todas as suas variantes, em Portugal. Talvez faça sentido noutros países, em que para se fazer um obra, sejam necessários geológos. Cá, existem os engenheiros civis... segundo os próprios, servem para o mesmo trabalho; basta ir ao IST e ouvir o que eles dizem. O nosso país não precisa de geólogos, mesmo que haja cá alguma coisa nessa área, Portugal, agora não precisa. Mas existem outros cursos nos mesmos termos: quase todos da área de Letras, cursos para professores e educadores (quais educadores?). Chegámos ao fim da era inter-25 de Abril (em paralelismo com as eras glaciárias e inter-glaciárias), e voltámos à era do totalitarismo (esquerda ou direita tanto faz- que me lembre, Cuba é de extrema esquerda, e também não tem liberdade de expressão) desenfreado, com o arranque de uma nova PIDE. Isto faz-me lembrar aqueles filmes norte-americanos, cujas sinopses ocorrem nos estados do interior, aquelas pacatas cidadezinhas, onde qualquer coisa fora do vulgar e comum é sinal de anti-catolicismo e, como tal, devem ser exorcizadas e banidas para protecção da comunidade. (Se estiver errada digam-me, mas é essa a ideia que me dão). Meus caros... peço, tenham cuidado... nunca se sabe quem estará a ouvir por trás da porta, no canto do café, ou na tabacaria do costume.

Wednesday, June 27, 2007

Sunday, May 27, 2007

What if...

Mother Earth was Father Earth? The two sides of our planet in only one face...
EdNorton by MarkSeliger for Vanity Fair May 2006 (Green) Issue

Tuesday, May 22, 2007

Para não esquecer que

dia 17 de Maio assinalou-se mais um Dia Mundial da Luta contra a Homofobia. Já era tempo de parar com uma descriminação sem fundamento e um julgamento preconceituoso de espíritos, mentalidades e estilos de vida. Cada um é como é e como quer, quem não gosta "sai de cima"! Filmes a ver: Breakfast on Pluto--->http://www.breakfastonpluto.co.uk/ Velvet Goldmine--->http://www.imdb.com/title/tt0120879/

Saturday, May 19, 2007

BENÇÃO DAS FITAS 2007

Hoje foi o primeiro de muitos dias, até ao resto das nossas vidas.

Tuesday, May 15, 2007

Divino

Eu já sabia que o Exmº Sr. Miguel Sousa Tavares, era daquelas pessoas nascidas do Porto (e não, não estou a generalizar totalmente, porque os pobres não são assim), com um je ne sais quoi de superioridade em relação às outras pessoas. Deve pensar que por ter nascido de duas grandes famílias, lhe dará mais direito a saber lidar com todo o tipo de situações, bem como, saber opinar sobre qualquer tema/assunto da actualidade. Como tal, deixo aqui um pequeno apontamento retirado do DN, que me foi enviado hoje por mail.
CALEM-ME A CRIANCINHA QUE NÃO CONSIGO MASTIGAR João Miguel TavaresJornalistajmtavares@dn.pt Estava Miguel Sousa Tavares na TVI a comentar a nova Lei do Tabaco quando da sua boca saltou esta pérola: o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio. Que bela comparação. Afinal, o que é uma nuvenzinha de nicotina ao pé de um miúdo de goela aberta? Vai daí, para justificar a fineza do seu raciocínio, Sousa Tavares avançou para uma confissão pessoal: "Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos." Há umas décadas, era mais ou menos a idade em que o pai levava o menino ao prostíbulo para perder a virgindade. O Miguel teve uma educação moderna - aos 13 anos, levaram-no pela primeira vez a comer fora. Senti-me tocado e fiz uma revisão de vida. É que eu sou daqueles que levam os filhos aos restaurantes. Mais do que isso. Sou daquela classe que Miguel Sousa Tavares considerou a mais ameaçadora e aberrante: os que levam "até bebés de carrinho!". A minha filha de três anos já infectou estabelecimentos um pouco por todo o país, e o meu filho de 14 meses babou-se por cima de duas ou três toalhas respeitáveis. É certo que eles não pertencem à categoria CSI (Criancinhas Simplesmente Insuportáveis), já que assim de repente não me parece que tenham por hábito exibir a glote cada vez que comem fora - mas, também, quem é que acredita nas palavras de um pai? E depois, há todo aquele vasto campo de imponderáveis: antes de os termos, estamos certos de que vão ser CEE (Crianças Exemplarmente Educadas), mas depois saltam cá para fora, começam a crescer e percebemos com tristeza que vêm munidos de vontade própria, que nem sempre somos capazes de controlar. O que fazer, então? Mantê-los fechados em casa? Acorrentá-los a uma perna do sofá? É uma hipótese, mas mesmo essa é só para quem pode. Na verdade, do alto da sua burguesia endinheirada, e sem certamente se aperceber disso, Miguel Sousa Tavares produziu o comentário mais snobe do ano. Porque, das duas uma, ou os seus pais estiveram 13 anos sem comer fora, num admirável sacrifício pelo bem-estar do próximo, ou então tinham alguém em casa ou na família para lhes tomar conta dos filhinhos quando saíam para a patuscada. E isso, caro Miguel, não é boa educação - é privilégio de classe. Muita gente leva consigo a prole para um restaurante porque, para além do desejo de estar em família, pura e simplesmente não tem ninguém que cuide dos filhos enquanto palita os dentes. Avós à mão e boas empregadas não calham a todos. A não ser que, em nome do supremo amor às boas maneiras, se faça como os paizinhos da pequena Madeleine: deixá-la em casa a dormir com os irmãos, que é para não incomodar o jantar.

Wednesday, April 25, 2007

Isto é aquilo a que chamo de Tolerância religiosa...

O padre da física quântica sobre criacionismo e evolucionismo [da entrevista de ontem na Pública, de António Marujo, ao padre João Resina, físico]«P. - Como avalia que, entre cristãos, se defenda o criacionismo por oposição ao evolucionismo?R. – A maluqueira é livre e uma das grandes tensões do ser humano – que é uma razão de segurança – é agarrarmo-nos a teses de conservação. Em todos os momentos de crise, crescem os movimentos de direita: na Igreja, nunca os seminaristas foram tão conservadores como de há 20 anos para cá.Num momento de crise, toda a gente se agarra ao que parece ter segurança. E uma das seguranças é ter um texto que diz tudo. Tem-se dito que a coisa mais parecida com a Igreja Católica foi o marxismo soviético: tinha uma doutrina intangível, que explicava tudo; tinha um magistério e as pessoas sabiam que, se se dedicassem, era para a salvação dos irmãos. Mas também há uma grande loucura. Quando se faz isso nas igrejas católicas e protestantes e no islão, é a mesma loucura.»Ou«Uma coisa é tentar compreender o universo. Para isso há a física e a biologia. Se quero saber se houve ou não big bang, se a vida evoluiu ou não, não pergunto à Bíblia, não pergunto à Igreja, que não tem competências nessa matéria. A segunda questão é o que devo fazer, como se deve viver para se ser homem. Pergunto à história, às culturas, às religiões. A terceira pergunta é o que me é lícito esperar, qual o sentido de fundo disto tudo. Aí, encontro a questão de Deus.Em suma, questões relativas a como é feito este mundo são da ciência. O sentido da vida diz respeito à religião, à filosofia, às culturas. Nós aprendemos com todas as culturas. Eu, em particular, aprendi e acreditei em Jesus Cristo.»Miguel Marujo

Mais em www.trentonalingua.blogspot.com

OH-MY-GOD!

É mesmo para ser lido OH-MEU-DEUS!! (cá estou de novo a ferir susceptibilidades em escrever o nome de Deus em vão) e não: Oh, Meu Deus!, como se nada fosse... Resumindo estou a entrar na famosa fase bi-anual, Harry Potter filme+livro novo.
Sabendo em primeira mão que os livros desta saga de 7 (número mágico), são uma merda, não devo porém esquecer, que fui das primeiras a ler em Portugal (segundo oferta de editor- Presença) a Pedra Filosofal, anos luz do boom que a colecção iria provocar, anos luz da senhora JK Rowling se tornar numa das mulheres mais ricas do Mundo. E uma coisa, dessa altura, já lá vão uns bons 10 anos, me ficou para sempre guardada: estes livros não são definitivamente infantis. É impossível alguem em pleno juízo pensar que a história de um rapaz de 11 anos, cujos pais foram cruelmente assassinados (e ele também deveria ter sido), e que passou a sua vida desde então, até aquela data, a viver "de favor" com uns tios que o odeiam e o tratam como serviçal, é para crianças. Se mesmo eu, que sou extremamente insensível, quando o li, achei que era demasiado violento no aspecto psicológico, então um miudo de 10 anos, pensará o quê? Bom, remete-nos para a história Esmeralda, lembram-se? A menina dos pais adoptivos não oficiais? A minha opinião sobre tal caso, mudou como a noite para o dia, e se calhar, até nem será tão descabido uma criança de 5 anos, achar determinadas histórias boas ou más. Esmeralda, 5 anos, entende que os pais adoptivos são do bem e que o pai biológico é do mal. Do "Mal"... Conceito deveras interessante para uma menina não acham? Ou será que hoje em dia as crianças nascem já dotadas da capacidade psico-social de adoptarem determinadas posições em relação ao que está correcto e incorrecto? Se assim for, os pais devem limitar-se a darem-lhes alimento e tecto, até amadurecerem o suficiente e tornarem-se auto suficientes. Aí cortam-se os fios e elos entre progenitores e crias e cada um vai para o seu lado. Não, não acho que Esmeralda ou qualquer outra crianças tenha capacidade para distinguir o bem do mal, muito menos capacidade em julgar pessoas. Acho que os pais adoptivos estão-se a tornar num perigo para aquela menina, principalmente por terem passado 5 anos a escondê-la de tudo e todos; acho portanto que uma Esmeralda adulta será incapaz de perceber o mundo que a rodeia, pelo simples facto de viver num mundo afinal, imaginário, desde que nasceu, concluíndo com: o pai biológico teve razão em, mesmo que fosse 1 ano depois do seu nascimento, em reaver a filha. Poderia passar por algumas dificuldades, mas de certeza que não seria mal amada (de outra forma, ele não quereria ficar com ela), e poder-se-ia dizer mais tarde, que era, sem dúvida, uma criança feliz, coisa que na realidade, não é.
Voltando a HP. A minha opinião sobre o 7º e último livro é: não é. Fico com as palavras da Vania, minha ultra amiga: "Claudia, o Harry só pode morrer no fim, porque todas as pessoas que o amam e de quem ele também gosta e sente toda a falta, também morreram. Estão só à espera que ele cumpra o seu destino, para ir ter com eles". Foi um bocado chocante ouvir isto (e só mesmo fans de alguma coisa é que podem perceber), mas até faz sentido. Quando tudo que mais amamos na vida foi perdido, e quando nos confrontamos contra o Mal, se O derrubarmos e mesmo assim, ele nos levar atrás, não é isso que todos esperamos, voltar a ver os nossos?
Aqui fica o mais recente trailer:

Cantina Velha I

Prometo (que jurar é muito forte e pode ferir susceptibilidades), que um dia destes coloco por aqui fotografias do estado deplorável a que as casas de banho, cúbiclos incluídos, Femininas, chegam a atingir à hora do almoço. Cheguei com estas visões à conclusão de que as mulheres são porcas e nunca aprenderam a utilizar o famoso piaçá! PORCAS!!!!

Thursday, April 12, 2007

14 de Fevereiro- Parte II

Faltava o vídeo.. sabem como é...

NIN

I should have listened to her So hard to keep control We kept on eating but Our bloated belly's still not full She gave us all she had but We went and took some more Can't seem to shut her legs Our mother nature is a whore (chorus:) I got my propaganda I got revisionism I got my violence In hi-def ultra-realism All a part of this great nation I got my fist I got my plan I got survivalism Hypnotic sound of sirens Echoing through the street The cocking of the rifles The marching of the feet You see your world on fire Don't try to act surprised We did just what you told us Lost our faith along the way and found ourselves believing your lies (chorus) All bruised and broken, bleeding She asked to take my hand I turned, just keep on walking But you'd do the same thing in the circumstance I'm sure you'll understand (chorus) You got your pacifism - I got survivalism...

E não pára! Dedicado às series de Verão!

Aqui vai a intro da primeira época da série Baywatch (Marés Vivas)... já nem me lembrava que a música era diferente. Mas as personagens estão bem vivas na memória, todas elas mesmo.. e foi muito bom rever o australiano Peter Phelps, conhecido pela série do AXN, Stingers- Infiltrados. No meio de tanta gente, só dois se mantiveram: David Hasselhof e Michael Newman (Newman na série, o único nadador salvador "a sério" que também era protagonista). A juntar à festa, também adicionei a intro da 2ª epoca de Baywatch. As diferenças: alguns dos personagens saíram, e entrou Jeremy Jackson no papel de Hobie. A canção do genérico foi modificada e ficou para sempre...

Friday, April 06, 2007

Mas o que é que os "meus" meninos andam a fazer...

Tendo em conta o nível de educação que o nosso país tem, e o nível cerebral dos portugueses, presumo que os meus amigos Gatitos, estejam numa situação menos amigável. É verdade que somos um país de falar muito e agir pouco, mas com aqueles gajos, nunca se sabe.. o cartaz contudo ficou uma maravilha, mas quiçá se um dia não será a vez dos extremistas da esquerda (algum grupo separatista português que renasça das cinzas), a efectuar uma limpeza ao "cabeças rapadas" que, sabe lá Deus porquê, Portugal também tem. É engraçado.. eles queixam-se dos imigrantes e eu queixo-me deles... A ver bem as coisas, devíamos mandar estes meninos donos de pit bulls e outras raças "puras" de cães, para a construção do prédio, ponte, barragem, túnel mais próximos. Podia ser que gostassem, sei lá! Passem a mensagem ao amigos nacionalistas. Eles irão AMAR! Viva o Iberismo!
DN Os Gato Fedorento estão sob ameaça da extrema-direita por causa de cartaz Inês David Bastos/Vasco Neves (imagem) com JMT Os quatro humoristas dos Gato Fedorento estão a ser alvo de ameaças por elementos da extrema-direita por causa do outdoor que colocaram na praça Marquês de Pombal, em Lisboa, onde se insurgem contra a mensagem xenófoba do cartaz do Partido Nacional Renovador (PNR), que está instalado bem ao lado.As ameaças estão a ser difundidas na Internet, no Fórum Nacionalista (um agrupamento internacional defensor da raça branca) e nalguns casos os seus autores, que se escondem atrás de nicknames, dizem-se dispostos a agredir fisicamente qualquer dos humoristas Ricardo Araújo Pereira, Tiago Dores, Miguel Góis e José Diogo Quintela."Para os felicitar creio que terei de fazer um destes dias uma visita à hora de saída do colégio (...), onde um destes burgueses esquerdistas tem os seus filhos a estudar e assim parabenizá-lo pessoalmente pelo brilhante cartaz", escreve no fórum um nacionalista que se assume como "Nuno NS", da Costa da Caparica. O colégio aí citado é frequentado pela filha de Ricardo Araújo Pereira. Mas as ameaças não se ficam por aqui. "Deviam ser considerados traidores à Pátria e sofrer em conformidade, mesmo usando a violência física (...) Cá por mim não renuncio ao meu direito de ajustar contas com qualquer destes fedelhos", escreve outro nacionalista. Ao que outro elemento da extrema-direita acrescenta: "Plenamente de acordo, a partir de hoje [ ontem] estão sujeitos a qualquer violência"."Não faço comentários mas dei conhecimento do caso às autoridades", reagiu ao DN Ricardo Araújo Pereira.No centro da polémica (e das ameaças) está o cartaz instalado quarta-feira ao final da tarde onde se pode ler: "Mais imigração. A melhor maneira de chatear os estrangeiros é obrigá-los a viver em Portugal" e "Com os portugueses não vamos lá". Uma resposta - que Ricardo Araújo Pereira disse ao DN ser "humorística", embora reconheça poder ter uma "mensagem política" (ver texto em baixo) - dos Gato Fedorento ao cartaz antes colocado pelo PNR no qual se faz apelo ao nacionalismo e se escreve: "Portugal aos portugueses, basta de imigração." "O nosso cartaz é um acto de humor, não é acto político; é uma sátira política, mas não descarto que possa ter consequências políticas", justifica Araújo Pereira.Já José Pinto Coelho, presidente do PNR, disse ao DN estar "agradecido" aos Gato Fedorento "por ter dado visibilidade ao ponto de vista" dos nacionalistas.

Monday, April 02, 2007

www.APAV.pt

Este fim de semana ocorreu mais uma vez um caso de maus tratos. Este, contudo passou a ser do conhecimento público. Gostava de saber de todos os outros que o não são. Ou seja, aqueles que estão a ocorrer precisamente neste momento. Tanto de homens a baterem em mulheres e vice- versa. Porque não? A violência conjugal passa por ambas as partes, embora seja a mulher o elemento mais fraco neste jogo de quem é o "mais forte" ou de "quem manda lá em casa". Até compreenderia se estivessemos em terras muçulmanas, sendo que mesmo assim, não acreditam que os países do médio oriente tenham o mesmo tipo de comportamento macho latino ressabiado, que os nossos "homens" têm. Se alguém me disser que o caso da jovem estudante de 21 anos a residir em Benfica não pode entrar para as estatísticas nacionais, é tolo. A questão não é a nacionalidade dela, ou do grojesso que a atacou. O que importa é que em Portugal e volto a frisar este assunto (quantas vezes me apetecer), os casos não param. Não aumentam nem diminuem, pura e simplesmente nunca deixam de acontecer. Maus tratos infantis então.. nem se fala. O preconceito antigo de que o homossexual e o pedófilo é que eram os principais responsáveis por esse tipo de "coisas feias" em crianças, está um pouco ultrapassado não acham? A partir do momento em que se conhecem casos dos próprios pais (mãe e pai), a efectuarem tais acções, que noção de família queremos nós passar para os nosso filhos, para as gerações mais novas. Acho que hoje em dia vive-se num clima de terror. Acho que hoje em dia a raça humana está completamente alterada. Falam dos cães da raça pitbull? Pois eu acho que a raça humana é que foi geneticamente modificada nos últimos anos. Que confiança posso eu ter em amigos de longa data? Os mesmos com os quais cresci e aprendi bastante? Nenhuma. Tenho a mesma confiança que tenho em pessoas que conheci há poucos dias ou meses. Por isso dizem que sou problemática, que vejo desgraças em todo o lado. Como poderia não ver? Basta ver as notícas na televisão (essa caixinha mágica que veio abrir os olhos do mundo) e ler os jornais, para não me deixar de decepcionar com o Homem e com a pouca Humanidade que apresenta. A rapariga está no Hospital de Santa Maria... Bastante mal tratada...
www.apav.pt

Saturday, March 31, 2007

Porque não há memória de noite igual

e porque a Odete Santos (Ode(n)te) apesar de ser uma grande senhora, porque o é!, é às vezes, hilariante.. só que desta vez excedeu-se. Para mim, o melhor foi a desconfiança com a mala. Tê-la no colo durante toda a noite, foi obra... a comichão na mamoca e o dente são fait divers!

Thursday, March 29, 2007

Podem não acreditar, mas...

a hora de Verão, desta vez, tem sido mais difícil de aguentar? Será porque na realidade o relógio astronómico está a girar mais rápido que é costume? Hoje diz-se que o tempo passa muito depressa, mas também é verdade, que as responsabilidades são muitas e os afazeres ainda mais e, que não há tempo para tudo. Mas no meu caso, em que a monotonia e rotina diárias são uma constante, k=1, também sinto o tempo a passar como um cavalo. Acordo e passado um bocado já é hora de almoço (acordo às 06.30, 07.00 da matina), o Sol parece dar a "volta" (bater o meio dia e começar a descer em rota de colisão com o horizonte) mais depressa, embora os dias se tornem, apesar de tudo mais longos, devido a uma maior incidência de luz, mas quer queiramos, quer não, o solstício da Primavera, está a ocorrer com um adianto de dias, todos os anos. Pode não fazer qualquer importância, mas faz... Gostaria de saber se existe alguma explicação astrofísica para este fenómeno. Mas quem sou eu também: sempre a queixar-me; se estamos no Inverno, é porque estamos e os dias tornam-se mais curtos, se estamos no Verão, é porque estamos e os dias parecem passar apesar de tudo, mais rapidamente. Não há quem me ature... Mas voltando à hora de Verão, este ano há quem ainda não se tenha habituado, mesmo as pessoas mais velhas, ainda não se habituaram. Eu ontem, por exemplo, estive o dia inteiro com sono. Fiz a aula de campo com sono, adormeci no autocarro que me trouxe de volta ao Campo Grande, adormeci durante a tarde e princípios da noite no sofá e, não contente, assim que cheguei à cama e me virei, devo ter capotado, porque não me lembro de nada. E continuo com sono... Mau mau!

Sunday, March 25, 2007

Pareceu-me perfeito para o dia que ocorre...

Portanto assinala-se hoje o Cinquentenário dos Tratados de Roma com a adopção da Declaração de Berlim, ou seja a fundação da União Europeia... Não podia deixar de estar mais de acordo com a data de hoje, (a letra da canção que se segue), muito embora o escudo já não exista, pelo que peço, leiam Euro na altura certa.

Europa

Eu quero ser um cidadão da Europa

Ser Português é tão foleiro

Podem-me chamar euro-saloio

Ai quem me dera ser estrangeiro

Eu quero ter um telemóvel

Mesmo que seja oco por dentro

Poder telefoner de qualquer lado

Dar pála no engarrafamento

Aaah Europa

Seja feita a tua vontade

Aaah Europa

Eu também quero uma oportunidade

Não sou mais que um caso pontual

No vasto tecido europeu

Eu sei que nasci em Portugal

Mas com Bruxelas sonho eu

Eu quero fazer férias na neve

Poder esquiar o ano inteiro

Mas só porque a Europa

Não tem o sol do Rio de Janeiro

Aaah Europa

Seja feita a tua vontade

Aaah Europa

Eu também quero uma oportunidade

Sinto-me um elo na cadeia

Estrela amarela em fundo azul

P’ra quê dizer que é bacano

Se quero dizer que é “bué da cool”

Eu sei que vou ter muito que penar

Aprender alemão e françês

Só alivio quando no banco

Não tiver nem um escudo português

(Ritual Tejo)

.....

Porque só mesmo estando debaixo da influência de estupefacientes (ou estupidificantes) é que uma pessoa se põe a olhar para o relógio do PC (LOLOLOL, pvt joke) à espera de ver a mudança de hora....

Cá estamos na Hora de Verão!!!!

Tá quase quase...

Tá quase....

Saturday, March 24, 2007

Esta é a nossa máquina de lavar roupa...

Como se pode ver está um bocado corroída pela bela da ferrugem, mas, a marca diz tudo: OEIRAS, que para além de ser um concelho assim assim, afinal também calha ter o nome de uma das melhores marcas de electrodomésticos nacionais. Acho por acaso que já nem existe, mas enquanto durar e torcer bem a roupa, já não é mau. Só é bastante aborrecido quando a meio do programa (único e lento) se lembra de parar, pára pura e simplesmente, é preciso ir lá com a mão dar-lhe um "toquezinho". Também existe um fogão, mas não está em exposição cá por Queluz, esse é mais para os lados de Mafra.

Em vez de estar a suspirar pelos cantinhos.. (ai ai e ui ui)

Foi com enorme espanto (OHHHHH!!!!) que há dias vi o (im)possível acontecer, a zona Norte da Costa a ser invadida por umas águas cada vez mais selvagens do mar. Muito sinceramente chocou-me pelo simples motivo de saber que aquela área nunca mais vai ser a mesma, porque a extensão de areia que tem sido reduzida ao longo dos últimos 50 anos (provavelmente mais, mas na altura não se sabia ou não se ligava), não vai voltar ao lugar certo e, porque, mesmo que se efectuem obras de protecção costeira, será apenas isso: obras de protecção costeira, para prevenir novas invasões pouco amistosas de um reservatório terrestre, que tem tendência para aumentar o seu nível médio. Sendo assim, eu, que não sou assim tão velha para não me recordar do que tinha que andar até alcançar água da Costa da Caparica, fico com a ideia de que em menos de 23 anos, tive a oportunidade de ver uma zona costeira portuguesa a desaparecer. Mas sabem mesmo mesmo o que é o melhor disto tudo (e atenção, estou altamente irónica)? Check this out: "O Governo vai autorizar a construção de 30 mil camas turísticas nos 50 quilómetros da costa alentejana que ligam Tróia a Santo André. Apesar de se implantarem numa zona com valores naturais essenciais que o Estado português é obrigado a preservar, o Governo garante que os projectos são sustentáveis e vão avançar. Para a Quercus, estas estimativas são baixas. E o panorama agrava-se se a estas camas se somarem mais 45 mil em projecto para o litoral até ao Algarve. O mais grave é o que pode vir, alertam os ambientalistas. Ou seja, o precedente que se abre com a aprovação destes mega empreendimentos, alguns com sete mil camas. "Se não somos capazes de conter a construção dentro de uma zona prioritária como a Rede Natura 2000, como o vamos fazer fora dos sítios especiais de conservação e impedir que a costa fique toda ocupada?", questiona Dário Cardador, da Quercus. "Depois vai ser difícil dizer não."O que vai surgir no Sítio Rede Natura Comporta Galé - uma classificação atribuída pela União Europeia para zonas especiais de conservação da natureza- ainda não foi definido. Isto porque os projectos não estão todos aprovados, estando uns numa fase mais avançada do que outros. Para ter um panorama global, o Ministério do Ambiente analisou a faixa que liga Tróia a Santo André e estimou a capacidade que esta zona sensível tem para acolher projectos de turismo. Estes dividem-se por seis áreas de desenvolvimento turístico, já previstas no Plano Regional de Ordenamento do Litoral Alentejano. E que, no total, segundo as contas do Governo, não chegam a afectar nem 2% do total do Sítio de Rede Natura. A Quercus faz uma leitura diferente destes números que, aparentemente, até podem ser considerados como de impacto pouco expressivo. E põe a questão de outra maneira: "Se há alternativa, porque não se constrói tudo fora da zona protegida?" Em causa estão os empreendimentos previstos para Tróia, Comporta, Praia do Carvalhal, Melides e Santo André. Projectos que, ao longo dos anos, sofreram vários ajustamentos e reduções, nomeadamente em relação aos índices de construção. Nalguns casos, os projectos em curso têm pouco ou nada a ver com as propostas iniciais.Pinheirinho e Costa TerraPara o ministro do Ambiente são dois projectos que marcam um novo paradigma de desenvolvimento turístico. Para o primeiro-ministro, que fez questão de marcar presença na sua apresentação, o "melhor que o País tem para oferecer". A verdade é que só estes dois empreendimentos Pinheirinho e Costa Terra, somam um terço das 30 mil camas no sítio protegido Comporta-Galé.O Costa Terra recebeu ontem mais uma visita de Estado. Os ministro da Economia e do Ambiente foram assistir ao lançamento da primeira pedra e à entrega do alvará de construção pela parte da Câmara Municipal de Grândola, que tem lutado pela implementação destes projectos no seu território. "Tenho muita honra e orgulho em participar neste evento. Estes projectos não afectam habitats prioritários, e os não prioritários são afectados de forma mínima. O Alentejo fica a ganhar e a costa alentejana também", afirmou o titular do Ambiente Nunes Correia, de manhã, aos jornalistas.Dos projectos previstos para o Litotal Alentejano, destaque para Tróia, que deverá ter o centro de conferências, o hotel casino e a marina prontos na Primavera de 2008. As obras da Herdade do Pinheirinho já começaram. Na Comporta, está tudo ultimado para apreciação pela Comissão Regional do Alen tejo. Na Vila Formosa (Vila Nova de Milfontes), os problemas terminaram com a adjudicação do projecto a um grupo português." Rita Carvalho com Márcio Alves Candoso no DN. Palavras para quê? Ontem, durante o jornal da noite da SIC também vi uma reportagem fantástica sobre a utilidade dos monumentos históricos ou do património nacional, no que diz respeito ao nosso quotidiano. E garanto que ver uma igreja (ainda bem conservada) a fazer de estacionamento ao Banco de Portugal, bem como local de cargas e descargas, é uma imagem linda... Eu só imagino o que pensarão os turistas que por aqui andam. Bom.. é bem provável que o mesmo aconteça lá fora, pelo menos é uma forma de impedir que os mesmos edifícios sejam destruídos. Contudo, não há desculpa para noutro caso também falado sobre uma capela no coração de Lisboa, o Instituto Português do Património não dar autorização para a remodelação e construção de um hotel. Da maneira como o edifício está, não tarda nada, acabará por ruir, e cá entre nós, vai ser na mesma construído um hotel, apenas não com a mesma fachada com que este projecto inicial, estava idealizado, mas sim, com outra completamente descaracterizada. É o país que temos.. por isso a palavra eurosaloio, que só há dias me relembrei, nunca calhou tão bem.