Saturday, December 30, 2006

Em semi vésperas de Novo Ano, lá vem ela com a política...

Era um tirano, um ditador e um assassino. Matava homens, mulheres, crianças (mandava matar que é o mesmo), matava membros da própria família, era de um país muçulmano (que se tudo corresse bem, já tinha tido tempo de ser cristianizado, à moda das antigas Cruzadas- onde anda um Rei Artur ou um D. Sebastião, ou mesmo um Afonso Henriques, se quisermos ir mais longe na História de Portugal, quando precisamos deles, para nos oferecer carnificina televisiva em pleno seculo XXI?). Merda! De repente lembrei-me do invasor do Iraque... Não, não, não é de facto o Presidente Bush, mas sim o Ocidente em peso, na forma de milhares de soldados que andam a cair como tordos. E, vendo bem as coisas, principalmente o que aconteceu hoje, uma semana que para a maioria da população mundial, é de Paz e Amor e Resoluções para o Ano Novo, é apenas mais um dia, de mais uma semana, de mais um mês e mais um ano de guerra num país chamado Iraque. Pode ser só impressão minha e espero bem que seja (embora não sendo impossível, é pouco provável), mas o que NÓS TODOS andamos a fazer, a invadir países que podiam não estar bem, mas que agora só irão ficar mais devastados, do que estavam, irá ser revelado contra nós. Causa-Efeito. Um dos princípios da Física. Eu ataco, tu atacas, ele ataca... nós matamos, vós matais, eles matam. Um dia destes tudo se virará ao seu criador. Espero estar bem longe para não ver. Provavelmente estarei longe do mundo ocidental "industrializado e bem falante", provavelmente andarei com um shador e estarei na Arábia ou no Irão. Mas pelo menos, não vou ter peso nenhum na consciencia, porque não fui eu, defenitivamente NÃO EU, que comecei com esta farsa toda. Ainda bem que existe um Bush no Mundo. Parabéns aos que AINDA acreditam nele. Boa sorte para o próximo ano.

Sunday, December 24, 2006

All I want for Christmas is You!!!!

I don't want a lot for Christmas, There's just one thing I need I don't care about the presents, Underneath the Christmas tree, I just want you for my own, More than you could ever know, Make my wish come true, All I want for Christmas is... You I don't want a lot for Christmas, There's just one thing I need I don't care about the presents, Underneath the Christmas tree, I don't need to hang my stocking, There upon the fireplace, Santa Claus won't make me happy, With a toy on Christmas day, I just want you for my own, More than you could ever know, Make my wish come true, All I want for Christmas is you You baby, I won't ask for much this Christmas, I don't even wish for snow, I'm just gonna keep on waiting, Underneath the mistletoe, I won't make a list and send it To the North Pole for Saint Nick, I won't even stay awake to Hear those magic reindeers click, 'Cause I just want you here tonight, Holding on to me so tight, What more can I do, Baby all I want for Christmas is you Ooh baby All the lights are shining, So brightly everywhere, And the sound of children's Laughter fills the air, And everyone is singing I hear those sleigh bells ringing Santa won't you bring me the one I really need, Won't you please bring my baby to me... Oh I don't want a lot for Christmas This is all I'm asking for I just want to see my baby Standing right outside my door Oh I just want you for my own More than you could ever know Make my wish come true Baby all I want for Christmas is... You

A caminho de Belém, passaram 4 reis magos...

que me deixaram esta prenda...

Saturday, December 23, 2006

Deixem os vossos poemas também...

DIA DE NATAL
Hoje é dia de ser bom. É dia de passar a mão pelo rosto das crianças, de falar e de ouvir com mavioso tom, de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças. É dia de pensar nos outros. coitadinhos. nos que padecem, de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria, de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem, de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria. Comove tanta fraternidade universal. É só abrir o rádio e logo um coro de anjos, como se de anjos fosse, numa toada doce, de violas e banjos, Entoa gravemente um hino ao Criador. E mal se extinguem os clamores plangentes, a voz do locutoranuncia o melhor dos detergentes. De novo a melopeia inunda a Terra e o Céue as vozes crescem num fervor patético. (Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.) Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas. Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante. Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suase fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante. Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica, cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates, as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica. Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito, ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores. É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito, como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores. A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento. Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar. E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimentoe compra. louvado seja o Senhor!. o que nunca tinha pensado comprado. Mas a maior felicidade é a da gente pequena. Naquela véspera santaa sua comoção é tanta, tanta, tanta,que nem dorme serena. Cada menino abre um olhinho na noite incerta para ver se a aurora já está desperta. De manhãzinha, salta da cama, corre à cozinha mesmo em pijama. Ah!!!!!!!!!! Na branda maciezada matutina luz aguarda-o a surpresa do Menino Jesus. Jesus o doce Jesus, o mesmo que nasceu na manjedoura,veio pôr no sapatinho do Pedrinho uma metralhadora. Que alegria reinou naquela casa em todo o santo dia! O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas, fuzilava tudo com devastadoras rajadas e obrigava as criadas a caírem no chão como se fossem mortas: Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá. Já está! E fazia-as erguer para de novo matá-las. E até mesmo a mamã e o sisudo papá fingiam que caíam crivados de balas. Dia de Confraternização Universal, Dia de Amor, de Paz, de Felicidade, de Sonhos e Venturas. É dia de Natal. Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade. Glória a Deus nas Alturas. António Gedeão

Feliz Natal

Embora com imensos trabalhos pendentes e com estudo de cadeirões para o comecinho da época de exames, daqui a, praticamente 1 semana, não deixo de enviar para os meus leitores e amigos cibernautas um Feliz Natal, embora sabendo que a maioria das pessoas do mundo não têm a mesma sorte. A de passarem não só o Natal, como os restantes dias do ano em condições o minimamente "humanas", bem como a possibilidade e a sorte de terem uma família e amigos com quem passar esta época.
Feliz Natal!!!!!!
Imagem recolhida no site oficial dos Depeche Mode: www.depechemode.com

Hora das Colmeias

Após muito tempo em espera, sendo que vi o primeiro concerto da banda em questão somente no Verão passado em Porto Santo, eis que finalmente é lançado o novo CD dos Quinta do Bill, uma das primeiras bandas que eu ouvi e gostei e com a qual tenho uma história muito engraçada de audição musical (desde ter confundido inicialmente que uma musica tão bonita como o Se Te Amo, a melodia inicial, atenção!, era dos Boyzone!!!!!) até ter sido por conta deles que conheci os outros.. os Corvos e, pelo qual, de certa forma, estou bastante agradecida. Entre membros que saiem e outros que entram (o Nuno ganhou asas negras de corvo e voou para outras paragens musicais e a Dalila entrou com garra e genica que só um elemento feminino pode dar a uma banda tipicamente masculina), a música fica e fica para valer. Este novo album é a prova provada de tal, apresentando letras de José Luis Peixoto, Adolfo Luxúria Canibal entre outros, num registo completamente diferente daquilo que estes autores nos habituaram.
Para ouvir com atenção e oferecer, se já não neste Natal, então na próxima semana, a partir de terça feira...